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Check-up emocional

Reunimos 20 perguntas que todo mundo deveria fazer a si mesmo. Juntas elas valem por um diagnóstico do humor. Avalie sua felicidade!

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Eu me preocupo muito com os outros?

Em tempos de redes sociais, cresce a tendência de achar que o gramado dos vizinhos é mais verde. Isso golpeia a autoestima e gera insatisfação por coisas que nem queremos de fato. Esse mundo em que todos os casais se amam, os filhos não choram e ninguém fracassa não existe. Diferencie admiração de comparação. Admirar é ver o que a pessoa tem de bom e aprender com ela. Comparar até envolve reconhecer os próprios defeitos, mas também buscar o pior no outro. Em competições com metas a bater, isso é válido. No dia a dia, causa mal-estar e dispersa do foco. Ok, às vezes é preciso medir o impacto de nossas ideias e ações – como em uma entrevista de emprego. Não devemos é nos deixar levar pela opinião alheia, tentando parecer o que não somos.

Sei perdoar os outros e a mim mesma?

Acumular mágoas, rancores e arrependimentos é um grande impedimento para seguir em frente. De coração pesado, não se vai longe. É preciso transformar essas emoções, tentando achar uma nova solução para o conflito. Do contrário, a tendência é a pessoa ficar paralisada. Avalie se você é racional ou passional. Mas, ainda que o jeito de lidar com contendas mude, a regra é igual para ambos os tipos: Para perdoar com a cabeça e o coração, deve-se ter disposição para falar e pensar sobre o que aconteceu. O perdão completo só se dá quando todas as defesas se derreteram. E não é diferente se o conflito é consigo mesma.

Faço autorreflexões constantes?

A prática de desacelerar e criar chances para pensar a respeito de projetos ou acontecimentos é essencial para fazer escolhas mais conscientes. Trata-se de suspender o julgamento e contemplar, como se faz com uma paisagem. Assim, seu cérebro pode realizar novas conexões e sair das respostas ditadas pelo medo de fracassar. Esse é um momento para enxergar os vários lados de uma mesma questão, e ter equilíbrio é fundamental. Veja se não está sendo egoísta demais ou generosa demais. Se sua tendência for racionalizar em excesso, por exemplo, permita-se ser mais emocional, e vice-versa. Lidar com as polaridades é uma boa forma de melhorar suas escolhas.

Consigo me virar sozinha quando é necessário?

Até quem tem a sorte de nascer em um ambiente confiável, em famílias bem prestativas e protetoras, precisa desenvolver certa dose de autossuficiência. Saber se virar sozinha tem tudo a ver com possuir referências internas e acreditar ser uma pessoa confiável para si mesma. Mas não pense em autonomia como isolamento. O auge da independência é reconhecer que a interdependência existe, isto é, que ninguém vive só, mas saber que você conta pra valer é consigo própria e assumir as responsabilidades nas relações e nos lugares onde atua. Esse tipo de postura liberta de ficar esperando que alguém ou a providência divina venham salvá-la. O excesso de autossuficiência é desfavorável, pois saber pedir ajuda para as pessoas certas também faz parte de “saber se virar”.

Lido bem com mudanças?

Uma vantagem aqui é saber dar a devida proporção aos acontecimentos. É preciso distinguir o que é problema do que é chateação. Um diagnóstico de doença grave é problema e exigirá coragem e apoio. Já uma batidinha de carro é só um aborrecimento sem importância. Nos dois casos, dramatizar demais é perda de energia. A saída é encarar o que está por vir. Mudar implica sair de certas zonas de conforto e desmanchar velhos jeitos de se encaixar aos ritmos da vida. Devemos respeitar o fim de cada ciclo em vez de resistirmos aos términos e esperarmos que o destino decida por nós que direção tomar.

Gosto do que vejo no espelho diariamente?

