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Revolução Constitucionalista

O maior movido armado da história do Estado de São Paulo que tinha como objetivo a derrubada do governo de Vargas. Essa foi a Revolução Constitucionalista.

O que foi?

A Revolução Constitucionalista de 1932 (podemos chamar também de Revolução de 1932 ou Guerra Paulista) foi um movimento ocorrido no Estado de São Paulo. Em meio a armas, os revolucionários tinham como meta derrubar o governo ativo na época, o governo de Getúlio Vargas. Além disso também queriam a promulgação de uma nova Constituição brasileira.


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História

A Revolução de 1932 foi uma resposta à Revolução de 1930 que acabou com os benefícios dados para os Estados pela Constituição de 1891. Essa revolução impediu a tomada de posse do ex-governador Júlio Prestes como Presidente da República. Com isso também derrubou do poder o Presidente da República Washington Luís e, consequentemente, colocou fim à República Velha. Com a República Velha fora, a Constituição de 1891 passou a ficar invalidada e foi instaurado o Governo Provisório, chefiado por Getúlio Vargas.


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Conflito

A Guerra Paulista foi o primeiro conflito contra o governo de Getúlio Vargas e o último conflito armado ocorrido no Brasil.


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Duração

O conflito durou 87 dias (terminando em 4 de outubro de 1932). O número de mortos chegou a 934, mas há informações não oficiais que chegam a contar até 2200 mortos. Muitas cidades do interior de São Paulos sofreram danos devido aos combates.


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MMDC

Os grandes nomes desta Revolução só foram inscritos em 20 de junho de 2011. São eles: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (MMDC). São tidos como os heróis paulistas no Livro Dos Heróis da Pátria.


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Governo

Após a Revolução, São Paulo voltou a ser governado por paulistas. Dois anos depois, foi promulgada uma nova constituição, a Constituição de 1934.


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Gesto de Legítima Defesa Irineu Machado

A reação contra a candidatura do Dr. Júlio Prestes representa não um gesto contra o presidente do Estado, mas uma reação contra São Paulo, que se levantará porque isto significa um gesto de legítima defesa de seus próprios interesses!


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Ditadura Júlio Prestes

O que não compreendo é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!


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Abaixo a Ditadura!

O governo de São Paulo sofria com frequentes intervenções da Ditadura do país. O regime não deixava que seus interventores formassem livremente seu secretariado e até o chefe de polícia de São Paulo.


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Vencer Paulo Virgínio

Morro, mas São Paulo vence!


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Continuidade Monteiro Lobato sobre Júlio Prestes

Sua política na presidência significará o que de mais precisa o Brasil: continuidade administrativa!


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Anteriormente

A história atrás da Revolução não fica apenas em São Paulo. Em setembro de 1929, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba formaram a então chamada "Aliança Liberal" e lançaram Getúlio Vargas como presidente e João Pessoa como vice. Além de Vargas, apoiavam também o Partido Democrático de São Paulo, constituído por parte da classe média da época e tenentes. Defendiam reformas sociais e econômicas.


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Apoio

A Revolução Constitucionalista teve apoio decisivo da Maçonaria de São Paulo. Entre os nomes estão Pedro de Toledo, Júlio de Mesquita Filho, Armando Sales de Oliveira, entre outros.


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Interferências

Em 9 de julho, Vargas já havia organizado as eleições para uma Assembléia Nacional Constituinte ( acontecida em fevereiro). Com isso, já havia nomeado um interventor paulista. Porém, a interferência do governo federal e de outros tenentes em São Paulo continuava com toda força. Em 3 de março de 1932 em Petrópolis, houve um manifesto contra a constituinte, na qual se deu total apoio à ditadura e se manisfestaram contrários a uma nova constituição.


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Tenentismo Inexperiente João Cabanas

João Alberto serve como exemplo: se, como militar, merece respeito, como homem público não faz jus ao menor elogio. Colocado, por inexplicáveis manobras e por circunstâncias ainda não esclarecidas, na chefia do mais importante estado do Brasil, revelou-se de uma extraordinária, de uma admirável incompetência, criando, em um só ano de governo, um dos mais trágicos confusionismos de que há memória na vida política do Brasil, dando também origem a um grave impasse econômico e a mais profunda impopularidade contra a "Revolução de Outubro" e ter provocado no povo paulista, um estado de alma equívoco e perigoso. Nossa história não registra outro período de fracasso tão completo como o do "Tenentismo inexperiente"!


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Guerra Anunciada Cândido Nogueira da Motta

A guerra anunciada pela chamada Aliança Liberal não é contra o sr. Júlio Prestes, é contra nosso estado de São Paulo, e isso não é de hoje. A imperecível inveja contra o nosso deslumbrante progresso que deveria ser motivo de orgulho para todo o Brasil. Em vez de nos agradecerem e apertarem em fraternos amplexos, nos cobrem de injúrias e nos ameaçam com ponta de lanças e patas de cavalo!


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Interventor do Estado

Em 1932, a irritabilidade dos paulistas contra Getúlio não acabou mesmo com a nomeação de um paulista como interventor do Estado. Pedro Manuel de Toledo não conseguiu autonomia para governar.


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Separatistas

Entre os grupos da Revolução, haviam os separatistas que torciam pela independência de São Paulo. Entre tais separatistas tínhamos o presidente do Tribunal de Justiça, Costa Manso, os escritores José Alcântara Machado e Monteiro Lobato.


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Agitação Washington Luís

A agitação operária é uma questão que interessa mais à ordem pública do que à ordem social, representa o estado de espírito de alguns operários, mas não de toda a sociedade!


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Guerra Disfarçada Monteiro Lobato

Ou São Paulo desarma a União e arma-se a si próprio, de modo a dirigir doravante a política nacional a seu talento e em seu proveito, ou separa-se. Trata-se de uma guerra de independência disfarçada em guerra constitucionalista.


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