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Oitavo livro de Harry Potter e teorias dos fãs

Harry Potter marcou milhares de pessoas pelo mundo. E dizer adeus para essa saga foi tão difícil, que os fãs criaram diversas teorias sobre a história. Confira algumas delas e saiba mais sobre o próximo livro que será lançado.

Paixão mundial

A saga Harry Potter foi sucesso ao redor do mundo e conquistou milhares de fãs. A história do bruxinho rendeu sete livros e oito filmes! Além disso, existem algumas publicações paralelas, como “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, o livro de anotações de Harry na história. Uma adaptação estreia nos cinemas esse ano e está sendo muito aguardada pelos fãs.

Vem mais por aí!

Recentemente, descobriu-se que uma peça de teatro que dá continuação à história do bruxinho será lançada em Londres e gerou o maior burburinho! A história se passa 19 anos depois do fim do último livro e se chama “Harry Potter and the Cursed Child Parts I & II”, ainda sem nome em português. Para delírio dos fãs, J.K Rowling, a autora, contou no blog Pottermore que a peça também sairá em livro.

Muitas novidades

Na história, Harry agora é funcionário do Ministério da Magia e está com seus três filhos matriculados na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. No entanto, precisa lidar com as marcas de um passado que insiste em se fazer presente na vida dele e de sua família.

Divisor de águas

O final da saga desagradou boa parte dos fãs, que torciam para que Harry ficasse ao lado de Hermione no fim. A autora J.K Rowling conta que escreveu o capítulo final em 1990, sete anos antes de o primeiro livro ser lançado. No entanto, ela também compartilhou que chegou a escrever outro final para a série, pois também desejava que os dois personagens ficassem juntos.

Inspiração

J.K Rowling se inspirou para escrever a saga de Harry Potter durante uma viagem de trem. Ela usava muitos aspectos de seu cotidiano para incrementar a história. Os dementadores, inclusive, foram inseridos na saga para representar a depressão que a autora viveu em certo momento da vida. Os dementadores se alimentam da felicidade humana e causam dor e desespero, podendo também consumir a alma da vítima.

Teorias mil

A história de Harry Potter é tão mágica que despertou o interesse de milhões de pessoas ao redor do mundo, além disso, os fãs estão sempre analisando os pormenores do enredo, descobrindo relações e criando teorias para a saga. J.K até chegou a comentar algumas, dizendo que concordava.

O conto dos três irmãos

Essa é uma das teorias mais conhecidas sobre a série. No conto, Voldemort seria o irmão mais velho que ficou obcecado em superar a morte, já Snape, o do meio, o que não conseguiu superar um amor perdido durante a vida e Harry, o mais novo, aquele que saudou a morte. Alguns fãs acreditam que a morte, neste caso, seja Dumbledore. E J.K concordou que faz sentido!

Extrema

Essa teoria que alguns fãs defendem é um pouco mais extrema. Alguns acreditam que toda a história do bruxinho não passou de um fruto da imaginação de Harry e que ele nunca chegou a sair de seu quarto embaixo das escadas da casa dos tios. Será?!

Dumbledore é Rony

Muitos fãs também acreditam que Rony e Dumbledore sejam a mesma pessoa. Isso porque os dois têm grandes gostos em comum, além de terem mãos enormes. Os dois queriam ser reconhecidos e perderam um irmão. Além disso, dizem que Rony está sempre agindo como “um cavalheiro age perante a um rei”, algo que soa bem familiar ao comportamento de Dumbledore. Seria o diretor de Hogwarts um Rony Wesley que viajou no tempo?! Para tristeza de muitos, J.K já derrubou essa teoria!

Harry é imortal

Levando em conta a profecia de Sybill Trelawny que diz que “um deverá morrer na mão do outro”, alguns fãs defendem que Harry é imortal. Isso nos faz pensar que Voldermot só pode ser morto por Potter e vice-versa, mas ele já está morto e Harry, assim, não poderia ser atingido por mais ninguém. Ou seja...

J.K faz parte da história?

Alguns fãs acreditam que sim e não apenas por ter escrito a saga. Para eles, J.K é, na verdade, a repórter Rita Skeeter, que foi expulsa do mundo dos bruxos por usar trapaças para conseguir suas notícias e assim começou a inventá-las. Desempregada, começa a escrever o que viu e vender no mundo dos trouxas, como se fossem histórias inventadas. Afinal, por aqui ninguém acredita na existência dos bruxos, não é?

Harry Potter não era o verdadeiro escolhido

Essa teoria nos mostra que Harry Potter, talvez, não fosse o escolhido. Esse por sua vez seria o atrapalhado Neville Longbottom. A profecia diz que o Escolhido “nascerá para aqueles que o desafiaram três vezes quando o sétimo mês morre” e que terá um poder desconhecido, até para o Senhor das Trevas. Agora, vamos aos fatos: Neville nasceu no dia 30 de julho, o último do sétimo mês e seus pais foram torturados até a morte por enfrentarem Voldemort. Seu poder, talvez, pudesse ser Herbologia. No entanto, com todas as atenções voltadas para Harry, Neville não teve chance de mostrar do que era capaz.

O preferido dos dementadores

Ainda falando sobre Harry, essa teoria tentou nos dizer o porquê dos dementadores terem preferência pela alma de Potter. Como o bruxo era uma Horcrux, ele devia ter “um pouco mais de alma” que todos os outros. Logo, essa poderia ser a verdadeira razão, já que o professor Lupin defendia que os dementadores estavam interessados no rapaz pelas experiências horríveis que ele passou quando criança.

Irmãos?

Também há a teoria de que Hermione seja irmã de Harry. A mocinha sempre foi muito caridosa com Harry e poderia fazer parte de um plano montado para auxiliá-lo durante a vida. Pouco se sabe sobre os pais dela e, ainda, no último livro, ela apagou suas memórias e os mandou para a Austrália. Essa teoria explicaria o fato de por que um romance entre os dois nunca aconteceu.

Eles sabiam de tudo!

Outra teoria bastante perspicaz é a de que os centauros da Floresta Proibida já sabiam do destino de Harry e que naquele lugar o jovem estava fadado a lutar até a morte com Voldemort, como realmente aconteceu. No primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal, o centauro Firenze conversa com o garoto e é repreendido pelos demais, que perguntam o quanto ele contou ao jovem.