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Poesias reflexivas

Dê um tom poético no seu dia e aprecie diversas poesias reflexivas. Vamos lá, venha refletir conosco!

Remando

Rotina rude romeiro rotas roupas:
Remar, rumar, rimar.

Remando rompe rios,
Repara relvas, ricos remansos.
Relembrando resplendor Rosa,
Revê Real recurso: Repartir.

Relutante, recusa replicar raivas,
Rememora recomendação
Representante Real reluzir: Respeitar.

Repara rica rota renascer.
Rápida resposta ressurge:
Repensar requer renúncias.

Rabisca repensando,
Repassando ricos remotos relatos relembrados:
Remédio renovar.
Ressurgir resignado
requer repensados reparos,
resgate respectiva responsabilidade retidão.

Remido, respira respeitoso:
Repara Reflexo Resplendor.
Ri refeito.

Rimando, rema rumo rio Real.
Recebe reluzentes respingos, respostas...

Raiando riquezas raras realçadas, renova-se:
Rica Realização.

Viver

O que será viver?
Nascer para depois simplesmente morrer?
Ou, aproveitar o intervalo e fazer algo acontecer?

Não deixe a vida escorrer pelos dedos
Vença os inimigos, supere seus medos
Não seja apenas mais um peso morto
A vida está além do próprio corpo

Se o coração bate, dance no ritmo o amor
Se o ar entra nos pulmões, respire liberdade
Se o sangue corre nas veias, deixe pulsar a felicidade
Se o cérebro esta ativo, faça o prazer vencer a dor

Criação

Quando Deus criou o mundo
Em tudo ele pensou
Pintou o céu de azul
E as estrelas ele espalhou!

Na terra criou um ser
Que homem ele chamou,
Que devia cuidar das matas
E dos animais que ele criou!

Cuidar dos verdes mares
E das riquezas que ele tem
Amar natureza,
Procurar fazer o bem!

Viver em paz e harmonia,
O mundo enfeitar,
Encher de lindas flores
Fazer da vida um Altar!

O que vale a pena?

Vale a pena pensar e não refletir?
Amar sem transmitir,
Poder optar sem decidir...
O que realmente vale?
A pena da dor ou a beleza da flor?
Sentir o rancor ou se embriagar de amor?
Viver de temor ou aquecer-se com o calor?
Seja lá o que for...
Que pelo menos,
A pena tenha valor!

Não quis ser eu...

Hoje, minha loucura me deixou sábio,
Hoje, minha sabedoria, me deixou louco,
Hoje, não quis palavras, selei o meu lábio,
Hoje, não quis tudo, já me bastava um pouco.

Um pouco, de sentimento já me faria melhor,
Um pouco de sinceridade, talvez me deixe pior,
Pior, do que nunca quis ser,
Não quis ser eu, laços não quis romper.

Mas, abri mão do que achei que tinha,
Quando finalmente me toquei, já não era mais minha,
Minha esperança, o tempo já era pó,
Mas ainda consegui soprar, Como quem desata um nó.

Hoje, minha tristeza me deixou alegre,
Hoje, minha alegria me deixou triste,
Sei que no final do túnel, acharei uma luz,
Uma nova estrada, uma esperança que reluz...

Minha Doce Infância

Lembro-me até hoje das sensações que sentia,
Quando meu avô e eu íamos ao mercado,
Ele comprava todas as coisas que eu lhe pedia,
Ficava feliz em me agradar, meu avozinho amado.

Lembro-me das brincadeiras com os meus primos,
Escorregando no pasto com uma caixa de papelão.
Andávamos de bicicleta, e nas árvores nós subimos;
Na capoeira buscávamos lenha para acender o fogão.

Nadando na caixa d’água, pega-pega no quintal,
Fazíamos muitas brincadeiras sensacionais;
Esconde-esconde em meio do imenso milharal,
Sem tecnologia, roupas sujas, momentos especiais.

O melhor da minha infância são as brincadeiras,
A ausência de compromissos e responsabilidade.
Sentir o vento no rosto, banhar-se de mangueira,
Explorar o ambiente, aproveitando a liberdade.

O tempo passa, em breve deixarei de ser criança,
Terei um trabalho com obrigações variadas;
E nesse dia minha doce e querida infância;
Serás em minha memória para sempre guardada.

Eterna Saudade

A Saudade é uma mãe
E como tal, por vezes me desagrada
E me faz chorar
Mas, passo a noite em seu colo
E pela manhã estou melhor

A Saudade é uma boa mãe
E como tal, tem muitos filhos
Que a acompanham, claro
São eles a Angústia, a Raiva e o Temor

A Saudade é sim uma mãe
Incompatível e presente, que ás vezes me faz rir
Daquelas que almoçamos juntos aos domingos
E que aos sábados me pede para vermos um filme
Quando eu deveria sair com os amigos

A Saudade é uma mãe, que me adotou
Depois que aquela escorpiana me deixou
Ela, a Saudade, é uma mãe, e como tal, é eterna.

Praça Antiga

Como é linda a minha praça
Não me canso de admirar
Na esquina vejo solitário
Um realejo a tocar!

Observo os jasmins floridos
Seu perfume enchendo o ar
Os flamboyants vermelhos
Com a brisa, suas flores derrubar!

Vejo crianças brincando
Correndo de lá para cá
Fazendo castelos na areia
E de amarelinha pular

Eu vejo passar um tropeiro
Seu cavalo a apressar
Ele esteve muito tempo ausente
Em casa ele quer chegar!

A Lua

A lua tentou brilhar uma vez...
Mas o sol se destacou mais
Pois ele proporcionava o que a lua não podia oferecer.
A lua, sem graça retirou-se por um tempo...
Até que ela descobriu como se destacar também.
E tentou novamente chamar a atenção...
Pobre lua iludida... Passou a reinar pelas noites...
Fazia do céu seu reinado, enquanto o sol dormia.
Mas ela nunca se deu conta
De que era apenas um reflexo
De uma glória que nunca lhe pertenceu...

Preconceito

No vão dos meus pensamentos, fico a observar,
Uma sociedade que julga, sem se colocar,
No lugar de outro indivíduo, que não deve saber,
O que está acontecendo, quando alguém o vê.

Negro, pobre... seja o que for,
O preconceito está á volta, de quem o adotou,
A sociedade, não deve ser distribuída.
Há muita gente pobre, mas sabem o que é a vida.

Um dia, a caneta disse á enxada:
Não chegue perto de mim! você está enferrujada,
A enxada respondeu, não existiria quem soubesse escrever,
Se não comesse o alimento, que quem retira da terra sou eu...

Pra Onde Ir?

Pra onde ir?
Se eu não sei onde quero chegar
Mas sei que aqui não é o meu lugar
Sei que posso ir muito mais além
Por que essa falsa realidade não me convém

Por que mentir
Se a verdade eu não quero esconder
Por que fingir
Se não é isto que eu quero ser

Mas ainda não tenho certeza
Pra onde vou
Na verdade ainda não sei
Quem sou