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Textos de amor eterno

As palavras, vindas com atitudes condizentes, são gestos que provam a força e a verdade do seu amor. Que tal passar isso em textos cheios de romance?

Lado bom de amar

Amar, com certeza, tem um lado ruim e um lado bom. Ruim é sofrer, é sentir o coração doer de saudades ou de decepção. É querer estar com a pessoa o tempo todo e não poder, é não ser correspondido, é esperar uma atitude e não tê-la. É tentar provar pra alguém um sentimento, que todo mundo vê, um sentimento visível nos olhos, no sorriso, nas palavras, nos atos. Ruim é correr atrás sem saber se valerá a pena, é se sentir pouco importante pra quem se ama, ou não se sentir importante. É sorrir com vontade de chorar, é se calar quando se querer falar, mas não quer decepcionar. Ruim é abraçar querendo beijar, é dizer “tchau” querendo dizer “fica mais um pouco”. É procurar sabendo que não será procurado, se esforçar sem receber nada em troca, é olhar com veneração e receber um olhar frio de volta, é sorrir com o coração e receber um sorriso forçado. Mas o lado bom, ele é muito melhor, lado bom é ver a pessoa sorrindo e sorrir junto, pelo simples fato de que ver a pessoa feliz te deixa bem. É ver a pessoa totalmente desarrumada e achar ela linda da mesma forma. O lado bom é quando o coração bate mais forte, as pernas ficam bambas, as mãos soam frio e tremem sem parar, é quando você se satisfaz com um abraço. É quando tudo que você precisa é da pessoa, quando você tem todos os motivos pra desistir, mas o seu amor é mais forte que todos eles. Bom é ser o motivo de um sorriso do seu amor, é querer o bem dele mais que o seu bem. É tentar proteger e cuidar mesmo longe, é colocá-lo em suas orações. É correr atrás, sem deixar a esperança morrer. O bom é ficar com a imagem da pessoa na cabeça, é sonhar com ela todas as noites e acordar sorrindo, é sentir segurança ao segurar sua mão. É ter um abraço preferido, ter um cheiro preferido, um olhar preferido, um sorriso preferido, e a pessoa ser a sua preferida. É desejar vê-la todos os dias, incansavelmente, é sorrir ao passar por lugares que te lembram ela. Bom mesmo, é não ter medo de ir até o final, de amar sem se sentir ridículo, é mudar seus hábitos e fazer o que você não gosta pela pessoa. Vejamos então, de todos os fatos citados e vários outros que existem, o lado bom sempre prevalece, amar sempre será ver apenas o lado bom. Em relação a você, estou aqui ainda vendo apenas o lado bom, será que é amor?

O amor, a paz e você

Bruna Vieira

É infinitamente mais fácil descrever um amor que machuca. É até libertador colocar pra fora em forma de texto um sentimento que não faz bem. Quase como um falso decreto de que ainda temos o controle da situação ou ao menos a consciência de que aquilo é algo extremamente tóxico pra gente. Bem lá no fundo quem escreve sobre o que sente tem um pouco de medo da felicidade. A calmaria leva embora a inspiração, porque escrever sobre a paz quase sempre é deixar a folha ou tela em branco. É não precisar definir absolutamente nada. Sair de casa e esquecer a janela aberta pra poeira dançar ao ritmo do vento.

Mas agora é diferente. Eu não tenho mais mais medo.

Sem pistas e jogos, prometi. Não quero ter razão ou alimentar meu orgulho com a certeza de que eu sou a pessoa da relação que menos se envolveu até agora. Todas as minhas teorias deixaram de fazer sentido quando te conheci, então nada mais justo que deixar as cartas na mesa e admitir de uma vez que você me ganhou. Derrubou o muro que construí em volta de mim. A saída no final das contas não era destruir tijolo por tijolo, curar trauma por trauma, mas sim me fazer lembrar de como é bom admitir cada fraqueza ao lado de alguém que continua me amando por dentro e por fora. Como eu era, como me tornei e como eu desejo ser amanhã.

O que eu mais gosto na gente é a tranquilidade. Seu amor me deu de presente bons pensamentos e agora é como seu eu tivesse um refúgio dentro da minha própria mente. O mundo lá fora pode estar desmoronando, mas quando eu fecho os olhos continuo vendo seu sorriso em câmera lenta ou lembrando do tom da sua voz. Eu adoro o jeito que você fala. Most of the time, olhando nos meus olhos e me fazendo sentir a garota mais sortuda do mundo.

As pessoas dizem que nós combinamos porque somos exatamente iguais, mas a verdade é que você faz o melhor de mim vir à tona. Como quando estou perto da minha família ou viajando para algum lugar novo. Simplesmente não há espaço ou tempo para coisas ruins.

Apesar de eu ter a sensação de que nos conhecemos há muito tempo, sei que esse é só o começo e eu não faço ideia do que o destino separou pra gente. Gosto de imaginar que os nossos sonhos jamais vão conseguir nos distanciar porque de alguma forma nos cruzamos aqui nessa cidade graças a eles. Você só de passagem e eu de mudança. Precisávamos de um bom motivo pra ficar, então, nos encontramos.