Para cultivar um olhar mais generoso sobre si mesma é preciso, antes de tudo, entender que a real fonte da autoestima é ser, e não apenas parecer. Descubra o que você gosta de verdade no seu corpo e seu rosto e o que a mobiliza e faz sua vida realmente valer a pena. Isso lhe trará vitalidade, melhorando inclusive a imagem que vê no espelho. É que estará refletida ali uma pessoa genuína e singular, que não está nem aí para a ditadura dos padrões. Os modelos de beleza são criados pela cultura e não honram a singularidade de cada mulher. Comparar-se a eles é uma tortura da qual nem aquelas que são lindíssimas escapam, pois acabam se autodepreciando por causa de detalhes. Cultivar a aceitação é o primeiro passo para sair da armadilha.

Quais os meus maiores medos?

Detectá-los faz ganhar coragem. É importante separar os medos que estagnam daquele frio na barriga que até pode nos impulsionar a seguir adiante. Então, em vez de fugir, enfrente os fantasmas. Antes que se torne um pânico paralisante, refletir sobre as causas de determinado medo, as ações possíveis para superá-lo e quanto atrapalha a vida. Será que o prazer de visitar um lugar lindo não compensa encarar o receio de voar? Vale também diferenciar o que é coletivo, como o temor da violência urbana ou da exclusão social, e o que é individual. Isso aumenta a capacidade de vencer as adversidades. Ainda que seja necessário buscar ajuda profissional em alguns casos, pensar sobre nossos medos e tudo aquilo que não nos permitimos fazer possibilita desmontar velhos comportamentos.

 

Sou forte o suficiente para viver a vida plenamente?

Muitas pessoas temem não aguentar a perda de um ente querido, como a mãe, mas, quando ocorre, são capazes de enfrentar e superar o luto. Outras, diante de uma ameaça, fazem coisas impensáveis, como no caso dos pais do menino que foi atacado por um crocodilo: eles seguraram o bicho e salvaram a criança. Há um certo tipo de força que pode ser cultivada no dia a dia, conforme os objetivos traçados, mas há outra que só descobrimos diante das grandes adversidades. Assim, vale meter duas certezas na cabeça e apenas confiar: 1. Por mais que sejam tomadas precauções, não dá para controlar tudo. 2. Quando preciso for, sua cota de resistência e coragem brotará naturalmente.

Minha vida inclui doses de humor e paciência?

O humor é o antídoto contra a caretice e a chatice e nos faz ser boa companhia até para nós mesmos. Já a paciência é a compreensão do que pode ser feito dentro dos limites de cada situação. Ajuda a enxergar se é algo que pode ser transformado e a aceitar o que não tem solução. Só tome cuidado se você é famosa por sua paciência. Aí avalie se não anda engolindo sapos demais. Se todos acham que você é um amor, talvez seja hora de parar de querer agradar tanto e entrar em contato com sua raiva, inveja, ciúme e outros sentimentos menos nobres que são parte de nós. Com humor e paciência, fica mais fácil entender que a vida é feita de ciclos, tudo acontece passo a passo, um dia após o outro. E é aí que está a graça.

Estou aproveitando bem minha fase atual?

A questão aqui é verificar como vai a capacidade de viver o presente da melhor maneira possível sem se fixar no que está por vir ou no que já passou. Cada fase da vida tem coisas boas a oferecer e somos nós que decidimos se estamos ou não aptos a desfrutar aquele momento. Podemos escolher como queremos ser e viver a toda hora. Há velhinhas que mantêm a curiosidade e são fofas; outras levam a velhice com amargura. E há jovens ranzinzas, que não aproveitam o melhor dessa etapa tão desejável.

Sinto-me convicta de que estou com o parceiro certo?

