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Homem sorrindo/ Caio Ribeiro

Caio Ribeiro

Ser comentarista esportivo não é pra qualquer um! No caso de Caio Ribeiro, ele realmente sabe o que faz! Caio começou sua carreira no São Paulo e se destacou bem cedo na carreira, tendo um notável desempenho no campeonato sub-20, o que o levou a jogar em dois times italianos: Internazionale e Napoli! Após uma temporada na Europa, Caio ainda foi destaque em diversos times no Brasil antes de se aposentar dos campos para mergulhar na gestão esportiva e se tornar comentarista! Sua carreira não para! Ah, e ainda é possível ouvi-lo como comentarista em alguns jogos de videogame! Sem dúvida, um profissional sensacional!

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Resumo da vida do famoso

Caio Ribeiro apresentando programa

Caio Ribeiro Decoussau, mais conhecido como Caio Ribeiro, nasceu em 16 de agosto de 1975 e é ex-jogador de futebol; ele atuava como atacante. Começou a carreira profissional no São Paulo, mas já passou por times internacionais, como Inter de Milão, Napoli e Rot-Weiss (Alemanha), além de times nacionais, como Santos, Flamengo, Fluminense, Grêmio e Botafogo. Caio também jogou pela Seleção Brasileira nas categorias sub-20 e sub-23. Aposentou-se dos campos aos 30 anos de idade. Dois anos após a sua aposentadoria, especializou-se em Gestão no Esporte e passou a atuar como comentarista esportivo para os canais Globo. Pela sua performance no programa “Central da Copa”, que apresentou ao lado de Tiago Leifert durante a Copa do Mundo de 2010, garantiu notoriedade e seu sucesso como comentarista.

Princípios básicos

Alto Astral

Caio garante que os valores aprendidos durante sua carreira futebolística serão levados e aplicados para sempre em sua vida pessoal.

“Acho que, independentemente da profissão que você exerça, seja jogador de futebol, médico ou professor, a gente sempre está lidando com pessoas, né? Então tudo é uma questão de gestão de pessoas. Se você souber se relacionar, se respeitar as pessoas com as quais convive, independentemente de cor e classe social, a mente abre.”

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Valores

Alto Astral

Caio pontua quais foram as lições mais importantes que o esporte trouxe para a sua vida.

“Pra ter a formação de alguns valores que eu acho importantes… Eu venho de uma família de classe média e desde muito novo convivi com uma realidade totalmente diferente da minha.”

Não é para todos

Alto Astral

Caio é enfático ao dizer que nunca pensou em atuar como técnico.

“Não! Até os próprios jogadores, quando eu encontro, brincam comigo. Eles perguntam se eu penso em fazer alguma coisa nesse sentido.”

Aposentadoria como jogador

Alto Astral

Ele conta o que o motivou a se aposentar dos campos aos 30 anos de idade.

“Foi uma série de fatores… Resumidamente, as propostas que eu tinha já não eram as que eu gostaria, eu estava com 30 anos e já estava mais pra fim de carreira. Sempre tive uma preocupação muito grande em saber a hora de parar… Além de abrir o jornal ou ligar uma televisão e ouvir as pessoas dizerem que você devia parar, que você está mal, que você não rende mais… Então foi uma somatória de fatores, mais a vontade de voltar pra São Paulo. Eu fiquei muito tempo distante da minha família e dos meus amigos, então eu achei que era a hora.”

Negociação familiar

Esporte Clube Pinheiros

Caio Ribeiro sorrindo

Antes mesmo de iniciar sua carreira como jogador, Caio já tinha um plano para quando se aposentasse.

“Fiz um acordo com o meu pai: no dia em que resolvi correr atrás do sonho de ser jogador profissional, falei que, quando parasse de jogar, faria uma faculdade. Quando parei, no fim de 2005, fiz uma faculdade de Gestão do Esporte.”

Pós aposentadoria

Esporte Clube Pinheiros

Como surgiu a oportunidade de atuar como comentarista esportivo? Caio explica:

“Conversando com um amigo, pintou um convite da Rádio Globo. Foi aí que entrou meu planejamento de carreira, porque pensei: ‘Puxa, daqui a pouco vai parar o Edmundo, o Romário, o Rogério Ceni, o Marcos. Caras que jogaram muito mais do que eu. Então talvez fosse a hora de parar um pouquinho antes e já pensar em uma pós-carreira, com o planejamento de, em cinco anos, estar em uma TV aberta. Esse era o meu objetivo. Antes de ir para a TV, trabalhei um ano na Rádio Globo, com o Oscar Ulisses, e isso foi um grande aprendizado.”

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Linguagem própria

Esporte Clube Pinheiros

Caio revela o motivo de ser bastante didático ao atuar como comentarista de partidas de futebol.

