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Amor, paixão e loucura

Quem nunca fez uma loucura por amor? Ou se sentiu tão apaixonado que pensou que estava talvez um pouquinho louco da cabeça? O amor é um sentimento tão forte, que nos faz sentir coisas estranhas mesmo. Mas você não está sozinho. Compartilhe a loucura de amar!

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Quando eu falo de amor

Bruno Érnica

Amor, eu digo “eu te amo” toda vez que
te olho no fundo dos olhos,
respiro forte e
começo a sorrir sem motivo.

Amor, eu digo “eu te amo” toda vez que
te escuto, te ajudo com os problemas,
te ajudo com a vida,
te ajudo a te ajudar.

Amor, eu digo “eu te amo” toda vez que
eu não digo nada,
pois eu não preciso dizer algo
para pensar em você.

Eu meio que não consigo para de fazer isso...

Minha não-namorada

Douglas Cordare

Desde de que nos aproximamos eu percebi que o único rótulo que eu preciso é um que me prenda bem forte a você. O que eu procurava, por tanto tempo, em outras garotas já não procuro mais, declarações públicas e jantares a luz de vela de repente parecem clichês e sem emoção. Não quero ser padrão, quero ser seu.

Eu percebi que você, meu bem, não precisa ser minha namorada. Você só precisa ser, ponto. O que você for, se for comigo eu já basta pra mim porque, como eu disse, o conceito de namorada sempre foi muito importante para mim, mas você sempre foi muito mais.

Eu te amo

Bruno Érnica

Em um “eu te amo” o amor cabe uma única vez. Mas o amor cabe inúmeras vezes em atos de afeto. Troco um milhão de “eu te amo” por atitudes, porque eu amo você.

Almas gêmeas

Bruno Érnica

Nunca acreditei em almas gêmeas. Como posso saber que o amor da minha vida está na fila do pão, sendo que eu só compro pão de forma? Como saber se essa pessoa está esperando por mim na pista de uma balada de rock, sendo que eu só saio para dançar pop? Como posso saber que a pessoa que vai mexer com os meus sentidos sentou ao meu lado no ônibus, sendo que eu tenho que descer no próximo? Jamais saberei.

Se a minha metade da laranja existe, ela foi desidratada para virar Tang e todo mundo já bebeu um pouco desse amor. Se a tampa da minha panela está por aí eu nunca vou saber, pois só como fora e nunca visito a cozinha dos restaurantes. Se o chinelo para o meu pé cansado existe, ele deve ser da coleção do verão passado da Havaianas e não vou encontrar mais para vender.

Já sei que nunca vou me deparar com uma alma gêmea, mas acredito em destinos cruzados. Um dia o seu destino vai cruzar com o meu e nascerá o que a gente chama de amor. Quando isso acontecer, te empresto a minha alma e você empresta a sua. Elas nunca serão gêmeas e eu me contento com almas apenas parecidas. Nunca gostei de Gêmeos, prefiro ser de Libra.

Chegamos

Bruno Érnica

Chegou o dia que vou te ver.
Chegou o dia que vamos ficar juntos.
Chegou o dia que a gente vai dormir de conchinha.
Chegou o dia que aceitei o amor.
Chegou o dia que vamos dividir o mesmo teto.
Chegou o dia que caímos na rotina.
Chegou o dia que cansamos das nossas diferenças.
Chegou o dia que brigamos.
Chegou o dia que enjoamos de nós dois.
Chegou o dia que nos machucamos.
Chegou o dia que trocamos o amor por sofrimento.
Chegou o dia que terminamos.
Chegou o dia.

Era pra gente

Bruno Érnica

Era pra gente estar agora rindo um do outro, porque um falou uma palavra errada, porque o outro está com o cabelo bagunçado, porque vemos graça onde não existe.
Era pra gente estar agora no mesmo lugar, decidindo o futuro juntos, vivendo o mesmo tempo e dividindo o mesmo espaço, mas estamos separados, cada um no seu canto, cada um por si, cada um sendo um só.

Era pra gente ser feliz, juntos...

