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Histórias de Natal

Reunimos histórias maravilhosas que farão você se emocionar e entrar definitivamente no espírito natalino! Não perca tempo, leia, compartilhe e emocione corações.

As 7 Estrelas

Relampejou no céu, no exato momento em que a mulher para ele levantou seu olhar. Com o relampejar o céu se abriu, deixando que dele escapasse uma estrela!

A mulher observou que de dentro daquela estrela Outra saiu e dentro desta saiu outra, assim sucessivamente Até que no céu se enfileirassem Sete estrelas.

Elas simbolizavam tantas coisas: Lembrou que a estrela da manhã era símbolo do princípio da vida.

Então a estrela maior, a primeira, aquela que escapara pela fresta do céu falou assim:

Não te confundas querendo saber o que dizem as estrelas. As estrelas falam a cada um o que ele quer escutar. Agora neste momento apenas, deseja ser realizado o teu sonho maior!

Entrega-os aos céus, entrega à luz das estrelas. Pois esta luz poderá ser canal de conduto, aquele ponto capacitado para realizar o teu sonho.

Ainda assim este sonho só será concretizado se nele estiver contido o orvalho da manhã a lágrima da emoção e a semente do amor.

Então a mulher fechou os olhos e fez seu pedido na certeza de sua concretização. Pois nele estava a semente do amor, da esperança e da paz que ela pedira para germinar entre os povos iluminou o nascimento de um menino, filho daquela mulher que um dia disse o Sim.

Em seguida uma estrela muito especial, surgida no Oriente, iluminou o nascimento de um menino, filho daquela mulher que um dia disse o Sim. E a terra encheu-se de glória! Pois com Ele veio a Luz da Esperança, do Amor e da Paz, para iluminar o coração da humanidade.

Uma Linda Menina

Há muito, muito tempo, numa grande cidade, vivia uma linda menina muito pobre, que ganhava a vida a vender caixas de fósforos. Ela sabia que, se chegasse a casa sem ter conseguido vender os fósforos, seria castigada com severidade pelo pai. Para ele, o Natal não tinha encanto, só lhe interessava o dinheiro que a filha lhe tinha de entregar todos os dias.
Numa noite, véspera de Natal, a pequena vendedora vagueava pelas ruas, com a neve a cair em abundância, afundando nela os seus pezinhos. Nas mãos geladas, levava as caixinhas de fósforos.

Dentro das casas aquecidas, as famílias cantavam junto das lareiras e das árvores de Natal, repletas de presentes. O cheiro dos assados quentinhos espalhava-se pelas ruas, desertas e gélidas. Ninguém queria comprar os seus fósforos.

Muito cansada, sentou-se num canto e lembrou-se das bonitas fábulas que a sua doce mãezinha lhe contava, enquanto a embalava nos seus braços quentes. Mas isso fora antes de a tuberculose a ter levado. A menina imaginou-se ao encontro dos braços abertos da mãe mas esta parecia estar sempre longe, impossível de alcançar.

O frio aumentava. Com lágrimas nos olhos, ela olhou para as caixinhas de fósforos. E se acendesse apenas um para aquecer as mãos? Talvez o pai não notasse. Pegou num fósforo e acendeu-o. Uma chamazinha quente e luminosa logo brilhou. Para ela, parecia o calor de um grande fogão ali perto. Pegou noutro fósforo e acendeu-o também. Diante dela surgiu uma mesa posta com porcelanas e um delicioso assado, recheado com ameixas e maçãs, exalando um cheiro delicioso. Quando estendeu a mão... a chama desapareceu.

Só a neve caía diante dela. Acendeu um terceiro fósforo. Agora parecia estar sentada junto a uma enorme árvore de Natal, onde milhares de bolas coloridas e estrelinhas cintilavam. De repente, a chama tremeu, o fósforo apagou-se... e tudo desapareceu. A menina acendeu mais um fósforo e lembrou-se da sua avó, que sempre a tratara com ternura. Mas o fósforo apagou-se e a imagem desfez-se.

O frio aumentava. A menina já não sentia os pés e as mãos estavam enregeladas. Então, com muita dificuldade, acendeu todos os fósforos que ainda restavam e, como que por magia, à sua volta tudo pareceu brilhar. Sentiu que estava a separar-se daquele corpo gélido que era o seu e a aproximar-se de uma luz salvadora.

