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Carlos Tramontina

Carlos Tramontina está a 35 anos anos trabalhando na televisão brasileira. Já apresentou diversos jornais e programas na televisão e é escritor, mas também, tornou-se um exímio alpinista e atleta de maratonas de rua. Saiba estes detalhes e mais sobre o jornalista.

Quem é Carlos Tramontina?

Carlos Alberto Tramontina nasceu em 11 de maio de 1956, em Adamantina, no estado de São Paulo. Formou-se aos 21 anos em Jornalismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap/SP), em 1977. Logo ao se formar começou um estágio na TV GLOBO de onde nunca mais saiu, completando em 2013, 35 anos de casa.

Início da Carreira

Tramontina iniciou sua carreira como repórter com matérias feitas na periferia de São Paulo, para o jornal Bom Dia São Paulo, da TV Globo. Suas reportagens sobre a poluição no município de Cubatão na década de 70 marcaram época, pela repercussão e polêmica. Em 1986, tornou-se apresentador e subeditor do Bom Dia São Paulo. No final da década de 1980, assumiu o cargo de editor-chefe do telejornal.

Inovação

Curiosidades

Em 1992, Tramontina e sua equipe foram os primeiros a gravar um telejornal fora do ambiente do estúdio. Em pleno no aniversário da cidade, transmitiu o Bom Dia São Paulo direto do parque Ibirapuera. A experiência, uma inovação no Jornalismo de TV Globo, fez sucesso e foi repetida no ano seguinte, na edição comemorativa dos 15 anos do telejornal: Tramontina apresentou o programa ao vivo, dessa vez, direto de um helicóptero.

Provas de Rua

Curiosidades

Carlos gosta de cuidar da boa forma física. Além de alpinista, também é maratonista. Participou da Maratona Caixa Rio de Janeiro, em julho de 2010.

Premiações

Carlos Tramontina recebeu o prêmio de melhor apresentador do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 1984. Em 1994, recebeu o Prêmio APCA de Melhor Apresentador do Ano, outorgado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Raízes

Conhecimentos

O jornalista estudou em Sertãozinho dos 14 aos 17 anos, fez o ensino médio na escola estadual Winston Churchill, conhecida carinhosamente na cidade como “Chuchu”: “Na escola Winston Churchill eu fui estimulado a questionar, a provocar o debate. Isso eu falo sempre aos jovens jornalistas. Digo para eles não terem vergonha, nem medo de questionar. Esse comportamento eu devo ao que aprendi e vivi em Sertãozinho", diz Tramontina.

Primeiros Trabalhos

Conquistas

Após as matérias de periferia, Tramontina passou a fazer um quadro no Bom dia São Paulo chamado Café da Manhã, gravado na casa de pessoas que eram notícia naquele dia por algum motivo. Tomou café da manhã com Elis Regina, Raul Cortez, muitos artistas e autoridades, mas também com pessoas comuns.

Trajetória

Em 2000, Tramontina assumiu interinamente a apresentação do Jornal da Globo, até a entrada de Ana Paulo Padrão. Em seguida, voltou a apresentar o SPTV 2ª edição, ao lado de Débora Menezes, e tornou-se apresentador e editor do Antena Paulista, programa exibido aos domingos com noticiário e reportagens especiais sobre São Paulo.

Memórias

Nos tempos de repórter, cobriu a doença e a morte do então presidente eleito Tancredo Neves. Na ocasião, fazia uma passagem ao vivo quando o porta-voz da Presidência, Antônio Britto, deu a informação sobre o falecimento de Tancredo.

Livros

Curiosidades

O jornalista também é autor dos livros, sendo eles: Entrevista – Arte e história dos maiores apresentadores da TV brasileira (Globo, 1996), e Tietê – Presente e Futuro (Bei Editora, 2011). Esse último livro registra os bastidores do projeto Rios de São Paulo, série de reportagens que a TV Globo veiculou em 2009, mostrando as agressões a que o Rio Tietê se submete em todo o seu trajeto.

Hobby

Alpinismo

Seu Hobby é o alpinismo, tendo publicado o livro A morada dos deuses: um repórter nas trilhas do Himalaia (Sá Editora) é um relato pessoal sobre uma escalada sua no Nepal. Sobre o treinamento para a subida do pico Island Peak, nas cordilheiras do Himalaia, disse: "Desenhei uma montanha no espelho à minha frente e ficava ali, subindo essa montanha imaginária, pensando como seria a verdadeira, seus graus de dificuldade. Era o delírio que me fazia continuar".

Superação

"Em uma competição, ultrapassei um cadeirante. Lembrei que muitas pessoas me diziam que eu era forte, determinado, mas ali me senti pequeno diante dele. Aquele rapaz, sim, era um herói. Comecei a chorar."