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Bolsonaro

Em 2018, Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil. Mesmo antes de sua eleição, Bolsonaro manifestou diversas declarações com discurso de ódio e foi motivo de desconforto. Em poucos meses de presidência, muita polêmica já foi levantada em seu governo. Apesar de não se dizer racista, o presidente, que alega que não existe racismo no Brasil, já recebeu denúncias por posturas racistas e desrespeitosas. Ainda há quem admire Bolsonaro e o considere um "mito" capaz de erradicar a corrupção no país. Confira algumas frases do presidente que provocaram calorosos debates e movimentações em todo o país.

21/03/1955
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Como tudo começou

Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro cresceu no interior paulista, em Glicério. Filho de Percy Geraldo e Olinda, a paixão da mãe originou o nome: "Nasci em 1955, minha querida mãe ainda está viva. Uma gestação bastante complicada. Ela, como católica, botou o nome em mim, botou um dos meus nomes de Messias. Mas não sou o salvador da pátria".

O futebol

Jair Bolsonaro

Seu nome, como bom brasileiro, é a junção de duas paixões dos pais. A paixão do pai foi o futebol: "o Jair veio porque, naquele dia, 21 de março, era aniversário do Jair Rosa Pinto, meia-esquerda da seleção brasileira e do Palmeiras. E o meu pai, como palmeirense, botou o nome em mim de Jair".

Fim à democracia

Jair Bolsonaro

Bolsonaro foi um militar da reserva e hoje é o atual presidente do Brasil. Sua trajetória envolve polêmicas e um discurso conservador. Em 1994, no parlamento, defendeu a ditadura e disse que "preferia sobreviver no regime militar a morrer na democracia”.

A decisão

Jair Bolsonaro

A decisão de concorrer à eleição presidencial aconteceu logo após a reeleição de Dilma Rousseff (PT), em 2014. De acordo com Bolsonaro, tudo veio quando estava sozinho à mesa. "Depois eu levei para a minha esposa, que foi a segunda pessoa que tomou conhecimento. E depois botamos o plano em funcionamento. Ninguém acreditava."

Nem ele acredita

Jair Bolsonaro

Nem mesmo ele acreditou no que havia pensado, já que ser o próximo presidente do Brasil envolve muita responsabilidade e foco de todos nele. "De vez em quando, eu confesso, até eu falava: será que eu estou no caminho certo?", afirmou Jair Bolsonaro.

Ele é a cara da direita

Jair Bolsonaro

Após a decisão, Bolsonaro lutou por sua candidatura e anunciou, em abril de 2014, os motivos de ser "a cara da direita". “Qual é a cara da direita? É a defesa da redução da maioridade penal. É uma política de planejamento familiar. É a defesa da família contra o kit gay", disse na Academia Militar das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro.

Fim e respeito

Jair Bolsonaro

Ainda na Academia Militar das Agulhas Negras, Bolsonaro completou o discurso, respondendo sobre mais razões de ser "a cara da direita": "É a revogação do Estatuto do Desarmamento. É o fim da indústria de demarcação de terras indígenas. É o respeito e a valorização das nossas Forças Armadas”, afirmou Bolsonaro na ocasião.

Ganhando fama

Jair Bolsonaro

Em 2014, recém-eleito para o sétimo mandato consecutivo com recorde de votos (de 120,6 mil em 2010 para 464,5 mil votos em 2014), Bolsonaro percorreu o país, virou o queridinho das redes sociais e ganhou o apelido de "mito". Sobre isso, ele afirmou ao Jornal Nacional: “Mito, eu não sei de onde veio isso aí. Até brinquei, deve ser do meu apelido de criança, ‘parmito’”.

 

Afirmação polêmica

Jair Bolsonaro

Suas declarações renderam representações no Conselho de Ética da Câmara e ações na Justiça. Contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS), em 2014, Bolsonaro disse: "Ela não merece (ser estuprada) porque ela é muito ruim, ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria". Por isso chegou a ser condenado por incitar o estupro.

Sobre mulheres no trabalho

Jair Bolsonaro

Durante entrevista a Luciana Gimenez, declaração de Bolsonaro sobre mulheres no mercado de trabalho não foi bem recebida pelo público. Jair Bolsonaro disse: "Entre um homem e uma mulher jovem, o que o empresário pensa? 'Poxa, essa mulher tá com aliança no dedo, daqui a pouco engravida, seis meses de licença-maternidade…' Bonito pra c..., pra c...! Quem que vai pagar a conta?". A entrevista foi ao ar em 23 de fevereiro de 2015.

Nada de fobia

Jair Bolsonaro

Mas quando questionado sobre as declarações e a forma como enxerga os homossexuais, Bolsonaro nega ser homofóbico. "Eu não sou homofóbico, gordofóbico, flamengofóbico, heterofóbico. É o governo que estimula isso através do Plano Nacional de Promoção de Direitos Humanos e Cidadania LGBT. O governo é que joga homo contra hétero", disse em 14 de abril de 2015.

