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Rodrigo De la Serna

Nascido em Buenos Aires, Rodrigo de La Serna é um ator que possui uma filmografia relativamente grande. Entretanto, pelo fato de seu trabalho ser local, possuía certa fama apenas em seu país. Contudo, há pouco tempo, tudo mudou. Por conta de seu trabalho na famosa série La Casa de Papel, o ator argentino caiu no radar da internet. Interpretando Palermo, ele mostrou todo o seu potencial e cativou os telespectadores! Com alguns prêmios em sua trajetória, Rodrigo se mostra muito agradecido pela oportunidade de participar do projeto. Mas esse trabalho não veio sem nenhuma dificuldade. Separamos algumas de suas falas sobre os desafios que ele enfrentou nesse momento icônico de sua carreira!

Quem é Rodrigo de la Serna?

Apesar de ter ficado conhecido pelo seu trabalho na série “La Casa de Papel”, Rodrigo de la Serna é um ator argentino que possui uma filmografia pequena, porém muito poderosa. Em um de seus primeiros longas, chamado “Diários de Motocicleta”, por exemplo, ele interpretou o personagem Alberto Granado e, por conta disso, venceu um prêmio do Independent Spirit Award.

La Casa de Papel

Rodrigo fala sobre a personalidade de seu personagem na icônica série

O cara que eu interpreto é muito controverso, muito insano e tem problemas com vários garotos e garotas do grupo. E isso dá valor extra à série. Além do roubo, esta é uma série de laços humanos e muitas diferenças.

Leia mais sobre a série La Casa de Papel

Sentimentos e emoções

Ator explica um pouco sobre as ações de seu personagem em La Casa de Papel

Eu tive que interpretar um monstro misógino, brilhante e patético. Basicamente, ele é uma pessoa que está quebrada e vive com o coração partido. Ele tem uma voz de comando, ele é um cara muito duro que também pode ser violento, mas na realidade ele é um ser humano pobre que está quebrado e tem que resolver muitas questões.

Relações

O argentino explica como foi recebido pelo cast de La Casa de Papel

Eu não estava exatamente com medo do que eu sentiria, mas eu pensava muito sobre como eu iria me encaixar no grupo. A verdade é que eles me receberam de primeira. Todo mundo era muito amoroso e respeitoso. Isso me custou em um nível técnico, mas o humano era maravilhoso e ainda é.

Dificuldades

Rodrigo explica sobre as dificuldades de trabalhar em um set tão organizado

Eu tive que me adaptar a uma linguagem narrativa muito pontual, com muita precisão técnica, como ficar de pé na marca, dizer um texto, virar a cabeça e depois terminá-lo. Eu estava gradualmente entrando neste código, em que tudo é muito ligado aos planos e como os diretores decidem contar essa história. Eu tenho um estilo um pouco mais caótico. Por sorte, consegui me adaptar a esse idioma.

Improvisação

O ator também fala sobre o improviso em algumas cenas

Os diretores não sabiam como eu trabalhava, então eu podia propor coisas e improvisar dentro de certos limites. Você tem que saber quando o espaço é propício para isso e quando não é, mas a verdade é que você trabalha com muita liberdade e os resultados estão à luz do dia. Estou muito feliz com a experiência.

Injustiças

Rodrigo comenta sobre injustiças sociais e sua influência na série

Parece-me que esta situação de injustiça em que vivem milhões de seres humanos - diria que quase 90% da população mundial - é muito próxima e sabemos que estas injustiças provêm da situação financeira. Este programa, com algum marketing em volta, está de alguma forma colocando o foco neste ponto, mostrando essa injustiça, e que na realidade mais do que os ladrões, os maus são os outros. Eu acho que essa é a essência da casa de papel.

Veja todos os artistas dessa série memorável!

Argentina

Ainda falando sobre injustiças, Rodrigo faz uma ligação com a situação da Argentina

A Argentina não teve guerras mundiais, mas há guerras econômicas e financeiras que prostram milhões de pessoas à miséria e a situações muito cruas de desamparo. É claro que esta não é uma série que fala sobre isso, muito menos de uma maneira específica, mas flerta com alguns problemas que a tocam.

Streaming

O argentino comenta sobre a nova situação do entretenimento

No nosso país [Argentina] outras coisas acontecem: antes, cerca de 300 filmes eram produzidos por ano e agora são feitos dez. Isso não é culpa da Netflix, mas políticas governamentais. A Netflix afeta a maneira como você pensa sobre entretenimento e arte cada vez menos.