Não quero que o tempo passe rápido demais, mas isso acontece com frequência quando você está por perto. É como se a distância entre o “estou chegando” e o “adorei ficar com você” coubesse num abraço, mas a verdade é que cada momento tem feito toda diferença pra mim. Sendo assim, obrigada por me mostrar um novo caminho e topar seguir em frente. Minha vida e minha sala são igualmente bagunçadas, como você já deve ter reparado, mas fiz questão de reservar um espaço especial pra você. Nesse texto, ao meu lado e onde estivermos amanhã.

Continue não me levando tão a sério assim

Bruna Vieira

Você me perguntou porque eu havia parado de escrever sobre as coisas que sinto. Arregalei os olhos como se estivesse surpresa. Aquela era uma questão recorrente, de fato, mas eu não achei que estivesse tão óbvio assim. Dei de ombros e disse em outras palavras que a culpa era da sua falta de interesse. Quero dizer, textos como esse continuaram nascendo na minha mente durante todas as noites de insônia. Estou absolutamente familiarizada com as incógnitas que preenchem esses parágrafos, mas cansei do drama. Não quero mais impressionar ninguém. Nem o espelho.

Te culpo um pouco por ter roubado minha intensidade corriqueira. Mas são tantas fases e depois de você foram tantos chefões quase invencíveis. A tal da inocência a gente perde com a vida e as lições do cotidiano nos ensinam a preservar o tempo que sobra. Foi assim que me dei conta de que às vezes é mais fácil simplesmente deixar a dor na forma mais bruta. Sem críticos ou curiosos que opinam sobre as escolhas que fiz e a profundidade das cicatrizes que ficam.

Algumas coisas ainda me assustam e não sei se vai fazer sentido dizendo assim, mas elas é que me fazem lembrar de você. Será que ainda compartilhamos da mesma estranheza do mundo ou nos transformamos em velocidades tão diferentes ao ponto de nos estranharmos? Talvez eu nunca descubra.

Das vontades que tive, a única que sobreviveu ao tempo é a de dizer um monte de besteira sem ter certeza e não me importar com as consequências, como costumava ser nos intervalos das aulas de sociologia no caminho até a cantina. Você parecia me conhecer tão bem ao ponto de não me levar tão a sério o tempo todo. Ouvia minhas teorias e pedia bis. Nunca mais encontrei alguém que fizesse isso tão bem.

Homem mais lindo

Tati Bernardi

E você ainda é o homem mais lindo do mundo. No canto da foto dos amigos bêbados, e você é o homem mais lindo do mundo. Com gorro, no meio da confusão do frio. Escondido embaixo de tanta roupa. No fundo do mar. No escuro. De costas naquela festa chata. Meu Deus, como você é lindo. Não sei direito o que é aurora boreal, mas acho que deve ser algo lindo que se formava enquanto você era feito. Não sei direito o que é isso que eu sinto por você. Mas como é maravilhoso fumar você, cheirar você, tomar você, injetar você. Calar a boca. Me pergunta uma daquelas coisas para eu dar uma daquelas respostas que você morre de rir. Me deixa pirar no seu céu da boca escancarado. Você se joga pra trás. E só porque você e o mundo inteiro têm certeza do quanto você é lindo, você faz questão de sempre se largar no mundo. É a liberdade que só tem quem é infinitamente lindo ou infinitamente feio. Eu sou mais ou menos, mas nesse segundo, já que comprei sua beleza, sou a mulher mais linda do mundo. Me deixa ser linda vestindo você. Outro dia me peguei pensando um absurdo que me fez feliz. É triste, mas me fez feliz. Pensei se isso que você faz, de ficar horas comigo depois de ter ficado horas comigo. Se isso é algum tipo de caridade sua. Porque, veja bem. Somos plantas e pássaros diferentes. Eu sou a bonitinha que lê uns livros e vê uns filmes. Você é essa força absoluta e avassaladora que jamais precisará abrir a boca para impor sua vitória. Você coloca aquele moletom cinza com dizeres do surf e eu experimento um guarda-roupas inteiro pra ficar à sua altura. Você é essa força da natureza que deu certo. E como eu não sou mulher de correr da dor, deixo ela entrar aos pouquinhos, esbugalhar meus sentidos, enfraquecer meu orgulho. Quando vejo, estou calada novamente, ouvindo o que você não diz e vendo o que você não faz . Não existe não morrer um pouco quando você chega."

O amor...

