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Livros de Alexandre Herculano

Romancista, dramaturgo e poeta, Alexandre Herculano ainda figura como um dos principais nomes da literatura portuguesa. Conheça os mínimos detalhes da obra dele!

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A Abóbada

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"A Abóboda", conto escrito por Alexandre Herculano, deixa transparecer todo o nacionalismo do autor, mostrando um português honrado e que tinha sempre a razão, enquanto o estrangeiro arrogante estava errado e, no final, arrepende-se humildemente. Se passa no ano de 1401 e tem como tema central a construção do Convento e Mosteiro da Batalha

A Semana Santa

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Em "A Semana Santa", escrito por Alexandre Herculano em 1829, pode-se notar novamente a consciência nacional e moral do autor (ele achava que a literatura portuguesa necessitava se voltar para as suas origens), desde o início da poesia, colocando em paralelo a religião e a pátria, espécie de profissão de fé do poeta romântico, que Herculano integrou em uma visão liberal da sociedade.

Mocidade e Morte

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Em 1864, Alexandre Herculano escreveu o poema "Mocidade e Morte", fruto, possivelmente, da descoberta de sua doença (tuberculose), em que fala sobre liberdade e morte, tratando-as com gravidade e grandiosidade.

O Bispo Negro

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"O Bispo Negro": de Alexandre Herculano, lenda popular passada de geração para geração que teve um papel fundamental na introdução da ficção histórica e refletem o apreço de Herculano pela Idade Média.

O Bobo

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"O Bobo", de Alexandre Herculano, é um romance histórico publicado em 1843 e editado postumamente em 1878. Se passa no Castelo de Guimarães e nos arredores e o período é o da independência de Portugal. Gira em torno dos antecedentes e dos acontecimentos da batalha de Aljubarrota (em 1136).

 

O Soldado

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"O Soldado" é um poema escrito por Alexandre Herculanoem que ele narra as dores de uma guerra. São testemunhos sobre a guerra e sobre o exílio, talvez memória da Guerra Civil que o afastou da pátria.

A Harpa do Crente

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Foi em "A Harpa do Crente"que o chamado ultra-romantismo bebeu inspiração. Em 1850, se juntaram alguns poemas inéditos, dando lugar à obra de título Poesias. Tendo como temas a guerra civil, o exílio, a liberdade, Deus e a morte, Alexandre Herculano descreve tudo isso de modo sóbrio e a um tempo vigoroso e de linguagem pura. As poesias da obra são profundamente mística.

A Morte do Lidador

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No conto "A Morte do Lidador", podemos perceber mais uma vez o nacionalismo de Alexandre Herculano, bem como seu rigor histórico. Bem como em outros contos, esse também se passa durante a invasão árabe à Península Ibérica. Alexandre Herculano desafia a verdade: quase 1000 soldados mouros fogem de 70 portugueses apenas porque seu líder morreu.

Eurico, o Presbítero

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"Eurico - O Presbítero", romance escrito por Alexandre Herculano, que conta a história a história de Eurico e Hermengarda. Eles se amam, mas por Eurico ser de origem humilde, não tem a permissão do pai da moça, Fávila, quando pede a mão da moça em casamento, proibindo, assim, o relacionamento.

O Alcaide de Santarém

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No livro "O Alcaide de Santarém", Alexandre Herculano se utiliza de todo o seu conhecimento de historiador e conta com certa precisão histórica essa história que se passa no ano de 950, tempo em que os árabes dominavam a província.

O Castelo de Faria

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O conto "O Castelo de Faria", Alexandre Herculano nos conta uma situação que aconteceu em 1373, quando o Castelo de Faria foi dominado pelos espanhóis. O alcaide é feito prisioneiro pelo inimigo e quem defende o castelo é seu filho, Gonçalo Nunes.

O Parocho da Aldeia

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"O Parocho da Aldeia", escrito por Alexandre Herculano, mostra a luta entre a fé e o raciocínio, entre a religião e a filosofia, e que só pode ser devidamente avaliada por almas apaixonadas. Alma que retorce a alma. Sublimidade que rivaliza com os mais belos versos da poesia religiosa de todos os tempos.

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