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Perigo é nunca se encontrar

Não fique parado no mesmo lugar a vida inteira. Permita-se conhecer outros lugares, outras pessoas, outras culturas... Só assim você irá descobrir quem você realmente é, nos simples detalhes da vida.

Para se encontrar é necessário se conhecer

Conhecer a si mesmo é um grande passo para o nascimento da sabedoria interior que expande para o mundo que o cerca. Não se pode negligenciar o que nos tornamos simplesmente para tentar satisfazer imagens do mundo externo, que por vezes são forçadas garganta abaixo com os vários estereótipos criados pela mídia. Somos realmente felizes quando aceitamos os nossos sentimentos e a ideia particular de vida.

A liberdade vem do conhecimento de si próprio

Não é possível ser livre se no momento encontra-se atado às concepções de outra pessoa. Vivenciar, dia a dia, aquilo que manda o coração, é a melhor maneira de se livrar das amarras privativas desta sociedade hipócrita. Esse conceito se baseia no fato de que toda imagem vendida serve unicamente para o comércio, ou seja, visa a economia e não o bem-estar do cidadão. Seja livre ao entender as palavras que sua alma sussurra aos ouvidos, pois esta é a sua verdade, isso poderá dá-lo a alforria.

É preciso abandonar a segurança para ver o que tem além

A segurança pode ser uma sensação enganosa que apenas prende o espírito sem deixar que nenhuma corrente de ar possa encher os pulmões. Para saber quem somos, temos que dar uma oportunidade de liberdade aos nossos sentimentos. É preciso se jogar ao vazio e imenso desconhecido das novidades. Não julgar antes que aconteça, pois ninguém é capaz de prever o futuro. Lance-se em uma jornada de autoconhecimento para o desconhecido que habita o seu coração e não tenha medo de se afogar em si.

Veja com os olhos dos outros e viva a vagar

Encarar a realidade com uma visão que não seja própria, é o mesmo que nunca viver. Pois é impossível ser feliz se tentamos desesperadamente ser o que na verdade não somos. Não é preciso gostar do que dizem ser bom e muito odiar aquilo que por senso comum é ruim. Ninguém é capaz de sentir plenamente o coração do outro, por isso o menor entendimento entre duas partes, parece solucionar os mais abafadiços problemas.

Tomar consciência é um passo para o autoconhecimento

Tomar consciência do inconsciente se trata de parar de ignorar os sentimentos e os instintos, que são o que realmente nos demonstram se estamos felizes ou vivendo como robôs. Se conhecer é respeitar aquilo que é, a princípio sem as concepções do bem ou do mal. Deve-se simplesmente compreender, sem julgamentos, aquilo que o coração fala.

A descoberta se encontra em todos os momentos

A descoberta de quem somos permeia as nossas vidas em todos os sentidos e por mais que se tente fugir da teia, estamos presos como uma presa indefesa. Por isso, devemos aceitar a realidade para compreender o que dizem os sentimentos, em todos os momentos, pois eles estão presentes nas ocasiões mais marcantes, mas também se encontram nos mais simples detalhes do dia a dia.

No interior está a resposta, siga para o interior

Pare de tentar achar as respostas no mundo, em situações e questões que nada tem a ver com aquilo que você realmente representa. Pare de buscar seu pensamento nas ideias de pessoas completamente diferentes de ti. Volte agora e faça o caminho inverso, ande incessantemente para dentro de si, pois apenas quando for fundo o suficiente, encontrará as respostas que tanto busca.

Não nos encontramos nos outros, apenas em nós

Não adianta tentar ver a vida de acordo com um pensamento que não saiu da própria mente, pois isso não comtempla a realidade íntima de cada um. Para nos entendermos como homens e mulheres, e assim nos colocarmos satisfatoriamente em inclusão na sociedade, precisamos primeiro compreender os nossos sentimentos e como eles nos movem. Da compreensão do eu, sem a bruta interferência externa, entendemos como ser felizes em humanidade, manifestando no mundo o espelho do nosso centro particular.