Quatro sinais indicam que a relação vai bem: 1. É possível ficar em silêncio do lado do outro sem ter de representar. 2. Existe boa dose de amizade e sempre há o que compartilhar – isso, aliás, toma mais tempo do que as cobranças. 3. O sexo inclui atenção e carinho e satisfaz. 4. Há desejo de estar juntos e as diferenças são respeitadas e até mantidas como uma graça do relacionamento. Olhe o percurso do casal, e não só fatos isolados, como uma briga. Não tire conclusões apressadas. Às vezes achamos que, se trocarmos o parceiro, virá outro capaz de nos completar e tudo se resolverá. Mas não é bem assim.

Estou na carreira mais adequada para mim?

O principal é avaliar os ganhos que sua atividade lhe traz. Pergunte-se: "Ela me acrescenta algo que valorizo, não importa se dinheiro, status, reconhecimento ou sensação de dever cumprido?"Se sim, ok. Se não é o caso, veja se o rumo profissional tomado combina com a sua vida hoje. Uma escolha feita há anos pode precisar de atualização. E levante o que é sucesso para você. Às vezes, a pessoa encara o trabalho apenas como um trabalho e não deve ficar culpada por isso. Para verificar se tudo vai bem, veja se: você está à vontade e feliz em todos os papéis que desempenha (mãe, mulher, profissional); novos desafios trazem ânimo, e não sofrimento; as relações no escritório lhe fazem bem; você se sente parte do processo dentro da empresa.

Tenho me dedicado às coisas simples da vida?

Conversar com as crianças, cuidar das plantas, contemplar o céu e ouvir o canto de um pássaro são jeitos fáceis de brecar a loucura diária e se reconectar com o momento presente. Vale qualquer atividade que fuja das obrigações diárias e exija apenas estar ali desfrutando o agora. Essas pequenas ações ajudam a distinguir o que é acessório do que é essencial na vida, pois permitem sair daquela voracidade por produzir e consumir. E as oportunidades estão sempre por aí. Mesmo no meio do trânsito, perceber uma flor no caminho nos lembra de que tudo tem um tempo de crescer e amadurecer e que tanta correria pode ser dispensável!

Estou pronta para aceitar novos desafios?

Eles podem ser grandes ou pequenos: acampar numa bela praia, ir a uma festa na qual não se conhece ninguém, aprender uma nova língua, mudar de cidade ou de país... A disposição para encarar o inusitado é um termômetro que mede como anda sua curiosidade, algo essencial para manter a mente esperta e a vitalidade em alta. É preciso, claro, lembrar que a vida não é um eterno desfile de novidades, e há momentos em que precisamos insistir numa só coisa para ela poder florescer e completar seu ciclo. Por outro lado, quem acha que já sabe tudo e viu o que basta precisa tomar uma atitude para driblar o tédio. Ou a vida ficará, de fato, sem graça. Mas os desafios mudam para cada um. Pode ser andar de bicicleta, pedir desculpas. É essencial inventar sempre novas metas íntimas, e não só responder ao que a cultura deseja de nós. Isso impede que comportamentos ditados pelo medo se cristalizem.

Lido bem com meus erros?

Ficar preso ao que deu errado, com o olhar fixado apenas nas próprias falhas ou nos deslizes dos outros, pode impedir de seguir adiante e barrar novas experiências. O perfeccionismo e a autoexigência excessiva geram tensões extras que, a longo prazo, podem resultar em níveis elevados de stress – e isso, em geral, leva a cometer mais erros, atrasa tarefas, até paralisa. Então, da próxima vez em que pisar na bola, tente encarar apenas como um mau passo, e não como o fim do mundo. Uma dose de humor, com certeza, ajuda nessa hora.

Sou capaz de dizer sim e não sempre que preciso?

Esta é uma questão de equilíbrio, pois o medo de dizer não para os outros leva a falar muito menos sim para si mesma. Será que está sabendo equilibrar o que as pessoas querem de você e o que quer para si mesma? Se ceder demais, a insatisfação será enorme. Pare e reflita se você está constantemente se apertando para caber nos ambientes por onde circula – negar-se o direito de ser espontânea é um exemplo disso – ou está sempre expandindo seus limites para agradar. O sim e o não dão direções e deixam claro quais são os limites de cada um. Todas nós queremos tanto ser aceitas e amadas que muitas vezes não temos clareza das nossas necessidades. Isso é desgastante. Mas o contrário também pode ser verdadeiro: Ficar mudando o tempo inteiro de parceiro, de trabalho e de amizades pode indicar que está dizendo sim demais para si mesma sem olhar o coletivo.