“Quando falamos de TV aberta, estamos falando para todos os perfis e idades. E para muitas dessas pessoas que estão em casa não adianta eu falar em ‘4-4-2’ ou ‘4-5-1’. Nessa hora, penso na minha avó. Sei que ela acharia que é uma sopa de letrinhas e não saberia do que se trata. A minha preocupação é com a pessoa que não é ligada ao esporte e que, ao ligar a TV, entenda a mensagem que quero passar.”

 

Imparcialidade

Esporte Clube Pinheiros

Caio Ribeiro falando

Sobre conseguir ser imparcial nos comentários de partidas, mesmo quando o seu time do coração está em campo.

“Pra mim é tranquilo, porque todos nós temos um time de infância e aí é aquela paixão, que é o que move o futebol, a paixão clubística… Como comentarista, procuro ser o mais isento possível, porque estou falando para todas as torcidas.”

Preparado

Esporte Clube Pinheiros

Ele conta como é a sua preparação antes de comentar um jogo.

“Tenho a preocupação de acompanhar os treinos, conversar com os jogadores e entender a cabeça do torcedor, para que seja não só didático, mas o mais transparente possível na transmissão.”

Maior desafio

Esporte Clube Pinheiros

Quando iniciou a sua carreira como comentarista, Caio conta quais eram as suas maiores preocupações e dificuldades.

“No começo, principalmente no primeiro ano em que atuei como comentarista, a minha principal dificuldade era que eu era um jogador. É complicado você criticar os seus amigos e companheiros de profissão. E eu não queria que a classe de jogadores me visse como um traíra, um cara que só porque estava com um microfone ia começar a falar mal de todo mundo. Até porque trago para os meus comentários alguns valores que considero importantes e que meus pais me passaram, como o respeito, então procuro analisar tecnicamente, não pejorativamente.”

Comentários errados

Esporte Clube Pinheiros

Caio Ribeiro

Caio responde se alguma vez já se arrependeu de algum comentário que fez e se já se envolveu em alguma polêmica por seus comentários esportivos.

“Que eu falei e depois pensei que não deveria ter falado, já aconteceu, sim, várias vezes. Graças a Deus, acho que em polêmica nunca me meti. Ser comentarista é analisar o jogo e ser o mais didático e transparente possível em relação ao que vocês, que estão na frente da TV, estão assistindo. E sempre digo: não sou dono da verdade, muito pelo contrário! Sei que, se começar a falar muita bobagem, se for muito agressivo, se começar a falar algo diferente do que vocês estão vendo, vocês mudam de canal e vão para outra emissora.”

Saudade eterna

Esporte Clube Pinheiros

Caio pontua o que mais o faz sentir saudade da época em que era jogador.

“Da adrenalina do jogo, daquele momento em que você está entrando em campo, de ver um estádio lotado e de fazer um gol. Comemorar uma vitória é fantástico. Comecei a jogar com cinco anos e parei com 30. Durante muitos anos da minha vida, o futebol era o meu combustível. Hoje, continuo no esporte e no ambiente do estádio, mas é diferente… Você não tem aquela sensação de fazer o gol e de ganhar um jogo. Continuo apaixonado pelo que eu faço. Nunca vi minha vida longe do esporte.”

Assédio da mulherada

Alto Astral

Caio Ribeiro

Caio conta se o assédio das mulheres aumentou depois de passar de jogador a comentarista.

“Mudou o tipo de assédio. Por exemplo: quando você joga, tem muita menininha apaixonada gritando seu nome, porque tem aquela coisa do ídolo”.

Trabalho full time

Alto Astral

Durante os jogos da Copa do Mundo, Caio confessa que não saía de dentro da Globo, pois o trabalho como comentarista de um evento tão grandioso acaba sendo muito maior. O elenco do “Casseta e Planeta” chegou a brincar com a situação.

“É um mês de cobertura de um evento que é o maior do futebol, então é normal que a gente trabalhe um pouquinho mais do que em Campeonato Brasileiro ou na Copa Libertadores, porque você tem mais jogos e um período muito curto entre eles.”

Playboyzinho

UOL Esportes e TV

Quando Caio se profissionalizou como jogador, ele tinha fama de ser filhinho de papai, mas garante que nunca agiu de forma superior.

“Por ter vindo de uma família de classe média, talvez encontrasse algum tipo de preconceito nessa chegada ao profissional, mas, como comecei muito cedo, aos 5 anos, passando de categoria em categoria, quando cheguei no profissional as pessoas já me conheciam. Fiz questão de não ter nenhum tipo de privilégio em relação a eles.”

Alvo de piadas

UOL Esportes e TV

Caio Ribeiro

Caio virou meme quando um jornalista publicou, em meados de 1999, que ele havia dito que nunca havia escutado a música Last Kiss do Pearl Jam na hora H, mas que em breve o faria. O furo o persegue até hoje.

