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Livros que toda mulher deveria ler aos 35 anos

Está querendo aproveitar seu tempo livre com alguma atividade prazerosa e enriquecedora? Nós separamos alguns livros especialmente para as mulheres refletirem! Confira a lista!

Cem Anos de Solidão

Gabriel García Márquez

Escrito pelo falecido colombiano Gabriel García Márquez, ganhador do Prêmio Nobel da Literatura em 1982, esta obra é considerada, atualmente, uma das mais importantes para a literatura latino-americana. Neste livro, você acompanha as várias gerações da família Buendía e as peculiaridades das características dos descendentes de José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán.

O Segundo Sexo

Simone de Beauvoir

Um livro de uma mulher para as mulheres: Simone de Beauvoir, estudiosa do feminismo, traz de forma crítica (e embasada em estudos) o panorama de uma sociedade que reprime e descrimina as mulheres – isso em 1949, quando o feminismo sequer era um movimento “real”. Este livro traz também as questões biológicas (principalmente), filosóficas e sociais acerca da mulher e explora, também, a identidade feminina perante a sociedade e o que é esperado das mulheres desde o momento em que nascem.

Dom Casmurro

Machado de Assis

Este importante clássico brasileiro, escrito por Machado de Assis, traz a história de Bentinho, que tem certeza de que Capitu, sua mulher, o traiu com seu melhor amigo – surgindo daí, então, uma das maiores incógnitas da nossa literatura.

Comer, Rezar e Amar

Elizabeth Gilbert

Elizabeth Gilbert, autora do livro, passou por uma crise de meia-idade aos 30 anos - teve uma mudança em seus projetos de vida (casar e ter filhos) após um divórcio, que a afundou em uma depressão. Para sair dessa “fossa”, ela se demitiu do emprego e vendeu seus bens para fazer uma viagem pelo mundo que a transformaria.

A Hora da Estrela

Clarice Lispector

Este romance de Clarice Lispector traz a história de Macabéa, uma jovem nordestina que chega ao Rio de Janeiro cheia de sonhos e ilusões e que entre aventuras e desventuras, leva uma vida simples e sem grandes emoções.

A Mística Feminina

Betty Friedan

De Betty Friedan, este é considerado um dos livros mais importantes do século XX e traz o estudo de que a mulher havia sido mistificada após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929. Isso fazia com que a criação da menina, desde a infância, já a desestimulasse a desenvolver habilidades que não fossem voltadas ao lar e à família.

O Pequeno Príncipe

Antoine de Saint-Exupéry

O livro pode ter sido escrito pensado no público infantil, mas possui mensagens que podem ser levadas por toda a vida. A obra de Antoine de Saint-Exupéry, segundo Martin Heidegger, é a maior obra existencialista do século XX. A história é a de um piloto que cai com o avião no meio do deserto e vê uma criança loira, que diz ter vindo de outro planeta. Juntos, eles refletem sobre a vida e seus valores.

Fio das Missangas

Mia Couto

Do escritor moçambicano Mia Couto, esta obra traz 29 contos inspirados na cultura local, sendo todos eles focados em personagens femininas.

Bad Feminist

Roxane Gay

Roxane Gay explora a pluralidade dentro do próprio feminismo e mostra que é possível ser feminista sem seguir uma cartilha específica, com regras, padrões e restrições. A autora apresenta ideias contraditórias, mas que ela mesma julga que são “ok”, como poder ser feminista e gostar de músicas misóginas ou de apreciar revistas de moda, mesmo que disseminem uma ideia errônea de “perfeição”. A impressão que se tem durante a leitura é que está conversando com uma amiga, já que ela mistura humor com indignação e raiva.

Persépolis

Marjane Strapi

Da autora iraniana Marjane Strapi, o livro é uma obra autobiográfica e que traz a história de sua infância até o início da vida adulta, durante e após a revolução islâmica.

O Diário de Bridget Jones

Helen Fielding

Este livro, de Helen Fielding, o primeiro de uma série, é o que deu origem aos famosos filmes de mesmo nome estrelados pela atriz Renée Zellweger. Nesta história, Bridget é aquela mulher com as quais muitas se identificam: 30 anos, solteira, infeliz com o corpo, fumante (mas quer parar de fumar), não está exatamente feliz com seu emprego e vive aventuras e desventuras amorosas – sempre com um inabalável bom humor.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Sophie Kinsella

Está aí um outro livro que originou um filme. Escrito por Sophie Kinsella, Becky é uma consumidora compulsiva endividada e jornalista que, ironicamente, escreve sobre economia. Entre compras por impulso e fugas do agente do escritório de cobranças, ela se apaixona por seu editor, que não sabe de seu lado “obscuro”.

Diário de Anne Frank

Anne Frank

Publicado originalmente em 1947, o famoso livro traz um relato, sob o ponto de vista de uma adolescente, sobre a opressão da Alemanha nazista aos judeus.

Orgulho e Preconceito

Jane Austen

Jane Austen, considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, traz a maneira que a personagem Elizabeth Bennet, segunda de cinco filhas de um proprietário rural, lida com as questões da moral, educação e casamento na aristocracia no início do século XIX.

Alice no País das Maravilhas

Lewis Carroll

Assim como “O Pequeno Príncipe”, este clássico livro, escrito por Lewis Carroll, é originalmente feito para crianças, mas pode ser facilmente reflexivo para um adulto. Nele, Alice, depois de cair numa toca de um coelho, encontra um mundo mágico povoado por humanos e criaturas fantásticas e é posta de frente com diversos enigmas.