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Adaptações odiadas pelos autores

Você, com certeza já assistiu um desses filmes e gostou, afinal são muito bons! No entanto, os autores dessas adaptações parecem ter odiado o resultado final da obra quando ajustada para o cinema! Descubra de quais filmes estamos falando e o motivo de cada autor!

Mary Poppins

O livro, escrito por P.L. Travers, precisou de um bom tempo até conseguir a autorização para ser adaptado para o cinema. A autora tinha grande apego à sua criação e temia que sua visão não fosse bem retratada na telona. No começo, ela ajudaria no roteiro do longa-metragem, mas, depois de tantas exigências e alterações, foi vetada de opinar. Durante a estreia do filme, ela passou o tempo todo chorando copiosamente, mas, quando todos achavam que era de emoção, ela revelou ser de desgosto. O problema maior, para ela, foram as cenas de animação criadas pela Disney.

Com os mesmos nomes, os romances foram escritos pela famosa autora de contos vampirescos Anne Rice. Sobre "Entrevista com o Vampiro", o que ela mais estranhou foi a escolha do elenco: acreditava que Tom Cruise, Brad Pitt e Antonio Banderas jamais seriam vampiros à altura de seus personagens. No fim, só deu o braço a torcer para Tom Cruise, que, segunda ele, até convencia no papel. Já sobre "A Rainha dos Condenados", foi curta e grossa: pediu para seus fãs jamais assistirem à produção.

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Um Estranho no Ninho

Adaptado do livro de Ken Kesey, o filme parece ter agradado crítica e público, inclusive dono de várias estatuetas do Oscar. Porém, não agradou o autor da obra original. Para ele, mudar a narradora do enredo já significa ter destruída toda a visão principal da história.

Eu sou a lenda

O autor, Richard Mateson, teve o azar de ter três adaptações de seu livro para o cinema e odiar as três. Na primeira, intitulada "Mortos que Matam", com estreia em 1964, segue bem a história, mas falha em direção e elenco. A segunda tentativa de adaptação, de 1971, intitulada "A última esperança da Terra", teve tantas mudanças que o autor diz que nem chega a incomodar, porque nem parece estar falando de seu livro. E, quando ele achou que tudo entraria nos conformes com o mais recente longa-metragem, de 2007, intitulado "Eu sou a Lenda", o final foi completamente destruído.

Forrest Gump

Esse filme fez tanto sucesso que não são poucos os que nem sabem que ele se trata da adaptação do livro escrito por Winston Groom. Talvez isso também aconteça porque, ao que parece, nem mesmos os próprios produtores do filme fizeram muita questão de enaltecer o criador original desta obra, afinal, ele não foi citado nos agradecimentos do Oscar e também não recebeu os lucros sobre o filme ao qual tinha direito. Não é à toa que seu segundo livro sobre o mesmo personagem começa com um conselho: “Nunca deixe ninguém fazer um filme sobre a história de sua vida”.

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A Fantástica Fábrica de Chocolate

Quem nunca passou algumas horinhas fantasiando visitar aquela fábrica é porque não teve infância. No entanto, Roald Dahl preferia que ninguém nunca tivesse visto o filme baseado em seu livro. Ele odiou, principalmente a interpretação de Gene Wilder de seu personagem principal Willy Wonka. É uma pena que não tenha vivido para ver a nova versão com a interpretação de Johnny Depp. Será que ele teria gostado?

O Iluminado

O famoso filme de terror e suspense, inspirado na obra icônica de Stephen King, desagradou totalmente seu autor. Apesar de ter sido dirigido por outro ícone da arte, King diz que Stanley Kubrick não conseguiu captar a essência da história e do personagem. King diz que ele deveria ter se tornado lunático ao longo da história, mas que Jack Nicholson já aparece completamente psicótico desde o início.

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Laranja Mecânica

O autor do livro Laranja Mecânica, Anthony Burgess, diz ter odiado a adaptação para o cinema de sua obra porque ela ressaltou e intensificou a parte de violência e de sexo, o que iria ser uma questão complicada para ele conseguir lidar. No entanto, ele também já declarou que se arrependeu de ter escrito o livro. Será que é uma daquelas questões em que a pessoa só se dar conta da criatura que criou depois de um tempo?

Psicopata Americano

Bret Easton Ellis, o autor do livro, reclamou de uma coisa bem básica para a adaptação do cinema: talvez o livro não fosse do tipo que funcionaria visualmente e assim perderia sua essência. No livro, o narrador é a questão central; nas telonas, esta situação teve que ser adaptada e se tornou muito mais visual, causando algumas dificuldades de entendimento ao expectador.

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