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Não seja escravo dos jogos

Antes de ler essa página, precisamos deixar uma coisa clara: joguinhos não são legais. Você gosta da pessoa? Ótimo, então declare-se e deixe o amor livre para ser tudo aquilo que o destino quiser que seja.

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Uma bomba prestes a explodir

Esse papo de que tudo o que o seu parceiro fizer você fará igual ou o dobro é perda de tempo, é algo destrutivo para o relacionamento, como uma bomba prestes a explodir. Esses joguinhos não valem de nada, não acrescentam nada e não mudam ninguém.

Sente e resolva os seus problemas

Não ceda aos desejos impulsivos do seu coração que pede vingança. Não busque mais motivos para discórdia, apenas aja como adulto, sente e converse, resolva de fato os seus problemas com a pessoa amada, sem cena, sem jogo, sem drama.

O amor sai de cena

De joguinho em joguinho, o amor acabará em um mar de lágrimas em que nada o fará renascer. As competições não foram feitas para o amor. Quando o sentimento vira competição, vai saindo de cena devagar até sumir.

Ninguém ganha

É nessa levada de quem joga, de quem finge não se importar, que a vida tira o amor de quem só acha que ama. É desse mesmo jeito que dois corações sofrem e ninguém aproveita a felicidade.

Complicam o amor

Que comecem os jogos e que acabe o amor! Digo isso pois a inocência de quem acha que o amor aumentará conforme a convivência ficar cada vez mais difícil está muito enganado. O amor não requer competição, exige apenas reciprocidade, felicidade, harmonia, paz. Ele exige pouco das pessoas, mas elas o complicam demais.

Não me leve nesse joguinho

Sem joguinho, eu apenas me recuso a ser escrava dessa rede de manipulação que você criou. Se quiser ser vingativo, mover sua vida na contramão, faça, mas não me leve contigo! Meus erros eu hei de consertar, mas por mim, não por você. Menos ainda farei dos seus erros um motivo para me gabar dos meus.

O destino é cruel

Quem muito joga acaba sendo esquecido pelo amor. Todos acabam desistindo de quem é assim e passam a viver de verdade longe de quem negativa todas as situações do cotidiano. Esse é o preço que se paga por querer controlar tudo, por limitar o outro, por viver de manipulações e vinganças. O destino é cruel para quem se julga perfeito.

 

Quando me libertei

Um dia, jurei amor eterno a quem havia se comprometido somente em errar em cima dos meus erros, a se justificar por toda ação mal caráter que realizava. Eu caía, acreditava fielmente que eu era a culpada disso tudo, que o amor estava chegando ao fim graças a mim. Estava cega, muda e surda. De fato, não enxergava um palmo à minha frente. Foi então que eu me recusei a continuar participando desse jogo ingrato, cruel e que estava me destruindo e, enfim, me libertei.

A vontade de dar certo

Um relacionamento merece toda clareza possível para se sustentar, para viver em constante harmonia e para gerar feliz. Quando um erra, o outro não tem que errar também. Quando um acerta, o outro não deve ficar com inveja. Ambos precisam conciliar suas ações, sem desmerecer ou querer ultrapassar as de quem se ama, sejam ações boas ou ruins. A sintonia, o respeito e a vontade de fazer dar certo devem estar presente todos os dias, haja o que houver.

Quem muito compete

Por todas as vezes que já sofreu calando-se para entrar em um jogo furado, perdido, eu digo que pare. Pare de tentar mais uma vez burlar os seus sentimentos escondendo-se atrás de quem o faz sofrer, justificando suas atitudes tolas por conta das atitudes dele. Amadureça sua mente e seu coração e não caia na sina que prega que quem muito compete, nada ganha.

Jogos não acrescentam

Não, não deixe de ligar quando ele não te liga. Não evite falar o que deseja só porque espera que ele fale primeiro. Tome a iniciativa, haja você. Jogos infames não acrescentam nada, pode acreditar.

Não seja tola

Nada pode aplacar a sua dor, eu sei, mas vingar-se de quem a magoou tampouco diminuirá o estrago que ficou aí dentro do seu peito. Não seja tola, nem sempre é melhor agir com o coração.

O declínio é certo

O dia a dia pode ser difícil: erros seguidos de erros, medos incontroláveis, dor, raiva. Mas atente-se: nenhum desses sentimentos pode ser maior que o amor, tampouco ter autonomia para desfrutar do lugar de boas energias, como a paz. Quando isso acontece, somente o declínio é certo, visto que a vingança cegará os olhos de quem a sente e terminará com o lindo sentimento que um dia habitou um coração.

Não era amor, era obsessão

Eu já sofri demais vivendo de jogos furados, acreditando que a cada novo dia eu tinha que bater uma meta invisível que outro alguém tinha designado a mim. Passei a mudar meus hábitos, meu jeito de ser. Deixei de sorrir, de ser eu e comecei a ver somente o que ele via em mim: os erros. Foi aí que percebi que já não era amor, era obsessão de me ter em suas mãos.

Pessoas erram

Se queres um conselho, aqui vai um: não manipule o seu amor. Entenda que, antes de o seu amor habitar o coração dela, havia um ser humano, um simples ser humano ali, naquela carcaça de corpo. Pessoas erram, mas isso não pode e não deve ser levado como um desafio pessoal, como o de corrigir o outro a qualquer custo ou puni-lo fazendo igual. Isso é só um jogo fútil, triste de se ver e que acaba ferindo dois corações.

Entenda as limitações

Erre, mas depois se corrija. Faça isso por você, não pelo outro. Não incentive os jogos dentro do amor, porque eles não são saudáveis. Entenda as limitações alheias e tenha paciência.

Saia dessa ilusão

Não chores à toa, não faça drama e nem jogos cruéis com o seu amor. Você está aqui neste mundo para emanar boas energias e não para sofrer ou fazer outro alguém sofrer. Saia dessa ilusão de que com a dor ele vai mudar, pois não vai. Ele o fará somente quando estiver preparado, se um dia estiver, é claro.

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