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Mulher jovem em escada de construção, escrevendo equações em uma lousa com giz.

10 mulheres cientistas na história

Muitas pessoas não sabem, mas desde o início da História da humanidade, inúmeras mulheres fizeram a diferença em diversas áreas. Atualmente, a sociedade machista tende a diminuir a mulher e até mesmo encobrir os seus feitos, ressaltando sempre que somente os homens são capazes de determinadas coisas – e, em razão dessa visão, mulheres cientistas não tiveram o reconhecimento merecido pelos seus trabalhos. Seja na Ciência, seja em qualquer outra área profissional, as mulheres foram e continuam sendo extremamente capacitadas para qualquer tarefa. Conheça agora 10 mulheres cientistas que fizeram história e mudaram o mundo!

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1– Hipátia de Alexandria

Viveu entre 350 dC e 415 dC. Considerada a primeira mulher da história a contribuir com o desenvolvimento da Ciência. Filha do matemático Téon, desde criança já demonstrava um intelecto notavelmente brilhante. Filósofa e Matemática da Academia de Atenas. Suas contribuições mais importantes foram: o desenvolvimento de um método para fazer divisões de números grandes; a invenção do astrolábio, instrumento utilizado para orientar navegadores a partir do Sol e de outras estrelas; invenção do hidroscópio, aparelho utilizado para visualizar em baixo da água em grandes profundidades. Era admirada também pela grande capacidade como oradora, o que a tornava uma debatedora quase invencível. Foi morta aos 47 anos de idade por uma turba de religiosos fundamentalistas que a acusaram de bruxaria.

2 – Caroline Lucretia Herschel

Astrônoma alemã, nasceu em Hanover, Alemanha, no dia 16 de março de 1750 e morreu, também em Hanover, no dia 9 de janeiro de 1848. Era irmã do famoso astrônomo Willliam Herschel que descobriu o planeta Urano. Considerada a primeira astrônoma mulher da história, era reconhecida como grande cientista. Ganhou vários prêmios, dentre eles, a Medalha de Ouro da Royal Astronomical Society, em 1828, e a Medalha de Ouro da Ciência do Rei da Prússia. Junto com o irmão, Caroline descobriu 2,4 mil objetos astronômicos e, sozinha, 8 cometas.

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3 – Maria Gaetana Agnesi

Filósofa e matemática italiana, nasceu em Milão no ano de 1718 e faleceu, também em Milão no ano de 1799. Seu trabalho teve grande contribuição para o cálculo diferencial integral, a partir de sua obra: “instituições analíticas” onde une os trabalhos de Newton e Leibniz, abordando a solução de uma equação de complexa resolução cujo resultado, utilizado até hoje, gera a curva conhecida como “bruxa Agnesy”. O termo bruxa ficou para história por conta de um erro de tradução. Maria Gaetana Agnesi utilizou, em seu trabalho, o termo “la versiera” que significa curva, mas o tradutor se confundiu com “l'aversiera” cujo significado é bruxa.

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4 – Ada Augusta King

A condessa de Lovelace nasceu em Londres em 1815 e faleceu, ainda muita jovem, com apenas 37 anos, também em Londres no ano de 1852. Filha do famoso poeta Lorde Byron, destacou-se por seu trabalho na área da computação. Sua facilidade com a matemática e as ciências exatas era tamanha que ainda, na adolescência, trabalhou com Charles Babbage na invenção da máquina analítica que rendeu a ele o título de pai da computação. É dela a autoria a forma algorítmica com que a máquina de Babbage funcionava. Ela é, portanto, a autora do primeiro programa computacional da história. Desenvolveu o conceito de sub-rotina e a ideia de laço, ou mais conhecido como loops. A linguagem ADA, desenvolvida nos de 1970, foi batizada em sua homenagem.

5 – Marie Sklodowska Curie

Nascida em Varsóvia, Polônia, no ano de 1867 e falecida em Passy, uma cidade Francesa, em 1934. Física polonesa, destacada por seus trabalhos relativos à radioatividade é conhecida como a “mãe da Física moderna”. Única pessoa a ganhar duas vezes o prêmio Nobel em áreas científicas distintas: em 1903 ganhou o Prêmio Nobel de Física pelo trabalho relativo à descoberta dos elementos Polônio e o Radio. Em 1911 ganhou o Nobel de Química por ter produzido o elemento rádio de alta pureza.

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6 – Florence Sabin

Cientista e médica americana, nasceu em Central City, Estados Unidos, no ano de 1871 e morreu em Denver, Estados Unidos, no ano de 1953. Primeira mulher a lecionar na Universidade Johns Hopkins e ser eleita como membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Também foi a primeira mulher a chefiar o Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica. Seu trabalho de pesquisa facilitou a compreensão do sistema linfático e sua relação com o desenvolvimento das veias em embriões, que ocorre fora do tecido.

 

7 – Irène Joliot-Curie

Nascida em 1897 em Paris e falecida em 1956, também em Paris. É uma química francesa. O sobrenome não é coincidência, ela era filha de Marie Curie e de Pierre Curie. Ganhou o prêmio Nobel de Química por seus estudos relativos à radioatividade natural.

8 – Virginia Apgar

Médica norte-americana nasceu em Westfield, Estados Unidos, no ano de de 1909 e morreu em Nova Iorque, Estados Unidos, no ano de 1974. Seus trabalhos criaram um ramo da pediatria: a neonatologia. Seu nome é dado ao famoso teste de Apgar que avalia a saúde do recém-nascido. Esse teste reduziu significativamente a mortalidade infantil em todo o mundo.

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9 – Dorothy Mary Crowfoot Hodgkin

Bioquímica britânica, nasceu no dia 12 de maio de 1910, no Cairo, Egito e morreu em Ilmington, Inglaterra, no dia 29 de junho de 1994. Por seu trabalho de pesquisa que desenvolveu a técnica de cristalografia por raios-X, ganhou o prêmio Nobel de Química em 1964. Em 1969, a partir da técnica que desenvolveu, decifrou a estrutura da insulina, beneficiando muito o tratamento de diabéticos.

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10 – Chien-Shiung Wu

Física chinesa, nasceu em Xangai, China, no dia 31 de maio de 1912 e morreu em Nova Iorque, Estados Unidos, no dia 16 de fevereiro de 1997. No Projeto Manhattan, contribuiu para a separação do urânio em urânio-235 e urânio-238 por meio do processo de difusão gasosa. Ficou famosa por produzir o experimento Wu que mudou o pensamento dos Físicos sobre a concepção de que a natureza é simétrica, contrariando o princípio da conservação da paridade em processos subatômicos. Ganhou o prêmio Wolf de Física em 1978 e foi chamada de “Madame Curie da China”.

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