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Não sei ser ausência

Despedidas e ausências doem, mas elas fazem parte da vida. Por mais que você queira insistir em algumas histórias, ajudar e estar sempre lado a lado com as pessoas que você se importa, em determinadas horas é preciso ir. A distância às vezes é necessária.

Enrosco ou fluidez?

Minha vida não tem fluído ultimamente... Tudo tem sido meio enroscado e travado. E acho que é porque eu me apego nas poucas coisas que são constantes, pois não quero que elas vão embora. Eu me apego ao passado, às pessoas, às histórias e lembranças e não me permito viver o que preciso viver.

Sei que, na vida, precisamos viver o adeus, as despedidas e partidas, mas eu evito a qualquer custo vivenciar tais emoções. Eu não quero sofrer, eu não quero me machucar… Mas eu também não quero que a minha vida seja esse enrosco! Eu quero viver uma vida que flua!

Eu preciso ser ausência

Eu gosto de ter você por perto. Eu gosto de poder conversar contigo e de saber que você está ali mesmo quando estamos em silêncio. Mas eu vejo que preciso te deixar ir, porque você não quer ficar aqui. Eu não quero e não sei ser ausência, mas eu preciso ser ou vou te sufocar.

É preciso deixar a vida levar...

É preciso saber viver a perda, sem se apegar a ela demais para não sofrer em excesso. É preciso saber deixar as pessoas irem, saber deixar a vida levar para longe o que precisa ser levado. É isso que me dizem e é isso que eu vivo tentando fazer, mas quando vejo, estou lutando, estou indo atrás das pessoas que se foram e não deixo que a vida siga em frente. Eu teimo em demasia em situações que já chegaram, ou até mesmo, passaram do fim.

Eu não gosto que as coisas mudem

É difícil, para mim, deixar as pessoas irem, deixar a vida tomar as rédeas. Eu não gosto de ver as coisas mudarem, de ver as pessoas irem e de não poder fazer nada para impedir que isso aconteça. Eu continuo tentando e indo atrás, na esperança de que as coisas voltem a ser como eram antes. No fundo, eu sei que isso não é bom. Eu sei que as coisas têm prazo de validade… Mas admito que eu não sei lidar com a perda, com o vazio, com a incerteza. E toda perda envolve alguma forma de luto, de vazio… Acho que é por isso que eu não gosto que as coisas mudem.

Eu não sei lidar com o fim

É fácil cair na ilusão de que as coisas são para sempre… O difícil é entender que as coisas, muitas vezes, têm começo, meio e fim e, quando o fim chega, saber lidar com ele. Eu, pessoalmente, não sei.

Eu não sei deixar a vida levar, deixar a vida tomar as rédeas e tomar seu rumo. Eu não sei me desapegar, não sei me ausentar e não sei lidar com a falta, com a mudança e com os sentimentos que ficam no buraco vazio em meu peito.

Eu preciso aprender a deixar ir

Na minha visão, se eu amo, eu vou lutar… Mas muitas vezes eu erro na mão. Eu aperto demais, luto demais, insisto demais… E as coisas se despedaçam, as pessoas se cansam e se afastam e eu fico sozinho, perdido, me sentindo culpado por tudo.

Eu sei que preciso aprender a deixar ir, quando a vida mostrar que esse é o melhor caminho, mas é tão difícil lidar com os fins, lidar com as emoções que ficam e com o “não saber”… Principalmente quando não queremos que algo acabe ou que alguém se vá.

Por favor, vida, me ensine

Ah, vida, por favor, me ensine a deixar ir… Eu sei que deixar ir dói (e é por isso que eu não gosto), mas eu sei que preciso ou vai doer mais ainda. Já me disseram que amar é deixar que a pessoa se vá, se ela quiser… Mas isso dói tanto. Por favor, vida, me ensine a aceitar o fim das coisas, a deixar que as pessoas partam e a saber lidar com as partidas e despedidas.

Como posso?

Como posso aprender a ser ausência, se eu não quero ser? Como posso aprender a ficar longe, a estar distante, se eu não quero estar? Como posso te deixar ir embora se eu ainda te amo? Como posso deixar a nossa história virar passado?

Eu não quero me distanciar...

É tão difícil reacostumar com uma vida sem você. É tão difícil pensar em não acordar ao seu lado, não poder te mandar uma mensagem ou não te ver no final do dia… É tão difícil pensar em uma vida sem você! Eu não quero me distanciar, eu não quero colocar a nossa história no passado. Eu quero seguir em frente, eu quero viver contigo e estar perto de ti!

Eu não quero desistir!

Eu posso até tentar me ausentar, me distanciar, mas o meu coração continua com você. Eu tento, finjo, mas não consigo te esquecer. Eu quero tanto te encontrar de novo depois que isso tudo passar. Eu quero conversar com você, quero ver o que fizemos de errado e ver se podemos fazer dar certo dessa vez. Eu não gosto de desistir e eu não quero desistir! Mas se você sentir que esse é o caminho, acho que precisarei entender…

Ver a nossa história em preto e branco

Te deixar ir e te ver partir é difícil demais para mim. É como ver a nossa história se tornar em preto e branco… É como um filme na minha mente que se repete sem parar ou uma música que não sai da minha cabeça. Eu não gosto dessa história de dizer adeus, de ter que me ausentar e de ter que te esquecer.

Me dói...

Me dói pensar que a partir de agora precisarei me distanciar de você. Me dói pensar em todas as coisas que vão mudar sem você aqui. Me dói pensar onde estivemos um dia e onde estamos hoje… Antes, nós não queríamos desgrudar um do outro para nada e agora você pede que eu me afaste. Me dói tanto ter que me tornar parte do seu passado e não mais do seu presente.

Eu me agarro...

Eu me agarro aos momentos, olhares, sorrisos e palavras… Eu me agarro às coisas e pessoas, com medo de perdê-las.

Eu me agarro ao presente para que ele jamais se torne passado. Eu me agarro, tanto, que quebro as coisas, sufoco as pessoas e, ainda assim, perco o controle de tudo e fico sozinho. Eu me agarro nas lembranças e esqueço-me de viver o presente.

Gosto de

Por que as pessoas têm que ir embora? Por que as pessoas somem? Por que as coisas mudam? Eu nunca gostei de nada disso e nunca quis me acostumar com nada disso… Eu não gosto de ausência, eu não gosto de distância, eu não gosto de finais… Eu gosto de tudo o que é contínuo, do dia a dia e da rotina. Eu gosto de estar perto, de estar junto, de "viver com" e não "sem".

Não quero ser ausência

Eu não sei ser ausência, porque eu não quero ser ausência. Eu não sei ser distância, porque eu não quero ser distância. Eu gosto de estar perto, eu gosto de estar contigo. Eu gosto de lutar e continuar tentando, não gosto de despedidas…

Mas eu sei que às vezes é preciso ser ausência, ser distância, ser despedida, pois infelizmente tudo chega ao fim...

Não sei deixar ir

Eu não sei dizer adeus, não sei ficar em silêncio, não sei me fazer ausente… Eu sou presença, sou intensidade. Eu gosto de viver perto, de "viver com" e não de viver longe. Não quero deixar uma história terminar, não quero deixar a vida levar, mesmo quando reconheço que esse é o caminho certo.