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A dor que o sorriso esconde

Quem nunca se deparou com sentimentos dolorosos? A verdade é que muitos escondem essas dores do coração por trás dos sorrisos! Se você faz isso consigo mesmo, chegou o momento de se livrar! Confira algumas inspirações para aliviar a alma e o coração! Sorria verdadeiramente!

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Ninguém sabe o que estou sentindo

Dói, sim. Mas eu decido que não vou dizer a ninguém o que se passa, porque nesse momento sinto a dor quase como plena companhia. Ela fica e, enquanto eu sei que não pode passar, busco ao menos a boa convivência com ela. Mas talvez seja invisível a todos os outros. E eu não consigo entender nenhum dos porquês. Mas, falando bastante a verdade, talvez seja porque só eu a sinta tão intensamente, ao ponto de não ir embora. Não é aliada, mas não me ajuda a progredir. Só me deixa no mesmo espaço, com as confidências que só me atrevo a dividir comigo mesma. Ninguém sabe o quanto de dor vem cabendo em meu peito.

Não dá para me conhecer plenamente

Essa é uma tarefa praticamente impossível. Sei que escondo muitas áreas de mim e que elas se reservam ao meu mundo particular. Ninguém me conhece por inteiro: talvez por medo ou pela dor escondida que, para não ser mais lancinante ou até incurável eu a preservo. Os sentimentos que se alojam em mim não são de conhecimento público: eles só solicitam abrigo em momentos mais difíceis e ali permanecem, geralmente sem transformações muito significativas. Quem me conhece, vê a parte em que eu sorrio, que estou feliz pelos âmbitos que ainda conseguem caminhar bem, mas a que eu choro, verei somente comigo mesma, sem companhias externas a quem eu realmente sou.

Só eu sei da minha dor

Só eu sei que ela chegou, até pediu licença educadamente e eu me convenci. Recebi para tentar tratá-la, para que não doesse tanto, para que cada um dos bons sentimentos dos quais ouço tanto falar a combatessem fortemente, a defendessem dessa influência com unhas e dentes. Será que seria possível? Hoje não sei responder a essa pergunta tão facilmente. Esse questionamento se aloja e só se faz conhecido por quem, de alguma maneira, conhece o sentir e se fazer sentido por inteiro. Não faço troca com a dor, mas a conheço intimamente e espero que, em mais um desses momentos, ela resolva se ausentar por alguns bons tempos.

Sinto falta de compartilhar, mas não consigo

Eu queria dizer, de verdade, queria muito mesmo. Mas é como quando estamos doentes e roucos demais. A voz não sai. A mente grita, as ações tentam traduzir de um jeito meio errado, mas as palavras, aquelas que diriam exatamente o que eu preciso, que seriam a melhor expressão do que eu tenho a dizer e a sentir aqui dentro de mim, essas recusam-se. Recusam-se a falar mais sobre o mesmo tema. É monótono mesmo, enfadonho, chato e tedioso. Vira um monólogo até sem plateia, sobre o qual eu desisti de escrever qualquer roteiro e entreguei à dor o papel principal, junto a todos os troféus possíveis de melhor atuação, porque ela insiste em atuar dentro de mim com uma força, destreza e vontade inimagináveis — e que, na verdade, só não podem ser imaginadas porque, de tanto sentir, eu prefiro que seja assim. Parei de visualizar. Sentir tanto assim já não deveria bastar?

Sinto-me quebrada, mas pareço inteira

Colo os meus próprios pedaços de um jeito meio torto, com um sorriso sem jeito, mas de modo que ninguém perceba que é, na verdade, um sorriso dos mais tristes. Será que isso é, de algum jeito, algo possível de se realizar? Sorrir triste? Acho que é mais uma forma de driblar aquilo que cutuca a gente quando vamos ao cerne, que grita e dói só para nos lembrar que, por mais que a gente finja, quando olhamos para dentro a tristeza, a dor e todos os sentimentos que as acompanham quase em forma de gangue teimam em aparecer muito claramente, roubam a cena e são protagonistas simplesmente porque querem.

Talvez eu seja boa em fingir

E talvez nem seja mais questão de atuar muito bem, mas de me acostumar ao papel. Ele tornou-se toda a minha realidade. Eu não preciso mostrar para ninguém que estou triste, portanto, vou parecer feliz. Vou tentar me encaixar no que os outros costumam ser porque já não sei mais mudar esse costume, essa rotina de sorrisos vazios, de felicidades infundadas, de plenitudes sem raiz alguma. Não há nada que seja diferente ou que me tente a mudar. Enquanto me for cômodo ficar aqui e não me doa mais do que já acontece, sempre parece que é o mais próximo de algo bom que eu vou conseguir alcançar. Será mesmo? Nem eu consigo mensurar mais se sim ou se não, se algum dia vou poder fazer com que as minhas alegrias inventadas sejam um fato, sejam genuínas e venham do coração.

Preciso ser forte o tempo todo

É realmente uma questão de necessidade e de minhas próprias sabedorias, dos únicos conhecimentos que eu consigo acumular. Eu já não sei mais deixar que a tristeza, a dor, a decepção e os sentimentos que me incomodam, sejam vistos por outras pessoas. O mais difícil de tudo isso é que sou plenamente consciente de que, se o conseguisse realizar, talvez tivesse muito mais pessoas que pudessem me auxiliar nesse tipo de tarefa e eu conseguisse me desvencilhar dessa dor contínua. Eu sei, eu sei que não aconteceria tudo de uma vez, mas já seria um bom começo. A dor me quebra e eu lembro que preciso ser forte. Preciso só aguentar e não deixar que me consuma. Apenas suportar. E parece sempre tão pouco.