Foi por isso que não viu dois braços enérgicos, mas carinhosos, correrem na sua direção.
Quando acordou, estava numa cama bem quentinha. Todos olhavam para ela com muito amor. Agora tinha uma nova família que a adotara.

O Sonho do Papai Noel

O Pai Natal estava a sonhar um lindo sonho, do qual não queria acordar. Era véspera de Natal e todos estavam felizes!

Ninguém estava sozinho! Todos tinham família, e uma casa onde estar, com a mesa pronta para a ceia de natal e com comida para todos. Não havia pobreza, nem ódio, nem guerras. Todos eram amigos, não havia brigas, palavrões nem má educação, e o Pai Natal via como todos eram carinhosos uns com os outros. As pessoas que se encontravam nas ruas, a caminho de casa, cantarolavam alegremente músicas de natal, levando as últimas prendas para colocar debaixo do pinheiro. Nem cão nem gato estavam sozinhos nesta noite fria. Todos tinham um lugar aconchegado onde ficar.

E o Pai Natal não conseguia deixar de sorrir, de tanta felicidade ao ver o mundo cheio de paz, amor e harmonia!

Mas o Pai Natal acordou e viu que tudo não passara de um sonho maravilhoso, e ficou triste. Só algumas pessoas no mundo eram felizes, capazes de celebrar o natal em alegria, paz e comunhão com os seus, de terem um lar, comida, roupa e amor.

Então o Pai Natal pensou: Terei de continuar a ajudar crianças e adultos a ter um Natal Feliz!

Vou preparar as renas e o meu trenó, para enchê-lo com prendas e distribui-las esta noite, de modo a que, pelo menos uma vez por ano, haja alegria no coração de todos nós!.

E assim o Pai Natal continua, ano após ano, a cumprir a sua tarefa, até que um dia possa ver o seu lindo sonho concretizado.

Ho, Ho, Ho! Feliz Natal a todos!

O Atraso do Papai Noel

Todos os anos, como já é costume, o Pai Natal vai a uma pequena aldeia levar os presentes às crianças. Mas este ano aconteceu uma desgraça: O Pai Natal atrasou-se, e as crianças da aldeia ficaram preocupadas, pois ainda não receberam os presentes.

- Onde está o Pai Noel? – Perguntou uma das crianças da aldeia aos seus amigos.
- Não sabemos – disseram todos em coro – O Pai Noel ainda não foi à nossa casa!
- O Pai Noel atrasou-se?! – Perguntou uma das crianças.
- Que estranho, o Pai Noel nunca se atrasa! – Disse a outra.
- Vamos ter com ele ao Pólo Norte! – falou entusiasmada uma criança.
- Boa ideia! – Disseram todos – Vamos à casa dele!

Assim o disseram, assim o fizeram! Foram todos à casa do Pai Noel, e quando lá chegaram bateram à porta e disseram:
- Pai Noel! Somos nós, as crianças da aldeia.
O Pai Noel foi abrir a porta e disse:
- Entrem crianças, entrem. Desculpem-me eu tenho uma rena doente e tive de arranjar outra, ia agora mesmo para a aldeia…
- Pai Noel, nós não sabíamos o que tinha acontecido e ficamos preocupados, mas agora já estamos mais descansadas. – Interromperam as crianças.
- Agora podemos ir todos no meu trenó para a aldeia! – Sugeriu o Pai Noel.
- Sim! Nós íamos adorar.
- Então vamos!

Foram todos para a aldeia, mas quando lá chegaram encontraram as mães muito preocupadas com o desaparecimento dos seus filhos, e com o atraso do Pai Noel.
- Ai, ai, esquecemo-nos de avisar as nossas mães, e elas agora estão preocupadas.
- Olhem – disse uma das mães – não são os nossos filhos e o Pai Noel?
- São! Mas como é que os nossos filhos estão com o Pai Natal?
- Pois não sabemos!
Já era muito tarde, e já passava muito da hora de abrir os presentes.

- Fomos ver o Pai Noel, porque ele estava atrasado e esquecemo-nos de vos avisar, desculpem! – Disseram todas as crianças, envergonhadas.
Uma das mães respondeu:
- Não faz mal, o que importa é que todos estão bem. Vamos abrir as prendas?
O Pai Noel deu então os presentes às crianças e prometeu nuca mais se atrasar.