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Tipos de colegas de trabalho

Sabe aquele colega que insiste em piadas sem graça? Ou aqueles que levam sua vida pessoal para o escritório inteiro? Eles são comuns em diversas empresas, e listamos alguns tipos para você conferir e se identificar!

Puxa sacos

Talvez o mais odiado de todos. Ninguém gosta dos “puxa-sacos”. Ele são uma espécie de escoria das empresas. Vive beijando o chão que o chefe pisa para ganhar uma promoção. Faz as coisas mais ridículas, dedura todo mundo, caráter é o que lhe falta. Quando ganha a tão almejada promoção, toda mundo tem consciência que não fez por méritos e sim por causa do “puxa-saquismo infinito”, ainda que, o próprio ache mesmo que mereceu.

O intrigueiro

Esse é praticamente o diabinho no ombro que sussurra no ouvido. O intrigueiro não gosta de paz no ambiente de trabalho. Seu objetivo principal é disseminar a fofoca e a discórdia. Dependendo do grau, a mesma pode ser enquadrada no tipo patológico. Essa ultima seria aquela pessoa com graves problemas psicológicos que desconfia que está sendo ameaçada por outrem. Ela acaba tomando a suspeita como verdade e começa a disparar contra o objeto da sua suspeita.
Os “semeadores da discórdia” são alvo das reclamações da maioria dos trabalhadores brasileiros, já que a fofoca foi eleita como o pior hábito e o motor das brigas. Quem é chefe tem que ficar de olho nesse pessoal: se ele exagerar, já sabe o que fazer!

O cara que acha que é a ultima bolacha do pacote

O individuo que “se acha”, quem não tem raiva dele? Independente de ele conhecer ou não o trabalho, realizar ou não sua função, ninguém gosto do sujeito. Geralmente é aquele que vai ficar de fora de lista da festa de fim de ano ou vai ser o ultimo a ser convidado (para não criar um clima chato).
Dependendo do grau de “achismo” é possível identificar certo transtorno. Essas pessoas normalmente assumem esse comportamento porque não acreditam em si mesmas e tem que ficar se afirmando o tempo todo.
Há ainda aquele que “se acha” por causa do seu medo de perder o emprego. É o sujeito que está ocupando o cargo mesmo sem ter a qualidade para isso. Ele mesmo sabe que é uma farsa porém não se esforça para melhorar. O jeito é arrumar uma maneira de “cobrir” essas falhas. O caminho adotado normalmente é ficar criticando o trabalho dos outros e dizendo o “quanto é bom”. Por um lado dá certo porque pessoas tão despreparadas quanto o próprio provavelmente vão cair na tática da “mentira dita mil vezes se torna verdade”. Contudo, nem todo mundo é tão ingênuo de ser enganado com tamanha facilidade e quando ele nota isso, seu objetivo se transforma em “puxar o tapete” daquele que não caiu na sua armadilha.

Aquele que reclama de tudo

Delegaram uma função para ele, ele reclama. Avocaram uma função, ele reclama. Aumentaram o salário, ele reclama que foi pouco. Tudo é motivo para reclamar. Sempre alega que não cumpriu com o que era para ser feito porque não “havia condições para tal”. A depressão em pessoa geralmente escurece o ambiente onde entra. As pessoas evitam, o máximo que podem, entrar em contato com ele para evitar a contaminação. Ele não entende porque ninguém vai muito com a sua lata e isso se transforma em motivo para mais reclamação

Sujeito que não faz nada mas é amigo de todo mundo

A amizade é uma relação afetiva muito estranha. Faz com você perca o seu bom senso, por exemplo. E é dessa perda que o amigo de todo mundo “faz nada” se aproveita. Ele é o sujeito que chega no trabalho e pega aquele copinho de 50mL de café – que dura mais de duas horas para acabar – e rodeia o ambiente de trabalho conversando com todo mundo, contando história, puxando papo. “Faz o social”. Quando questionado sobre o seu trabalho, sempre responde algo do tipo “Bah, estou cheio de trabalho”, embora todos saibam que ele não faz nada mesmo quando tem trabalho aos montes. O “queridão” é um típico utilizador da Lei de Gerson (tirar vantagem do próximo) para evitar o máximo possível a realização da sua função. Todavia, como ele é o “amigão” todo mundo opta por não reclamar do malandro.

O Ogro

O ogro é aquele colega que não tem a mínima educação e bons modos. Responde sempre com rispidez, não sabe conversar sobre nada que saia da esfera popular (futebol, cerveja e mulheres), endoidece quando alguém pega seus materiais de trabalho emprestado e não fala mais de quatro frases sem colocar uma gíria ou um erro grotesco de português no meio. Resumindo, ele é falta de cultura em carne e osso.
O ogro normalmente permanece por mais de 10 anos no mesmo cargo e reclama que ninguém nunca lhe dá uma oportunidade. Acha que tem potencial, mas quando é questionado sobre o que ele acha de determinado ponto da sua função, responde “_ Pois é, não estou por dentro disso, tá ligado! Mas então, viu o jogo do Curinthians onti? O Galvão disse que o Neymá vai pro Barcelona”

O brincalhão em excesso

Quando você o vê, logo pensa “O Bozo chegou!”. Brincar uma vez ou outra faz parte da dinâmica saudável do ambiente de trabalho. Contudo, como tudo na vida, o excesso estraga. E quando o sujeito não tem o “desconfiometro”, aí a coisa complica! Começa por brincadeiras bobinhas … e você ri e releva. E as brincadeiras vão evoluindo até chegar ao ponto do “sem noção”, que nem uma criança de 5 anos de idade faria. Você vai aturando, aturando, aturando, até o dia que pula no pescoço do brincalhão e ensina que lugar de palhaço é no circo. E nesse momento, pode acreditar, ainda vai aparecer aquele que diga “Ah, mais era só uma brincadeira”.