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Diogo Nogueira

Filho de peixe, peixinho é! Diogo Nogueira é filho de João Nogueira, um dos maiores intérpretes brasileiros que já existiu. Saiba mais sobre a vida pessoal e profissional de Diogo aqui.

26/04/1981
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Preconceito

Diogo Nogueira

Onde está escrito que todo sambista tem que ser, necessariamente, malandro? O sambista era discriminado nas décadas de 40, 50. Depois disso, surgiram músicos como meu pai, Beth Carvalho, Martinho da Vila, que não tinham nada de malandros. Os sambistas dessa geração não tinham problemas com a polícia.

Futebol

Diogo Nogueira

Futebol e samba sempre andaram juntos. Me sinto realizado como cantor, com a carreira que eu escolhi. Mas, sempre que eu posso, jogo uma “pelada” com os amigos.

Na Estica

Diogo Nogueira

Gosto de cuidar de mim, de estar bem vestido, de me sentir bem. Procuro não pensar se isso vai agradar um grupo ou desagradar outro. Penso nos meus fãs. Atualmente, trabalho com alguns profissionais que me ajudam a compor o meu visual, que varia de acordo com o tipo de show e evento que estou fazendo.

Irmãs

Diogo Nogueira

Sempre me dei bem com minhas irmãs, que são grandes amigas. Conversávamos sobre tudo. Como elas eram mais velhas e eu o caçula, pude aprender com elas muitas coisas da vida.

Lazer

Diogo Nogueira

Adoro curtir a minha família, minha casa... Sempre que tenho tempo, gosto muito de ir à praia, brincar com meus filhos e de jogar futebol com os amigos.

Época Difícil

Diogo Nogueira

O Ministério do Trabalho impediu até mesmo que ele recebesse direitos autorais pela execução de suas músicas durante 25 anos. Ele ficou arrasado. O Clube do Samba era uma casa de shows muito importante da época, muito mais que um reduto do samba. Caetano Veloso e Gilberto Gil cantaram lá.

Times

Diogo Nogueira

Comecei na base do CFZ, o clube do Zico. Joguei nos juvenis do Vasco, do Fluminense, até virar profissional e tentar a sorte no Cruzeiro de Porto Alegre. Eu já tinha 23 anos e precisava tomar uma decisão na minha vida. Ou vivia do futebol ou tentava fazer outra coisa.

 

Time Amador

Diogo Nogueira

Toda quarta-feira eu vou à academia fazer reforço muscular. Tenho o meu time, o Trem da Alegria. Não e fácil ganhar da gente, não. O time é uma mistura de ex-atletas, jogadores desempregados e metidos a boleiros.

Drogas

Diogo Nogueira

Fumava maconha quando era adolescente; hoje não fumo mais. Mas não tenho o menor problema em dizer que gostava de maconha. Todo mundo já fumou seu baseadinho alguma vez na vida.

Valor de Pai

Diogo Nogueira

Meu pai é uma grande referência na minha vida e na minha carreira. Aprendi com ele a ser correto, ter humildade, a estar sempre de bem com a vida. São ensinamentos que procuro pôr em prática em tudo o que faço.

Escola de Samba

Diogo Nogueira

Sou Portela desde que nasci. Já estava escrito. A primeira vez que entrei na quadra da Portela, no colo do meu pai, comecei a chorar e, meio emocionado, meu pai falou: “Você está chorando porque já é um portelense”. De lá pra cá, o amor só aumentou.

Premiações

Diogo Nogueira

Fico muito agradecido pelo fato de, em tão pouco tempo de carreira, já receber tantos reconhecimentos, inclusive nos sambas enredos que compus com meus parceiros. Me considero privilegiado. Acho que ainda tenho um longo caminho a percorrer, mas fico feliz que os resultados já estejam aparecendo.

Dificuldade

Diogo Nogueira

A geração do meu pai sofreu muito com a entrada pra valer da música americana no Brasil, a partir da década de 80. Ninguém queria mais ouvir samba. Muitas boates e casas de shows foram fechadas. Foi uma época difícil para eles.

Sucesso

Diogo Nogueira

Quando havia um brasileiro fazendo sucesso, era sempre um roqueiro. Depois veio a música sertaneja, com as duplas. Só conquistamos o nosso espaço novamente em meados da década de 90. Quando comecei a cantar sambas, no bairro da Lapa, o ambiente era outro: o samba já havia voltado a fazer sucesso entre a garotada.

Comparações

Diogo Nogueira

Ser comparado a um dos maiores intérpretes da música brasileira nunca vai me incomodar. Procuro fazer meu trabalho. Não fico preocupado se vai ficar parecido com o do meu pai. Se ficar, ótimo, sinal que estou chegando lá. Meu pai, por exemplo, tinha o maior orgulho quando o comparavam ao pai dele, meu avô.

Fim de Carreira

Diogo Nogueira

Eu tinha perdido meu pai, e minha mãe, que tinha ficado no Rio, passava por dificuldades financeiras. Estava fazendo pré-temporada para jogar o Campeonato Gaúcho e acabei, durante o treino, sofrendo uma grave contusão no joelho. Encerrei prematuramente minha carreira.

Braços Cruzados

Diogo Nogueira

Eu joguei algumas vezes no próprio Politheama, quando era garoto. Meu pai era o centroavante – mais fácil falar que ele era o “banheirista” do time. Não voltava nunca para marcar. Ficava ali, parado, encostado no goleiro, sem fazer nada.

Jogo Duro

Diogo Nogueira

A mulherada fica doida nos meus shows. Eu tenho os pés no chão: sei que isso ocorre por causa da fama e não me deslumbro nem caio na tentação. Às vezes é complicado. A mulherada hoje está pegando pesado.

Outra Cidade

Diogo Nogueira

Foi uma experiência maravilhosa cantar no Alemão. O Rio de Janeiro, realmente, está mudando. O Complexo do Alemão estava todo em obras. A violência diminuiu e tenho fé que a cidade irá passar por uma grande transformação até sediar a Olimpíada, em 2016. Não acho que esse processo de revitalização seja de “mentirinha”, como ouço muita gente dizer. O Rio já é outra cidade.

Como Cantor

Diogo Nogueira

Eu estava meio perdido. Não sabia se retomava os estudos, se operava para voltar a jogar. Enquanto não me decidia, comecei a cantar em rodas de samba para me divertir. As pessoas sempre diziam que eu tinha uma voz bonita, parecida com a do meu pai. Pediam para eu dar canja em alguns shows. Até que fui convidado para participar de shows da Beth Carvalho e da Alcione. Aí minha vida mudou. Montei uma banda e comecei a fazer shows no teatro Rival, no Rio, e nos Sescs, em São Paulo. Gravei meu primeiro disco, que vendeu 100 mil cópias.

Planos

Diogo Nogueira

Eu lancei um songbook (Sambabook) com a obra do meu pai. E vou fazer também um do Martinho (da Vila). Devo entrar em estúdio em breve para lançar um disco só de canções inéditas.

Sambas-Enredo

Diogo Nogueira

Eu ganhei, como compositor, quatro carnavais seguidos. E eram sambas com uma linha mais tradicional. Deixei de fazer, pois cada vez mais os enredos têm que ter algum tipo de ligação com os patrocinadores. É uma promiscuidade inaceitável. E pelo jeito nada vai mudar. Não querem mudar, não vão mudar. A tendência é ficar ainda pior.

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