Somos o que somos, sozinhos ou acompanhados

Inventar personagens pode ser um passatempo, uma distração para o dia das bruxas, uma pequena esquete teatral, mas isso não pode imperar na vida real. Por mais que se tente fugir, em algum ponto do caminho somos impelidos a parar e nos avaliar, principalmente quando a felicidade nunca chega. Por isso, é preciso tomar consciência no tempo mais breve de quem realmente somos, por esse eu imutável do qual por vezes ignoramos, é um ser que independe tudo que o cerca. Trata-se de uma existência sentimental pura que se sintoniza aos nossos instintos e é responsável por nos fazer plenamente satisfeitos ou passageiros de uma agonia velada.

Quando nos descobrimos, resolvemos enigmas

A jornada do autoconhecimento não pode ser considerada uma tarefa simples, pois muitos que habitaram este planeta, partiram sem conseguir completar essa tarefa. São várias as nuances que implicam na montagem do quebra-cabeça da vida e que por fim ajudam na resolução do enigma do verdadeiro eu. Mas, é preciso ter em mente, que apenas aquele que tenta é capaz de conseguir, e tenha certeza, todos podem chegar lá! Paciência, fé, coragem e perseverança, basta optar por proliferar as virtudes corretas.

Abandonar-se é a melhor forma de se encontrar

Se prender em concepções que são incapazes de suportar a sua felicidade, é o mesmo que cortar pela raiz uma árvore prestes a dar frutos. Nestes momentos, talvez o melhor a se fazer seja abandonar-se aos seus instintos, sem muitos julgamentos, apenas operando em função da própria satisfação. Pois, em algum momento, pode aparecer à tona aquela parte de você que sempre ficou encarcerada, seja por vergonha ou qualquer outro motivo torpe. Às vezes, para se encontrar é preciso abandonar-se!

Renascer pode ser a única forma de ser

Como a mitológica fênix, nós também podemos nos reerguer das próprias cinzas, em um renascimento no qual sempre estaremos melhores. É difícil, para não dizer impossível, encontrar uma pessoa que nunca se sentiu despedaçada no decorrer da vida, por isso não devemos temer aquilo que não se pode controlar. Pois a cada queda, existe um recomeço, este é o princípio da compreensão de quem somos, porque sempre que isso acontece a experiência nos leva para caminhos melhores.

Explorar é ser, diversas vezes, a primeira vez

Ao entrarmos em contato com nosso eu interior, vivenciamos infindáveis surpresas que brilham os nossos olhos e transformam a realidade externa. A primeira vez não é algo surpreendente, mas uma questão radiante e que se repete a todo momento, portanto perdendo a alcunha do inédito que carrega. A compreensão do intrínseco problema que somos, enquanto seres humanos, nos destaca dos demais, pois os sentimentos sintonizam-se com a existência, que então, deixa de ser sufocante.

É preciso buscar, mas a resposta sempre está dentro...

Não devemos nos acomodar com as condições atuais de nossas vidas, por mais que elas possam ser boas. Como seres humanos, precisamos sempre estar em busca da evolução pessoal, para sermos felizes e também transmitir bons sentimentos. Mas a busca, principalmente a parte mais importante dela, não pode ser encontrada fora do seu eu interior, pois o turbilhão que acomete a alma deve ser amenizado, e só as respostas íntimas, de autoconhecimento, podem desempenhar este papel.

A verdade própria não pode ser encontrada nos livros

Os livros não podem ser ignorados como forma de inspiração, porém são conhecimentos que não brotaram da sua fonte. Eles podem lhe abrir os olhos, mas não podem resolver os problemas, pois essa parte está atrelada a você. Apenas a vontade e a coragem de se autoconhecer, com todas as imperfeições que existem, podem te levar ao pleno alvorecer de um novo ser.