Sobre o coronel Brilhante Ustra

Jair Bolsonaro

As polêmicas nunca acabam. Bolsonaro foi duramente criticado por exaltar a ditadura durante a votação do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 17 de abril de 2016, quando saudou um torturador na Câmara dos Deputados. "Pela memória do coronel Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff".

O que importa é o agora

Jair Bolsonaro

A candidatura de Jair Bolsonaro foi polêmica, dadas as suas declarações e manifestações contrárias e favoráveis no Brasil inteiro. Mas ele não se importava e deixou claro: "Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018. Minha arma são as palavras, minha bomba atômica é a verdade", disse em 11 de setembro de 2016.

Os quilombolas

Jair Bolsonaro

Antes mesmo da oficialização de sua candidatura à presidência, Bolsonaro dava o que falar a partir de seus discursos. Sobre os quilombolas, em 3 de abril de 2017, disse: "Não fazem nada. Nem para procriador servem mais." A declaração colocou mais um processo nas costas do atual presidente.

Abalando a vida pessoal

Jair Bolsonaro

Mesmo convicto de sua candidatura, Bolsonaro já previa tempos nebulosos, caso vencesse. A divisão do país e aqueles que não gostavam de sua forma de agir poderiam tornar sua vida difícil no Palácio do Planalto. Prevendo conflitos, disse, em 22 de setembro de 2017: “Se um dia eu chegar a ser presidente, vai ser uma desgraça”, revelou, ao falar sobre o impacto de sua vitória em sua vida pessoal.

Quer acertar

Jair Bolsonaro

Muita gente criticou o atual presidente por conta de suas declarações polêmicas e sua forma de falar, agir e até de se comportar diante de problemas reais do Brasil. Mas ele entende suas limitações e quer a ajuda de todos. "Estendo a mão aos senhores. Entendam a minha inexperiência em algumas áreas, mas o mais importante é a vontade de acertar", disse, em 2017, durante palestra fechada para investidores e analistas, nos Estados Unidos.

As palavras fogem

Jair Bolsonaro

Além de saber que não era aquele que saberia tudo durante sua permanência na presidência, ele se confunde com as palavras, mas tem consciência disso e pede desculpas a todos. Na mesma palestra, fechada para investidores e analistas, nos Estados Unidos, disse: “De vez em quando me perco nas palavras, sim, me perco, me perco, peço desculpas. Mas o nosso objetivo é exatamente o bem de todos”.

Tem gente mais preparada

Jair Bolsonaro

Ainda sobre não se sentir o melhor no cargo, Jair Bolsonaro admitiu que existia gente mais preparada que ele para governar o país, em 2017: "Tem muita gente mais preparada do que eu, mas no Brasil hoje o pessoal está alvejado", disse Bolsonaro, referindo-se às investigações da Lava Jato.

Para defesa é preciso ser firme

Jair Bolsonaro

Rival da política de defesa dos direitos humanos, Bolsonaro não se limita quando o assunto é violência. Todas as suas declarações sobre o assunto são firmes. Para ele, é preciso agir com dureza quando se trata de violência. "Se morrerem 40 mil bandidos (por ano, por ação da polícia), temos que passar para 80 mil. Não há outro caminho. Não dá para combater violência com políticas de paz e amor", disse em 20 de novembro de 2017.

Importa é tirar o PT

Jair Bolsonaro

Bolsonaro sempre teve um forte discurso antipetista, o que deu ainda mais força a ele durante sua ascensão no cenário político país. Ajudou muito também a insatisfação da população com o PT por causa do escândalo do partido com a corrupção na Petrobras. "O que queremos é o PT fora de combate. Eles fizeram besteira demais. Para mim, vale mais a questão ideológica do que a corrupção. O Brasil ganha", afirmou em 21 de janeiro de 2018.

Uma visão melhor

Jair Bolsonaro

Diante de como a mídia o tratava e da opinião pública a seu respeito, Bolsonaro nunca teve a pretensão de agradar a todos. Ao se encontrar com investidores, em 11 de fevereiro de 2018, Jair Bolsonaro disse que não acreditava que eles tinham uma visão boa sobre sua candidatura. "O mercado sempre me achou um rinoceronte. Vou me dar por feliz se sair daqui com vocês me achando um homem das cavernas".

No mundo digital

Jair Bolsonaro

Com uma campanha tocada principalmente nas redes sociais, sempre muito próximo de seu público, mas usando as mídias digitais, era natural que declarações atribuídas a Bolsonaro fossem disseminadas na rede. Ele desconhecia a maioria delas, então afirmou, em 24 de abril de 2018: "Tudo nosso é espontâneo, mas há muitas pessoas que trabalham para mim e que confiam em mim. Não conheço 99% delas”.

Racismo não existe

Jair Bolsonaro

Sobre o racismo, ele foi enfático. Questionado sobre o assunto em 26 de junho de 2018, Jair Bolsonaro afirmou: "Aqui no Brasil não existe isso de racismo, tanto é que meu sogro é Paulo Negão e quando eu vi a filha dele não queria saber quem era o pai dela", disse para uma plateia de cerca de 15 mil pessoas em um hotel na praia de Iracema. A declaração ocorreu no mesmo dia em que o STF recebeu uma denúncia de racismo contra ele.

