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Um dia silencioso

Não há nada melhor do que a própria companhia em um dia tranquilo e suave. Sente-se em um banco ou fique em casa mesmo, aproveitando para entrar em contato com o que há dentro do seu coração! Não se deixe abater pelo silêncio... Afinal, é nele que nascem os melhores pensamentos!

Coisa daqui de dentro

Silêncio. É período longo por diversas vezes, mas deixa que a gente preste a devida atenção. Silenciar, nem sempre, é o mesmo que calar. Silêncio, muito em verdade, às vezes só faz com que a gente pause um pouco a bagunça do mundo para que possamos ouvir a nós mesmos. Silêncio é introspecção.

Decisão acertada

Silenciar é, por vezes, gritar. E o silêncio jamais significaria ser, de qualquer forma, improdutivo. Silenciar pode ser repensar, mudar os atos, decidir a continuar. Um dia silencioso não é perdido porque, não raras as vezes, é no silêncio que a gente se encontra. E é encontrando a nós mesmos que, mesmo num período de poucas ações mostradas ao mundo, o nosso coração se decide pautado.

Sem medo de ser feliz

Feito. E não tenha medo do silêncio. Ele não precisa ser aterrorizante, amedrontador nem nada do tipo. Ele não precisa ser motivo de pânico, ele pode ser amigo das nossas ações. Está tudo bem não dizer tudo sempre nem ter o que dizer em algum momento. A gente sabe que precisa de um tempo com o nosso próprio silêncio para nos reconciliarmos conosco mesmos.

Tudo o que a gente precisa

Nem tudo está bem todos os dias. É completamente compreensível. E, nos dias em que tenha se dado essa pausa — que precisa ser vista mais como um presente e menos com uma sensação de impotência —, ele não precisa ser total. Coloque sua música favorita e se incentive sempre.

O que você quer de verdade?

Porque é realmente isso. Então, responda a pergunta que está diante de você. O que você realmente quer? Quais são as suas vontades, sonhos, desejos, planos? Eles sempre estiveram bem aí, nesse silêncio que, com tantas turbulências e vidas corridas, a gente não para pra dar a devida importância. Mas agora, com essa resposta dada, a gente pode fazer o que nos cabe: agir.

A decisão é sua

E vai dar certo. Por mais incômodo que pareça lá no fundo do coração ou que a resposta seja um não, deu certo. Foi bem. Acredite: tudo o que vem na vida é feito de propósitos e tem o tempo que deveria durar. Se a gente pode modificar isso e fazer com que melhore, é o que faremos. Portanto, nas respostas que obteve do seu silêncio, concentre-se em trabalhar exatamente naquilo que depende de você.

Não perturbe

A vida é feita assim: tem horas em que a gente precisa de muitas coisas ao redor, muitos sons que nos despertam sensações, emoções e sentimentos e, em outros, só precisamos nos sentir em paz e sem dizer nada. Acontece e não é uma vez só: como sempre, a gente precisa viver e extrair o máximo possível de lições.

Siga em frente

Pense no seu silêncio como um ponto de partida. Para um compositor ou um artista, por exemplo, não é necessário que se realize o silêncio para que aconteçam os tempos certos de uma música? Pense sempre assim. É o início de algo novo, de uma decisão tomada ou só de um novo dia, de novas possibilidades e, com certeza, alegrias contagiantes.

Olhos em atenção

Mesmo no silêncio, esteja atento. É lá que você pode encontrar aquilo de que tanto precisa. Por isso, repare no máximo que puder e aproveite esse tempo quieto para o autoconhecimento: afinal, é sempre um saldo positivo o fato de que a gente saiba quem somos e, assim, saibamos como aplicar à nossa convivência diária.

Convidado especial

Pra isso, faça algo que você goste, tome a iniciativa e se convide. Faça mesmo, nem que você precise de um espelho para dizer: hoje eu vou me fazer feliz. Quando a gente entra em modo silencioso, é quase como quando silencia um celular cheio de notificações o tempo todo: a gente não quer atender aos pedidos de fora, não nesse momento.

Por mim? Sim!

Está tudo supercerto. A gente não precisa sempre ser incrível ou super-heroínas que salvam todos os dias. Às vezes, todo o necessário é que a gente faça por nós mesmos o que fazemos pelas pessoas. Afinal, além de nutrir boas relações com o outro, a nossa própria deve assumir algum status de felicidade antes de mais nada.

Alto demais

E não tem problema se a gente quer sair dessa também. O problema estaria se, fora do silêncio, fôssemos tão sobrepostos que nos tornássemos incapazes de ouvir a nossa própria voz. E isso acontece mesmo às vezes, parece inevitável inclusive. Então, tudo o que a gente precisa fazer é perceber.

Gentileza gera gentileza

É espiar pela portinha que dá para dentro do nosso coração e dizer: “Oi, você precisa de alguma coisa?” Seja gentil consigo mesmo. Afinal, se a nossa essência pode sorrir para os outros, a gente não pode esquecer que ela também é boa ao ponto de que sorria para nós. É isso não é errado nem egocêntrico, é amor-próprio.

Molde de nós mesmos

Sabe aquela forma que nos mostra exatamente como amar alguém? O amor-próprio é justamente isso. É o nosso termômetro de qualquer relacionamento. Sabe quando estamos de bom humor e tudo acontece de uma maneira incrivelmente feliz? É isso, é a vida mostrando que só é um espelho daquilo que a gente mostrou que podia ser.

Como a gente quiser

Então, silenciosamente ou gritando aos quatro ventos, da maneira que tiver que ser, seja. Seja por completo, por todo silêncio e por todos os recados que a gente, agora, já sabe que ele dá. Tudo bem ser feliz em silêncio. E tudo bem transformar os momentos de silêncio numa felicidade completa.