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Meg Cabot

A autora considerada a “rainha pop das adolescentes”, Meggin Patricia Cabot, mais conhecida pela abreviação Meg Cabot, nasceu em 1° de fevereiro de 1967 em Bloomington, Indiana, nos Estados Unidos. Confira curiosidades sobre a escritora e suas frases. E compartilhe!

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Influências

Meg Cabot

Não tenho a mínima ideia. Tudo o que é lançado na cultura pop influencia, me influencia. Ninguém vive num vácuo, né? Eu não fui a primeira pessoa a escrever sobre uma princesa, nem sobre uma garota que se apaixona por um morto. Quando escrevi A Mediadora, o livro foi rejeitado porque os editores diziam "nenhuma menina se apaixona por um garoto morto!" Ah, se eles soubessem...

Dois mundos

Meg Cabot

Só vi o primeiro. Não ia ver o segundo, porque tinha mudanças demais e não queria ser influenciada por ele. Amei o primeiro filme que é lindinho! Há dois universos da princesa Mia: o do filme, que é bonitinho, e o meu, que é o certo.

 

Traduções

Meg Cabot

Já leram algumas traduções dos meus livros pra mim, mas não fiquei muito feliz com a tradução das gírias. É sempre difícil adaptar gírias, bem como palavrões.

Ideias malucas

Meg Cabot

Eu queria chamar o segundo livro de O Diário da Princesa de Princess of Puke (Princesa do vômito). Daí minha editora disse: "É o pior título da história". E era mesmo.

Sem desistir

Meg Cabot

Foram três anos de pura rejeição e mais dez até que pudesse largar meu trabalho de verdade. Todo mundo é rejeitado, é bom que os jovens saibam. Só não desistam!

Sucesso

Meg Cabot

Seu maior sucesso é a série composta por 10 livros, "O Diário da Princesa", inclusive adaptada para o cinema e o motivo pelo qual a autora aparece em muitas fotos e eventos com uma coroa na cabeça.

Infância

Meg Cabot

Quando criança, Meg fora influenciada por autoras como Jane Austen, Judy Blume e Barbara Cartland. Formada em artes pela Universidade de Indiana
e com sonho de se tornar uma ilustradora autônoma, se mudou para Nova Iorque.

Insulto

Meg Cabot

O mercado infantojuvenil está indo tão bem que qualquer um acha que é fácil escrever. Alguns novos autores têm escrito com uma linguagem para bobos. Isso é um insulto porque adolescentes são muito espertos!

Pseudônimo

Meg Cabot

Abandonou a carreira de ilustradora e se dedicou a aquele que era realmente o seu grande sonho: a literatura. As suas primeiras produções literárias foram escritas com o pseudônimo de Patricia Cabot.

Contos de fadas repaginados

Meg Cabot

Meu sonho era repaginar A Bela e a Fera, que é o meu preferido. Já tinha a versão toda na minha cabeça, mas não era um tamanho suficiente para virar um livro. Quando me chamaram para esse projeto, topei na hora. Achei muito original.

Fã de Lispector

Meg Cabot

Acho a Clarice muito glamourosa. Sou fã dela, especialmente porque é uma autora que trata de temas femininos e do dia-a-dia. Ela aborda com mais profundidade questões do cotidiano.

Bienal do Livro

Meg Cabot

Atualmente Meg escreve em tempo integral e tem mais de 60 livros publicados. Em 2009, ela esteve no Brasil para participar da Bienal do Livro e declarou ser fã da escritora brasileira Clarice Lispector.

Infâncias difíceis

Meg Cabot

Quando comecei a escrever, ninguém dava importância para os adolescentes. Definitivamente, "Harry Potter" abriu o caminho para que todos nós pudéssemos publicar para jovens. Poucos anos depois foi minha vez, com "O Diário da Princesa". Tive uma infância difícil, repleta de momentos de depressão. Então fico feliz quando fico sabendo que ajudei meninos e meninas a superarem situações parecidas. Por isso escolhi escrever para essa faixa etária.

O lado difícil

Meg Cabot

Recebi muitas cartas de negativas, tenho uma pilha delas. Mas, desenvolvi uma carapaça para não ficar sensível e hoje em dia nem me importo mais em ser rejeitada. Nunca achei que justamente aquele livro, "O Diário da Princesa", com aquela história que me deixou super-irritada ia se tornar um dos meus grandes trabalhos. E acredite que esse livro foi rejeitado por dezenas de editoras.

Mais perto dos autores

Meg Cabot

Acho fantástico e adorável o fato de a Bienal ser um evento aberto ao público. Porque, nos EUA e em geral, no mundo todo esses eventos são fechados para os expositores, editores e autores e aqui as pessoas podem interagir com escritores. É uma pena que, quando jovem, eu não tenha tido essa oportunidade de conhecer pessoalmente o escritor de algum livro que eu tivesse lido e gostasse.

Carinho brasileiro

Meg Cabot

Não tinha ideia desse carinho todo! Recebo muitos e-mails de meninas brasileiras e por isso tinha certa noção que as pessoas liam meus livros no Brasil. Mas não esperava isso. O carinho que recebi dos fãs nessa visita foi enorme, não tem explicação.

Como uma verdadeira princesa

Meg Cabot

Sofri muito bullying quando era adolescente. Por um tempo, meu instinto era ser má com essas meninas também, dar o troco sabe? Não dava certo. As coisas só mudaram quando comecei a sorrir para todas. Abria um sorrisão e dizia "bom dia!". Isso as deixava confusas e sem reação e no fim, elas acabaram me deixando em paz. Por isso digo: aja com os outros como se você fosse uma princesa. É uma ótima estratégia!

Um cuidado especial

Meg Cabot

Olha, quando eu era adolescente, não era muito feliz. Meu pai era alcoólatra, e eu, meio solitária. Ler era um dos meus grandes passatempos. Sempre procurei livros engraçados, que pudessem me tirar daquele universo ruim, e, infelizmente, não achava muitos. Hoje, quando leio os vários e-mails que recebo de meninas dizendo que as ajudei a ser mais alegres, me sinto muito bem. Quando escrevo penso em levar diversão para garotas que eram como eu, ou seja, meio deprimidas.

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