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Frases de Euclides da Cunha

Euclides da Cunha possui grande obra na literatura nacional, além das outras funções que ocupou ao longo da vida como jornalista, sociólogo, engenheiro e poeta.

20/01/1866 15/08/1909
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Sagradas ilusões

Euclides da Cunha

É, desgraçadamente, comum nesta terra vender-se a consciência; mas, eu terei asco de mim mesmo se um dia (estou plenamente seguro que nunca me achanará) calcar as mais sagradas ilusões de meu cérebro para satisfazer as exigências do estômago.
(Nota do autor ao poema Eu sou republicano)

Cordão de Serras

Euclides da Cunha

Canudos tinha muito apropriadamente, em roda, uma cercadura de montanhas. Era um parêntesis; era um hiato. Era um vácuo. Não existia. Transposto aquele cordão de serras, ninguém mais pecava.

Não é pouco...

Euclides da Cunha

Não desejo Europa, o boulevard, os brilhos de uma posição, desejo o sertão, a picada malgradada, e a vida afanosa e triste de pioneiro. Nestes tempos de fragilidade já não é pouco.
(Carta a José Veríssimo, 7 jul. 1904)

Objetivo firme e permanente

Euclides da Cunha

Sem este objetivo firme e permanente (de conhecer o interior inóspito), a Amazônia, mais cedo ou mais tarde, se destacará do Brasil, naturalmente e irresistivelmente, como se despega um mundo de uma nebulosa — pela expansão centrífuga do seu próprio movimento.
(Entre o Madeira e o Javari)

 

Único Caso

Euclides da Cunha

Somos o único caso histórico de uma nacionalidade feita por uma teoria política. Vimos, de um salto, da homogeneidade da colônia para o regímen constitucional: do alvará para as leis.
(III, Da Independência à República)

Quem te disse isto?

Euclides da Cunha

Então... eu não creio em Deus?! Quem te disse isto? Puseste-me na mesma roda dos singulares infelizes, que usam o ateísmo como usam de gravatas — por chic, e para se darem ares de sábios... Não.
(Carta a Coelho Neto, 22 nov. 1903)

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