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15 superstições que as pessoas ainda acreditam

Superstições existem desde que o mundo é mundo. Quebrar espelho, bater na madeira, acreditar em sorte ou azar. Tudo isso tem uma origem que as pessoas desconhecem, descubra onde surgiram alguns desses "hábitos".

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Quebrar um espelho dá sete anos de azar

Muita gente ainda acredita nessas superstições de avós. Reza a lenda que, para cada peça de espelho que quebrarmos, seremos amaldiçoados com sete anos de puro azar. É mole?! Existem muitas explicações para essa crendice popular, a mais comum é a que surgiu na Grécia Antiga por um antigo método de adivinhação, chamado catoptromancia. Mergulhavam um espelho na água para prever o futuro e, caso o reflexo aparecesse distorcido, a pessoa teria azar por alguns dias. Os romanos acreditavam que os sete anos eram o tempo que uma pessoa levaria para começar uma nova fase de sua vida.

Manga com leite mata!

Uma das superstições mais populares e conhecidas do Brasil, que foi criada de propósito! Isso mesmo... Na época do Brasil Colonial, os escravos desfrutavam das frutas das fazendas e, como o leite era algo caro naquele momento, exclusivo dos patrões, eles não desejavam que os escravos desfrutassem da bebida. Assim, criaram a lenda de que eles não poderiam misturar os dois. Vê se pode!

Abrir guarda-chuva dentro de casa

É bem comum que você já tenha tentado abrir um guarda-chuva em casa alguma vez e alguém tenha gritado “não faz isso que dá azar”. E muitas pessoas ainda acreditam. Não se sabe ao certo a origem dessa superstição, mas acredita-se que em Londres, por volta do século XVIII, os guarda-chuvas fossem aparatos ainda perigosos, e essas histórias começaram a aparecer para evitar que as pessoas o abrissem dentro de casa.

“Deus te abençoe”

Dizer “saúde” ou “Deus te abençoe” quando alguém espirra é super comum. Antigamente, as pessoas acreditavam que o espirro expulsava os maus espíritos do corpo e, por isso, respondiam dessa forma.

Ferradura dá sorte

Esse objeto é considerado um amuleto em muitas culturas. Antigamente, os gregos acreditavam que a ferradura tinha o poder de afastar o mal. Além disso, a forma de “U”, para eles, representava fertilidade e boa sorte.

Joaninha é sinal de sorte

Durante a Idade Média, quando as pragas estavam destruindo as plantações, os cristãos rezaram pedindo ajuda a Nossa Senhora e, pouco tempo depois, as joaninhas apareceram, devorando os insetos que causavam destruição. Os chineses acreditam que ela traz sorte e que se pousar em alguém, indica que aquela pessoa encontrará o amor. Fofas!

 

Número treze não é boa coisa

Na mitologia nórdica, 12 deuses foram convidados para um jantar. Até que Loki, o Deus da Discórdia apareceu, aumentando o número de convidados para 13, e provocou uma briga onde o Deus mais querido entre todos ali foi morto. Esse conto em muito lembra a Santa Ceia, onde Judas, o 13º convidado, traiu Jesus.

Bater na madeira

Quem é que nunca disse “bate na madeira” após falar ou ouvir algo ruim, que não queria que acontecesse?! Ainda há dúvidas de onde esse hábito surgiu, pois era comum entre muitos povos. A superstição é a de que, ao bater com os nós dos dedos em um tronco, você pede perdão aos Deuses por algo que tenha feito, já que as árvores sempre foram consideradas sagradas em muitas culturas.

Se varrer o pé, a pessoa não casa

Essa é bem coisa de vó, que vivia profanando que, se varressem os pés de alguém, aquela pessoa nunca se casaria. Não se sabe ao certo de onde surgiu essa ideia e tantas outras que envolvem esse utensílio doméstico, mas muito se fala sobre as bruxas da antiguidade, que a usavam para fazer seus rituais. Vai saber...

Jogar sal por cima do ombro

Em restaurantes e espaços coletivos, ainda é muito comum ver pessoas que jogam sal por cima dos ombros, para evitar o azar. Lá na Antiguidade, os povos já consideravam que derrubar sal fosse sinônimo de má sorte e, para anular isso, jogavam uma pitadinha por cima de seus ombros. E a superstição foi passando de povo em povo, até os dias de hoje.

Se deixar o chinelo virado, a mãe morre...

Dizem que qualquer calçado que fica com a sola para cima poderia indicar a morte da mãe. Essa crendice popular vem de quando as casas não tinham o acabamento que possuem hoje, e as mães contavam pequenas histórias para que os filhos não deixassem os sapatos daquele jeito, para que não estragassem.

Cruzar com gato preto...

Há quem diga que cruzar com um gato preto seja sinônimo de mau presságio. No entanto, no Egito Antigo, onde se cultuava muito o animal, acreditava-se que ele trazia boa sorte. Foi na Idade Média, anos mais tarde, que começaram a associar o bichano às bruxas, e vem daí a ideia de má sorte.

Passar embaixo de escadas dá azar

Não é todo mundo que tem coragem de arriscar e passar embaixo de alguma escada. A superstição vem lá do Egito Antigo, onde acreditava-se que o ato de andar embaixo de uma escada era uma ofensa aos Deuses, e quem o fizesse estaria chamando a desgraça para a sua vida.

Orelha vermelha

Essa é clássica! Se a orelha está vermelha, é porque deve ter alguém por aí que não para de falar de você... Diga o nome dos suspeitos até que a orelha volte ao normal, indicando quem é o culpado. E se quiser dar uma lição no fofoqueiro, morda o dedo mindinho da mão esquerda! Também não dá para saber ao certo quando surgiu essa crença, mas antigamente acreditava-se que existia um mercúrio universal no ar, que transferia energias entre pessoas.

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