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Atitudes que mulheres não tomam de medo de assedio

Mulheres enfrentam assédio diariamente no metrô, no ônibus, na rua indo para casa, na faculdade... Como qualquer lugar e qualquer pessoa acabam se tornando propícios, muitas evitam algumas atitudes. Conheça algumas e lute por um mundo melhor!

Andar sozinha à noite

Andar à noite sozinha pode ser um pesadelo para as mulheres. Muitas vezes, evitamos sair ou chegar tarde justamente porque sabemos que pode ser perigoso andar sem companhia pelas ruas da cidade durante à noite. E, ainda, precisar ficar sozinha em pontos de ônibus, estações e pontos de táxi é horrível.

Fazer qualquer caminho para ir a algum lugar

Além de precisarem sempre andar em companhia à noite ou reprogramar os horários para evitar problemas, muitas vezes, as mulheres precisam repensar os trajetos que realizarão para evitar assédios, optando por vias mais movimentadas e lugares mais cheios. Sozinhas à noite e ainda em lugares vazios, elas ficam mais suscetíveis aos assédios.

Responder a algum chamado na rua

Uma mulher nunca responde ao ouvir algum tipo de chamado na rua, mesmo que seja de alguém conhecido que ela não tenha visto. Muitas vezes, os chamados podem ser de assediadores que desejam fazer gestos obscenos ou realizar convites indesejados.

Ser simpática com desconhecidos

O assédio não tem cara nem lugar para acontecer. Muitas vezes, o simples ato de ser simpática com um desconhecido pode dar a entender a alguém mal-intencionado que aquilo é um sinal verde para investidas. Por isso, muitas mulheres andam de cara feia, sérias e sem dar muita bola para estranhos nas ruas.

Seguir pelo mesmo lado da rua sempre

Dificilmente, uma mulher segue seu caminho pelo mesmo lado da rua sempre. Ao avistar algum grupo de homens ou até mesmo apenas um sozinho, a insegurança fala mais alto e, automaticamente, ela já atravessa ou tenta passar longe das pessoas para evitar escutar os assédios.

Deixar de dizer aonde vai

Uma mulher, mesmo que não diga aos seus familiares, conta para amigas onde está indo, principalmente quando se trata de um encontro amoroso com uma pessoa a qual ela não teve muito convívio ainda. É uma forma de deixar todos “alertas” quanto a seu paradeiro e se sentir mais segura.

Se defender de assédio

Ir ao trabalho, à faculdade ou à academia pode não ser tão simples quanto parece. Muitas vezes, em coisas do cotidiano, as mulheres são acometidas com os mais variados tipos de assédio e, muitas vezes, não podem se defender das grosserias e dos ataques que estão sofrendo, pois sentem medo das pessoas que os estão proferindo. Quase sempre, quem assedia tem postura agressiva ao ouvir uma resposta negativa de uma mulher.

Usar a roupa que quiser

Aquele short jeans lindo, um vestidinho um pouco mais curto ou simplesmente blusa um pouco mais decotada: essas peças acabam indo parar no fundo do guarda-roupa porque, muitas vezes, as mulheres sabem que podem sofrer assédio por usarem tais peças nas ruas. Olhares mais intimidadores, cantadas, palavras agressivas... Na maioria das vezes, coisas que ninguém precisaria ouvir, infelizmente.

Deixar de chegar em casa no horário

As mulheres que usam transporte público no dia a dia, muitas vezes, deixam de chegar nos horários de sempre em casa porque preferem esperar até um ônibus ou metrô mais vazio chegar. Isso porque em ambientes lotados nos transportes se tornam alvos fáceis para assédios.

Dar um fora severo na balada

Além de precisarem omitir se são solteiras ou comprometidas, muitas mulheres têm medo de dizer “não” de forma mais séria a alguém na balada, pois muitas vezes as reações são agressivas. Não são poucos os casos de homens que não aceitam o “fora” e agridem fisicamente a mulher.

Deixam de ser claras

As mulheres costumam falar nas entrelinhas quando se trata de assédio. Assim, criam códigos linguísticos ou gestuais para avisar umas as outras que precisam de ajuda naquele momento. O medo de sofrer alguma violência por dizer em alto e bom o som o que está acontecendo persegue as mulheres.