Tá calor

Bruno Érnica

Tá calor. Tá quente demais, misericórdia! Se tá quente desse jeito dormindo sem roupa e sem cobertor, imagina só dormir de conchinha com alguém? Deus que me livre! Tá calor demais para namorar. Ficar beijando com esse calor, o corpo suado, que nojo. Não dá certo não. Ter que sair na rua de mãos dadas, sendo que elas estão molhadas, eca. Ter que tomar banho junto enquanto um passa calor do lado de fora do chuveiro e outro se refresca, olha isso, que egoísmo. Tá quente demais para ter alguém do lado, te apertando o tempo inteiro e dizendo um monte de frases bonitas, que dão um calorão só de pensar em tanto mimimi. O calor é tanto que não dá para aguentar conviver com mais alguém que não seja você mesmo.

Ainda bem que tô aqui, sozinho, comigo. Tá quente demais para ter algo além de um coração gelado.

 

Certo sobre a pessoa errada

Bruno Érnica

O amor não é prático, mas parece que nunca vou entender isso. Eu espero que você seja a pessoa certa, não posso estar errado sobre tanto sentimento explodindo aqui dentro. Você se encaixa tão perfeitamente em minha vida que até um Lego sentiria inveja. É tão confortável te ter por perto que até meu travesseiro já se conformou. É tão mágico ter você comigo que até a Disney fica ofendida.

Na prática do amor, isso funciona muito bem para mim, mas parece que sou só mais um trem que está passando pela sua vida e você não quer entrar em nenhum vagão. Eu sou um Tupperware sem tampa que você nunca vai usar, uma blusa que encolheu e está jogada no seu guarda-roupa e a academia que está paga para o ano todo mas você nunca pisou lá.

Preciso praticar mais o que sinto por você. A gente combina, mas só do meu lado. Eu gostaria que você fosse o meu agora, o meu momento, mas acho que está predestinado a ser meu depois, o meu amanhã. Não quero esperar pelo futuro, acredito que você é um presente. Vou tentar entender porque o destino te entregou antes do previsto. Vou tentar me conformar com o fato de um dia você não fazer parte da minha vida.

Não vai ser como eu quero. Viver é um aprendizado e eu sempre odiei essa aula. O amor não responde a prática. Ele é uma teoria sem fundamento.

Cabimento

Bruno Érnica

Não cabe
na palma
da mão
de quem aplaude
da planta
o que não cabe
no coração
o da mente
o que mente
o que apoia
o que sente
e não cabe
dentro da
gente
tanto amor
tão descabível
e inacabado
que não tem cabimento.

Meu eu, seu eu e nós dois

Bruno Érnica

Somos positivamente conflitantes e sempre seremos. Eu não vivo sem você e você não você sem mim, independente de qualquer sentimento. Estamos em sociedade, logo até a individualidade é coletiva. Sendo assim, amar é coletivo: dependemos do amor dos outros para existir. É aí que entra o problema, o meu e o seu. Uma relação é feita de doações, do que parte de mim para você e do que parte de você para mim. Quando nos colocamos no meio das relações cotidianas, como deixar de fazer algo que gostaríamos para fazer algo que o outro gostaria, vivemos a coletividade do amor. Mas quando o seu eu entende que a doação tange a um universo de coisas que só você gosta e eu não, ou quando antes de pensar em você eu penso em mim, não há coletividade, há egoísmo. Amar não é egocentrismo, amar é ceder. E alguém tem que ceder para um dos “eus”, senão a coletividade jamais existirá, o individual tentará seguir sem sucesso e vamos quebrar a regra social do amor. Não que para amar existam regras, mas para não deixar de amar o meu ou o seu eu, existem. Quando um de nós anula o próprio eu, não existe mais coletivo, já apenas um irá se sobressair e uma relação de um só deixa de ser coletiva, torna-se individual e automaticamente egoísta. Se você acredita no amor, passe a pensar mais em mim do que em você e viva nós dois. Se você acredita em você, em mim e no amor ao mesmo tempo, esqueça um dos três.

Comanda

Bruno Érnica

Pare de me entregar desmontado, sabendo que eu devolvo pronto. Pare de me amar pela metade, eu amo por completo. Pare de forjar os sentimentos, isso não é uma disputada de quem gosta mais. Pare de me tentar e continue tentando.

O amor não é uma comanda de paciência onde você vai gastando a sua consumação até ela estourar.

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