Não houve golpe

Jair Bolsonaro

Em entrevista ao programa Roda Vida, Jair Bolsonaro defendeu o golpe militar de 1964, ao afirmar que na época vivíamos na Guerra Fria. "Não houve golpe militar em 1964. Quem declarou vago o cargo do presidente na época foi o parlamento. Era a regra em vigor”, afirmou em 30 de julho de 2018. Bolsonaro defendeu que teria agido da mesma maneira se estivesse no lugar dos militares daquela época.

O atentado

Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro sobreviveu a um atentado, quando, em 6 de setembro 2018, durante a campanha à presidência, era carregado no colo por simpatizantes em Juiz de Fora (MG). Postou um vídeo gravado na UTI em que dizia: "Eu estava muito preocupado. Parecia apenas uma pancada na boca do estômago, mas já levamos bolada no futebol. A dor era insuportável. Por isso parecia que tinha algo mais grave acontecendo", afirmou Bolsonaro.

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Perfuração no abdômen

Jair Bolsonaro

Nesta ocasião, foi agredido por um homem que carregava uma faca e que perfurou seu abdômen. Bolsonaro passou três semanas internado após uma cirurgia e concentrou seu discurso para vencer a eleição nas redes sociais. Em vídeo, disse: "Essa equipe maravilhosa e abençoada evitou que o mal maior acontecesse. Será que o ser humano é tão mau assim? Eu nunca fiz mal a ninguém".

Pede desculpas

Jair Bolsonaro

Durante sua campanha, fez questão de se desculpar por suas declarações sobre preferir um filho morto a um gay. Em entrevista ao Jornal Nacional, disse: "Não, tem muito gay que é pai, que é mãe e concorda comigo. As declarações foram fortes, foram algumas caneladas. Peço até desculpas, mas foi um momento de temperatura alta em comissões, que quase houve vias de fato em muitas discussões, porque o ativismo LGBT levava para isso".

Igualdade aos índios

Jair Bolsonaro

Sobre a questão dos índios no Brasil, todos os dias há pressão sobre desmatamento, reservas indígenas e direitos dos índios. Para Bolsonaro, só há uma solução possível. Ele defendeu o fim das demarcações indígenas em sua campanha. "Nosso projeto para o índio é fazê-lo igual a nós. Eles têm as mesmas necessidades que nós. O índio quer médico, dentista, televisão e internet", declarou em dezembro de 2018.

Difícil ser patrão no Brasil

Jair Bolsonaro

Inflação, queda nas vendas, demissão em massa e crise financeira são fantasmas que podem assombrar o governo a qualquer momento. Para Bolsonaro, é preciso aliviar para o empresário: "Na última reforma trabalhista, que votei favoravelmente, já tivemos reflexo positivo. O número de ações trabalhistas caiu pela metade. Mas hoje em dia continua sendo muito difícil ser patrão no Brasil", disse Bolsonaro em dezembro de 2018.

Ideologia de gênero

Jair Bolsonaro

Em 2011, Jair Bolsonaro iniciou suas declarações contra propostas do Ministério da Educação de discutir a diversidade e combater a homofobia nas escolas. À época, disse: “A relação entre um homem e uma mulher já não é mais normal. Onde vamos parar?”.

Homem e mulher

Jair Bolsonaro

Ainda sobre diversidade, Jair Bolsonaro acredita ser um desrespeito aos cristãos propagar a ideologia de gênero. "Com o tempo, passou-se a instituir outras coisas à sociedade, como a malfadada ideologia de gênero, que diz que ninguém nasce homem ou mulher, que isso é uma construção da sociedade. Isso é uma negação a quem é cristão, é uma negação a quem realmente acredita no ser humano. Ou se nasce homem ou se nasce mulher".

Sem divisão

Jair Bolsonaro

Durante a campanha de Jair Bolsonaro, foi evidente que o país se dividiu, o que gerou muitos problemas para o candidato. Querendo agora governar para todos, ele afirmou: "Não podemos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem nossas famílias, alicerce da nossa sociedade", afirmou no parlatório do Palácio do Planalto, em seu discurso de posse.

Promessa é promessa

Jair Bolsonaro

Uma das principais promessas de campanha de Bolsonaro foi mudar o Estatuto do Desarmamento com um projeto enviado ao Congresso. Em seu discurso da vitória, disse: “Mudar porque o cidadão de bem quer fazer com que o referendo de 2005 seja respeitado. O povo decidiu pelo direito de comprar armas e munições. Eu não estou inventando nada.”

Com a ajuda de todos

Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro, presidente do país, não tinha pretensões de governar sozinho. Ele sempre disse que queria a ajuda de todos que puderem ajudar. Agora que assumiu o posto de presidente do Brasil, afirma que quer a ajuda de todos para que o país vá para frente. “Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil. Do poder central para estados e municípios”, disse no dia primeiro de janeiro de 2019, discursando no Congresso.

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