Mensagens de Dia dos Pais

Aproveite a data especial para mostrar para o seu pai o quanto você o ama. Selecionamos as melhores mensagens para ajudar a expressar seus sentimentos!

Obrigado, Pai!

Por ter me entendido enquanto eu crescia e por ter aceitado minhas tão rápidas mudanças.
Deve ter sido difícil manter-se em calma comigo mas você sempre tentou e quase sempre conseguiu.
Por ter me ouvido e ter me dado claras e breves respostas às dúvidas e perguntas que eu levava a você.
Por ter reforçado minha confiança para continuar revelando meus pensamentos e sentimentos.
Por ter me aplaudido quando fui verdadeiro, por ter me compreendido quando eu disse mentiras, por ter me provado que elas maculam nosso caráter.
Por ter me falado sobre os seus erros e sobre as coisas que você aprendeu com eles.
Isso fez com que eu aceitasse meus próprios erros, que também aprendesse e que me perdoasse.
Por prestar atenção e gastar tão grande parte do seu tempo comigo.
Isso me levou a acreditar que sou importante e que tenho muito valor.
Por agir sempre do modo que desejou que eu agisse.
Foi assim que você me deu um modelo positivo para seguir.
Por confiar em mim e me respeitar mesmo quando eu era menor do que você.
Por ter considerado meus sentimentos e necessidades, e ter me mostrado muitas vezes que elas eram semelhantes às suas.
Pelos elogios e pelos incentivos.
Foi sempre por isso que eu me senti bom e quis continuar sendo digno da sua fé em mim.
Por me ajudar a explorar meus talentos e potenciais.
Por ter me ensinado que para ser feliz eu tinha que ser eu mesmo e não como você ou igual a outros que você admirava.
Por ser você mesmo e por não desistir da felicidade.
Com isso eu aprendi a buscar uma vida feliz, bem sucedida e satisfatória.

Obrigado, Pai... Por sempre ter me ouvido.

EU AMO VOCÊ!

Muito obrigada, pai!

Silvia Schmidt

Por ter me entendido enquanto eu crescia
e por ter aceitado minhas tão rápidas mudanças.
Deve ter sido difícil manter-se em calma comigo,
mas você sempre tentou e quase sempre conseguiu.

Por ter me ouvido e ter me dado claras e breves respostas
às dúvidas e perguntas que eu levava a você.
Por ter reforçado minha confiança para continuar
revelando meus pensamentos e sentimentos.

Por ter me aplaudido quando fui verdadeiro,
por ter me compreendido quando eu disse mentiras,
por ter me provado que elas maculam nosso caráter.

Por ter me falado sobre os seus erros e sobre
as coisas que você aprendeu com eles.
Isso fez com que eu aceitasse meus próprios
erros, que também aprendesse e que me perdoasse.

Por prestar-me atenção e gastar tão grande
parte do seu tempo comigo.
Isso levou-me a acreditar que sou importante
e que tenho muito valor.

Por agir sempre do modo que desejou que eu agisse.
Foi assim que você me deu um modelo positivo para seguir.

Por confiar em mim e me respeitar mesmo
quando eu era menor do que você.
Por ter considerado meus sentimentos e necessidades,
e ter me mostrado muitas vezes
que elas eram semelhantes às suas.

Pelos elogios e pelos incentivos.
Foi sempre por isso que eu me senti bom
e quis continuar sendo digno da sua fé em mim.

Por ajudar-me a explorar meus talentos e potenciais.
Por ter me ensinado que para ser feliz
eu tinha que ser eu mesmo e não como você
ou igual a outros que você admirava.

Por ser você mesmo e por não desistir da felicidade.
Com isso eu aprendi a buscar uma vida feliz,
bem sucedida e satisfatória.

Obrigado, Pai
Por sempre ter me ouvido.

Ouça-me mais uma vez agora :
EU AMO VOCÊ!

Pais maus

Deus abençoe os pais maus!

Um dia, quando os meus filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva um pai, hei-de dizer-lhes:

- Amei-vos o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão, e a que horas regressam a casa?

- Amei-vos o suficiente para ter insistido em que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidade de a comprar.

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia.

- Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que “tiraram” da mercearia e dizerem ao dono: “Eu roubei isto ontem e queria pagar”.

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vós, durante 2 horas, enquanto limpavam o vosso quarto (tarefa que eu teria realizado em 15 minutos).

- Amei-vos o suficiente para vos deixar ver fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.

- Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO quando sabia que me iríeis odiar por isso.

Estou contente, venci. Porque, no final, vocês venceram também. E, qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês hão de dizer-lhes, quando eles vos perguntarem se os vossos pais eram maus … que sim, que éramos maus, que éramos os pais piores do mundo:

- As outras crianças comiam doces ao pequeno almoço; nós tínhamos de comer cereais, ovos, tostas.

- As outras crianças bebiam refrigerante ao almoço e comiam batatas fritas; nós tínhamos de comer sopa, o prato e fruta. E – não vão acreditar – os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, ao contrário dos outros pais.

- Os nossos pais insistiam em saber onde nós estávamos a todas as horas. Era quase uma prisão.

- Eles tinham de saber quem eram os nossos amigos, e o que fazíamos com eles.

- Eles insistiam em que lhes disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.

- Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violaram as leis de trabalho infantil: tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Acho que eles nem dormiam a pensar em coisas para nos mandarem fazer.

- Eles insistiam sempre conosco para lhes dizermos a verdade, apenas a verdade e toda a verdade.

- Na altura em que éramos adolescentes, eles conseguiam ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.

- Os pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta, para eles os conhecerem.

- Enquanto toda a gente podia sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.

- Por causa dos nossos pais, perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós, alguma vez, esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem foi preso por nenhum crime. Foi tudo por causa deles.

Agora que já saímos de casa, somos adultos, honestos e educados; estamos a fazer o nosso melhor para sermos “maus pais”, tal como os nossos pais foram.

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