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Bianca Bin

Com papéis de destaque em Malhação, Passione, Cordel Encantado, Joia Rara e agora Boogie Oogie, Bianca Bin tem se tornado uma das principais atrizes de sua geração. Aprecie as suas frases e declarações.

03/09/1990
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Cuidados com o corpo para a novela Boogie Oogie

Bianca Bin

Sempre cuidei do corpo, mas a Vitória é danada! Usa muito shortinho e barriga de fora. Nunca gostei de fazer musculação, mas é necessário. Já sinto diferença, estou mais durinha. E também faço drenagem linfática. Fechei um pouco mais a boca e fiz algumas trocas. Arroz branco, por integral, farinha de trigo, por integral.

Cuspiu pra cima

Bianca Bin

Sou o típico caso de quem cuspiu para cima.
(Atriz, ao admitir que antes de atuar em novelas achava o trabalho na televisão uma arte menor do que o teatro.)

 

Atriz como dona de casa

Bianca Bin

Eu moro sozinha desde os 16 anos e logo cedo tive que cuidar de casa. Eu acho que sou uma menina prendada, sim. Mas não tenho prazer, não é um hobbie cozinhar, por exemplo. Para o meu marido é, então, eu acho legal deixar o Pedro cozinhar. Ele gosta de temperos novos.

Receio em interpretar vilã

Bianca Bin

Eu acho que o público já tem mais esclarecimento do que antigamente. Antes, a gente ouvia essa história de que ator apanhou na rua. Acho que hoje em dia, não tem mais isso não. Todas as maldades que minha personagem faz, pra ela, não tem o peso da maldade. É como se fosse uma patologia. Essas pessoas que têm o costume de mentir, que a mentira vira uma realidade, para elas, essa mentira não tem o peso que teria para gente. Para ela, é por uma boa causa. É para tirar a mãe dessa vida de feirante, para dar um futuro melhor para o pai, uma casa melhor. Então, eu quero ver se o público vai entender isso com o passar dos capítulos. (Antes de interpretar a vilã Carolina, em Guerra dos Sexos)

Sobre emendar um trabalho no outro

Bianca Bin

Acho que eu tive muita sorte. Me deram grandes oportunidades e eu pude mostrar o meu trabalho. Uma coisa não vive sem a outra. Tem que ter o talento, mas as oportunidades também. Sou muito grata ao diretor Marcos Paulo (1951-2012), por tudo que Malhação, meu primeiro trabalho, me trouxe.

Vida nos anos 70

Bianca Bin

Não existia secador portátil, muito menos babyliss! As gerações mais novas se surpreendem ao ver como era o universo das discotecas, as músicas, as roupas, as gírias, os eletrônicos e que era possível viver sem telefone celular e internet.
Não conhecia as gírias, Barry White (cantor) e meias de lurex. E de tanto falar ‘Pomba!’, gíria da época, a gente vai se acostumando e usando no dia a dia também, sem nem perceber!
(A atriz dizendo que o universo mostrado em Boogie Oogie surpreende atores e o público)

Viagem ao Nepal para fazer a novela Joia Rara

Bianca Bin

Sim, passei 20 dias lá. Me identifico muito com a filosofia budista, acho linda. O lance da compaixão, esse olhar para o outro, taxar o bem, enfim, o Nepal foi um choque para mim. De um lado eram montanhas, do outro a cidade. É muito pobre, a renda mensal média das pessoas é de R$100. É muita pobreza, sujeira, poeira. Mas a generosidade e a hospitalidade dessas pessoas é tão forte que não tem como não se contagiar. Fomos convivendo e nos apaixonando por aquele povo de uma maneira que eu saí de lá sofrendo. Bate uma saudade...

O que mais chamou a sua atenção por lá (Nepal)?

Bianca Bin

É uma experiência incrível. Difícil viver algo próximo do que vivi ali. Só de estar em um lugar tão místico e profundo, não dá para ficar indiferente. É muita pobreza e, ao mesmo tempo, um povo muito espiritualizado. No nosso país, pobreza gera violência. Lá, não. Chegamos com medo, porque não conhecíamos, mas é muito tranquilo. Você anda nas ruas e eles te respeitam, são muito conformados, acreditam que têm que passar por aquela dificuldade toda para, numa próxima reencarnação, ter uma vida melhor. Eles aceitam aquilo, é muito louco. Mexeu demais comigo.

Preferência por mocinhas ou vilãs?

Bianca Bin

Não tenho preferência, mas a Carolina, de Guerra dos Sexos, exigiu menos de mim, me desgastei menos do que me desgasto para viver personagens mais dramáticos. É bom fazer uma coisa e, depois, se renovar fazendo outra. Guerra dos Sexos tinha o tom de comédia, isso facilitava bastante.

Mãe na ficção

Bianca Bin

Aumenta e muito! Eu já tenho isso aflorado dentro de mim. E quando vem esse desejo materializado em forma de uma pessoa tão fofa quanto a Mel (Maia, atriz), nossa, é incrível. Mas acho que não é o momento agora.

Tem religião

Bianca Bin

Sou católica. Mas o que me toca no budismo é essa compaixão, o bem, o se enxergar no outro. Espiritualmente, me identifico muito. Essa é a minha filosofia também, mesmo não sendo budista.

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