“O cara foi fazendo várias perguntas durante a entrevista e perguntou sobre músicas preferidas na hora de fazer amor. Eu disse que não tinha uma, que era muito do momento. Ele perguntou sobre qual banda eu gostava e eu falei que gostava de Pearl Jam, da música Last Kiss. Aí ele perguntou: 'E você pretende usar essa música para fazer amor?' Eu disse: 'Espero que sim'. Mas aí ele foi juntando e fez aquela resposta. Eu nunca falei nada daquilo".

Referência no campo

UOL Esportes e TV

Caio destaca qual dos jogadores com os quais teve a oportunidade de jogar mais marcou a sua vida.

"Tive alguns grandes companheiros de ataque. Tive o prazer de jogar ao lado de jogadores do nível do Müller, do Dodô e do Romário, o melhor deles. Digo sempre que o Müller foi o jogador mais completo que eu joguei na minha vida, mas Romário foi o mais fantástico... Um cara acima da média, tanto intelectualmente quanto dentro de campo, cracaço em todos os sentidos."

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Do campo para a vida

UOL Esportes e TV

Ele comenta sobre algumas pessoas que passaram por sua vida profissional e se tornaram fundamentais em sua vida pessoal.

"Sempre falo que teve dois caras que foram fundamentais, que viraram meus grandes amigos e por quem tenho eterna gratidão, além do Telê, que era o comandante de tudo: um foi o Zetti, um cara fantástico, meu amigo até hoje e que naquela fase que chega no profissional quebra aquele gelo, e outro foi o Cafu… O Muricy é outro grande amigo, tenho um super-respeito. Poucas pessoas conhecem o Muricy fora das câmeras. É um cara absolutamente fantástico."

Lição inesquecível

UOL Esportes e TV

Caio Ribeiro falando

Caio conta que Cafu lhe ensinou uma lição valiosa e o fez perceber de maneira positiva a forma com que Telê Santana lhe tratava enquanto jogador do São Paulo.

“Algumas das grandes lições de vida que eu tive no futebol recebi do Cafu. Numa das vezes em que o Telê pegou no meu pé – e pegava muito –, o Cafu virou para mim e falou: 'Enquanto ele brigar com você é porque ele acredita em você. No dia em que ele parar, aí você tem que se preocupar.’”

Gratidão

UOL Esportes e TV

Caio detalha seu jogo de estreia pelo São Paulo e conta que pôde contar com o incentivo de Müller, jogador então titular do time.

“Tenho um eterno agradecimento ao Müller. No jogo contra a Ferroviária, que foi a minha estreia, era a primeira semana do Campeonato Paulista e ele estava no departamento médico. Ele falou: 'Pega firme que você vai jogar'. Sai a escalação e obviamente que o Müller era titular e eu estava no banco. Ele aquece e fala: 'Presta atenção que você vai entrar'. Resumo: ele cai aos 8 minutos, depois aos 18 e aos 33 do primeiro tempo, e eu desesperado de o Telê achar que tinha alguma sacanagem no meio. O Telê olha e fala: 'Tá fazendo o quê sentado ainda, Caio? Vai'. E assim foi minha estreia, a gente ganhou por 4 a 1 da Ferroviária e eu fiz o quarto gol."

Pessoas que marcam

UOL Esportes e TV

O ex-jogador rasga elogios quando o assunto é Telê Santana, técnico do São Paulo na época em que Caio integrava o time como jogador.

“Ser lançado no time profissional por um gênio, como Telê Santana, que, além de ter um conceito de futebol muito bacana, para frente, tinha uma preocupação também com o atleta fora de campo, de não se deslumbrar, de saber investir seu dinheiro e lidar com a fama de uma maneira mais natural... Não se fazem mais Telê Santana, então o futebol perde com isso.”

Sonho que se tornou realidade

UOL Esportes e TV

Caio Ribeiro falando

Caio relembra sua estreia como jogador no São Paulo.

"Foi especial, porque é a concretização de um sonho desde moleque. Vai galgando espaço, degrau a degrau, até chegar no time de cima e de repente ter a oportunidade de jogar com os seus ídolos, aqueles caras que eram suas referências quando era mais novo.”

Irritação durante partida

TV e Famosos

Durante um dos jogos da Copa Libertadores da América de 2017, Caio se irritou com uma atitude do árbitro chileno Julio Bascunan e soltou o verbo ao vivo, durante o programa “Bem Amigos”.

"Quando eu vejo a câmera aberta, a câmera fechada no último minuto, o árbitro levar o apito à boca e não apitar... São 23h30, então acho que eu já posso usar esse palavreado. Vocês me desculpem, mas ele 'pipocou', ele é um 'bananão.’”

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Sendo justo

Mellho

“A gente não pode colocar o Neymar acima de qualquer suspeita, como 'Deus no céu e Neymar na Terra', nem achar que quando o Brasil perde toda a responsabilidade tem que ir para os ombros dele. Que ele é um craque, disso eu não tenho dúvida.”

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