 

Ninguém compreenderia a minha dor

Por mais que eu queira, eu sei que não existem muitas pessoas dispostas a me ajudarem assim, exatamente, com todo o sentido da palavra. Quando sentimos alguma dor, geralmente as pessoas só se preocupam em estimar melhoras e buscam afastar-se, quando precisamos que nos ajudem, de alguma forma, a buscar tão mais fundo aquilo que já não conseguimos. E a dor vai ficando de forma tão imersa que se torna enraizada, se fixa ao meu modo de ser, à minha rotina e ao meu pensamento e ações de todos os dias. A dor acaba por ancorar em mim — e não tenho mais vagas para tentar que alguém compreenda que tudo o que eu não preciso é ser mais porto para o que me machuca assim tão profundamente.

Transparecer não é o meu ponto forte

O meu primeiro aprendizado precisa ser esse. Eu só aprendi a esconder. Até hoje, brinco de esconde-esconde com os meus sentimentos, mas, na verdade, enjoei de correr atrás para procurá-los. Deixo-os lá por tanto tempo que, quando noto, o jogo já virou e são eles que estão totalmente à minha procura, para me fazer jogar também com as pessoas que estão ao meu redor, escondo o que sinto e não aprendo nem a melhor forma — e nem sequer alguma delas — para que eu possa mostrar aquilo que verdadeiramente vai dentro de mim. Sou feita de perguntas: e será que se eu demonstrasse algo em minha vida, poderia ser diferente? Eu ainda não sei responder... Espero que, com o tempo passando, eu encontre alguma brecha de permissão, algo que me conceda um “passe livre” para demonstrar a alguém tudo aquilo que passo o tempo todo.

Sorrio, porém dói

E, para ser o mais sincero que posso, não é a primeira e nem será a última vez. Apesar disso, o sorriso me ajuda a amenizar um pouco da dor. Sorrir me faz pensar, nem que sejam apenas por tentativas falhas, que ainda posso sentir um pouco da felicidade em meio ao que me machuca tanto. É que, por mais que doa, eu sei que quero superar isso, que quero modificar essa realidade, provocar sorrisos internos de novo, redescobrir uma felicidade que, para ser sincera, eu tempo lembrar o tempo inteiro de como é a existência, mas o tempo e as circunstâncias tornam isso uma tarefa bastante complicada de completar. Sigo tentando sorrir, mesmo sabendo o quanto dói sorrir sem muita verdade no que é.

Minha dor precisa ser sentida

E é exatamente por esse motivo que eu busco vivê-la em completa exaustão. É uma dor que dói tanto que, pela maioria das vezes, eu prefiro não atenuar. Prefiro que doa o mais que puder, que seja insuportável de tão dolorida. Que me faça quase pensar que eu não aguento tanto, mas que quando vou ver, aguento muito mais do que há pela frente para ser sentido. E eu sei muito bem, não faz sentido nenhum querer sentir dor. Mas eu, na atuação situação, peço para isso acontecer. Peço para que a dor grite a muitos decibéis, mas não silencie. Não se cale, não me deixe dormir, não me deixe pausar. E eu sei que, no fundo, essa é uma tentativa para ver se ela adormece de forma permanente (ou ao menos profundamente, o que já estaria de ótimo tamanho).

Não posso fugir de quem eu sou

A dor virou quase uma marca registrada e todas as minhas tentativas de fuga foram em vão, eu sempre estarei em mim, será realmente bastante complicado alterar esse tipo de realidade. Mas, é nesse momento que, para ser um pouco mais positivo, eu procuro entender: como eu fui feliz? Quais as coisas que me faziam sorrir, ficar alegre e querer que o momento continuasse para sempre? Quando foi a última vez? Quem esteve por perto? Como eu posso recriar? E, por mais impressionante que pareça, é por meio de todas essas perguntas que eu consigo me responder e relembrar, pelo menos, que todos esses espaços de tempo também constituem quem realmente eu sou.

Queria não sentir tanta dor

Se fosse para listar, catalogar ou qualquer coisa do tipo, esse item provavelmente seria o meu primeiro desejo: não sentir tanta dor quanto eu venho sentindo. Eu busco, sim. Busco o pensamento positivo, a crença de que posso melhorar, de que as coisas ficam melhores se acredito que a vida pode sorrir de novo para mim, assim que eu puder sorri-la também. Mas eu espero que a vida reconheça também o meu esforço, já que dói tanto assim e eu procuro não desistir, sem importar a intensidade desse machucado que quase me consome. Estou tentando focar no fato de que quero e vou conseguir.

Queria ser diferente, mas não dá

Na verdade, eu já não acredito mais... O sorriso não tem mais motivos para ser verdadeiro e, com toda sinceridade que seja possível, a gente acaba mesmo é por desacostumar de ser desse jeito. Por mais que eu ainda insista em numerosas e constantes tentativas, elas já não resolvem nada, porque nunca vou até o fim, nunca as coloco em prática realmente. Foram poucas as que eu consegui planejar adequadamente. É muito complicado, a minha vontade vai lutar contra o que já está posto. E eu sei que sou a responsável por todas as vitórias — sou eu quem escolho o lado vencedor.

A vida me fez assim

A dor é uma constante. Começa pequena e, de forma gradativa (que parece inclusive bastante lenta ao começo de tudo), vai crescendo até conseguir o objetivo final, dominar tudo. E eu digo que foi a vida que me fez ser assim simplesmente porque tudo se acumulou. De uma hora para outra, eu me vi perdida e imersa em todos os problemas que já passaram por mim, até mesmo aqueles que, quando tive a oportunidade de resolver, achei pequenos demais para me importar. Mais uma vez, errei. Agora, sempre acho que tudo é uma sequência de erros — e que não quero mais procurá-los, por isso opto por estacionar.

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