Como quero ser lembrada?

Pelo estilo, pelo caráter, pelo talento, pela simplicidade, pelo humor ou por ser reclamona, raivosa, esnobe, dramática? Embora ninguém tenha controle sobre como impressiona os outros (e isso não deva guiar nossas escolhas), o olhar alheio ajuda a mostrar se nossas atitudes são coerentes com nossos reais desejos ou se há comportamentos que deveriam ser transformados ou mais cultivados ainda. Para saber se suas ações são congruentes com sua missão de vida, pergunte-se: Por que faço o que faço? Se restassem apenas seis meses de vida, manteria tudo igualzinho ao que é hoje? Mas vale também cogitar como um amigo, um familiar e um colega de trabalho falariam sobre você em um discurso. Será que ressaltariam o que vê em si mesma e gostaria de enfatizar? Ou pense em como deixar evidentes características que sabe que possui e valoriza.

Sei ouvir críticas?

Se forem construtivas, saídas de conversas sinceras no trabalho, em família ou entre amigos, as críticas podem ajudar a melhorar o desempenho, apurar raciocínios e opiniões, aprimorar valores. Mas elas pedem um tempo de digestão. Às vezes, contudo, nem depois de cumprida essa etapa conseguimos engolir a conversa de quem aponta nossas falhas e defeitos. A melhor maneira de lidar com isso é conhecer bem os próprios pontos fortes e fracos. Fica mais fácil discernir o que é construtivo e o que é resultado da projeção de aspectos negativos dos outros em você. É preciso também identificar quando há rigor exagerado no julgamento. Mas não adianta esperar ser bem avaliada a vida toda. A perfeição não existe. Tem gente que é viciada em aplausos e já ouve a ausência de elogios como uma grande vaia, o que também é uma distorção da realidade e causa muito desgaste e insegurança. Principalmente se a crítica é pesada demais, o mais saudável é nunca pegar a responsabilidade total para você de imediato. Avalie suas atitudes, veja como contribuiu de verdade para a situação, dê a si mesma um tempo para relativizar.

Sei escutar elogios com tranquilidade?

Se um comentário positivo sobre o que veste causa mais constrangimento do que satisfação, pergunte-se: Será que me sinto merecedora dos aspectos positivos da minha vida? Como vai o meu nível de autoapreciação? Considerar-se uma pessoa digna de elogios é um ponto muito positivo. Se eles incomodam ou provocam respostas depreciativas de sua parte, vale investigar se é por falsa modéstia ou porque teme despertar a inveja alheia. E veja como você mesma age: só elogia para conseguir algo de outras pessoas? O x da questão, segundo Daniela do Lago, é que vivemos em uma sociedade da crítica e, até por falta de hábito, perdemos muitas chances de alimentar a alma saboreando um elogio sincero.

Minha vida está no rumo certo?

É hora de saber se o que você está fazendo hoje da vida a deixa mais perto ou mais distante do que quer. Se a deixa mais longe, pense em mudar de rumo, mesmo que isso implique não seguir a direção do cardume. No mundo de hoje, tão rápido e de tantas possibilidades, nem tudo cabe a todos. Por isso, cada um tem de saber de si e ser fiel às suas escolhas mais genuínas. Avalie se sua vida está bem temperada com emoção, amor, desafio, trocas enriquecedoras, tudo de bom e significativo. Sentir-se no rumo certo não é apenas ticar conquistas, como casamento, filhos, carro, casa. Esse é um aspecto superficial da questão, na verdade. Por outro lado, a presença da alegria no cotidiano é sinal de que isso está acontecendo.

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