Tati Bernardi

Sempre achei que esse amor era coisa de quem não tinha nada melhor para fazer. Eu só o sentia porque estava infeliz naquela vida pacata. Só por isso. Resolvi então agitar a vida pacata. E comecei a sair mais de casa, enxergar as pessoas ao meu redor, mais viagens, mais baladas. Amor é coisa de gente pacata e agora que eu tinha uma vida agitada, poderia, finalmente, mandar esse amor embora. Tchau, coisinha besta. Nada feito. Só piorou. Acordava e ia dormir com ele engasgado aqui. Ficava inconformada. Mas aí concluí: amor é coisa de quem tem tempo pra pensar nele. Claro, mesmo com a semana agitada entre faculdade e trabalho, eu fico em casa o fim de semana todo, alegando cansaço, no silêncio das minhas coisas, claro que acabo pensando besteira. Aquele papo de mente desocupada, casa do diabo, sabe? Amor do diabo. Fui procurar Jesus. Depois de dez passes e de ler todo o Evangelho Espírita, achei que ficaria tudo bem. Ficou nada. Eu só parei de sonhar que botava fogo no apartamento do ser amado ou que arrancava os olhos de todas as mulheres do mundo. Parei, talvez, de odiar o amor. Mas o amor, na verdade, ficou lá. Duro que nem pedra. Daqueles que não vão embora nem com reza brava. Amor adolescente, pensei. Com certeza, se eu virar mulher, esse amor bobinho passa. Amor de menina boba. Tratei, então, de virar mulher. Quem sabe mudando o visual, esse amor não se mudava de mim? Nada feito. Cabelo novo, roupas novas, sapatos novos, novas contas pra pagar. E o mesmo coração idiota. O mesmo amor de sempre. Coisa chata, não? Ah, que que é isso! Amor deve passar com um novo amor, não? Olha lá aquele menino bonito te olhando, o outro que escreve bonito, o outro que te faz rir um monte, tem também aquele ali, com mão firme. Nada. Nenhum deles foi capaz de me salvar, de substituir minhas células cansadas em sentir sempre a mesma coisa. Nenhum foi capaz, nem por um segundo, de me levar para passear em outros tormentos. Ou outras alegrias. Qualquer outra coisa que seja. Aí veio a ideia brilhante. Será que se eu mergulhasse de cabeça na estupidez desse amor, não me curava? Será que se eu, por um minuto apenas, parasse de sentir tudo isso de dentro da grandiosidade que eu inventei para tudo isso e enxergasse de perto como tudo é tosco e pequeno, eu não me curava? Só piorou. De frente para ele e suas constatações tão absurdas a respeito de tudo, só consigo sentir ainda mais amor. E quanto mais e maiores motivos para não sentir, ele e a vida me dão… Adivinhem? Sim, o amor cresce. Irresponsável, sem alimento, sem esperança e de uma burrice enorme. Ainda assim, forte e em crescimento. Mas esse amor, ah, esse amor é coisa de quem não ama a própria vida. Se um dia, um dia eu pudesse realmente ser uma Jornalista. Ou até, nossa, se eu pudesse trabalhar na televisão sabe? Esse amor iria embora, claro. Nada feito. Estou aqui graças a minha maior qualidade: a fé. Sim, isso só não funciona pro amor, mas pra todo resto na minha vida acreditar sempre funcionou. Tudo certo com a minha vida. Ou quase tudo certo. Ainda sinto esse amor ridículo. Essa coisa infernal que me vence todos os dias, todos os minutos. Quantos bons contatos me admiram e me elogiam. Ainda bem que alguém além de mim acredita em mim. É tanta coisa boa acontecendo, tanta gente boa se aproximando que tá na hora de acordar. Enxergar. Receber.

Calma

Vai com calma Zé, deixa eu tentar te explicar. Não é do nada que um sentimento nasce, não existe AMOR à primeira vista. É atração e só, seja pela simpatia, beleza ou aquele sorriso encantador que sempre faz seu olho brilhar. Amor é mais complexo que isso. Ele nasce quando você começa a pensar nela ao levantar da cama, do mesmo modo que pensa ao deitar, quando começa a conhecer, saber do que ela gosta, saber se ela é realmente o que parece ser ou é só uma máscara, o modo que ela trata as pessoas, o modo que ela demonstra os sentimentos, quando você começa a detectar os tipos de sorriso, sabe? Tem aquele que ela abre quando está rindo de algo engraçado, também tem aquele que aparece quando ela está sem graça, com vergonha, querendo se esconder, o que sempre acontece quando recebe um excesso de elogios. Só excesso. Mulher bonita está acostumada com elogios Zé, não esquece disso. Tem o que eu chamo de sorriso campeão, é aquele sorriso falso, ele aparece quando ela tenta ser educada com alguém que não suporta, é muito engraçado Zé, ela não consegue, esse é meu preferido. Quando ela está triste ela come chocolate, muito chocolate, reclamando que chocolate não deveria engordar. Ela é a pessoa mais complicada que conheço, confusa de si, tem mais fases que a lua, completamente imprevisível. Tem hora que não sabe se rir ou se chora, se me ama ou me ignora, se me quer depois ou agora, se quer que eu fique mais um pouco ou vá embora. Mas vem cá, deixa eu te contar um segredo, eu amo esse jeito, isso me motiva pra mostrar o melhor que posso ser, pra conquistar ela cada dia de um jeito diferente. É ai que você percebe que está apaixonado viu Zé? E não tô falando de conquistar de um jeito diferente todos os dias, tô falando de quando você não consegue explicar o que é amor sem citar o nome dela.