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Mitos e verdades sobre a amamentação

A amamentação é um momento único para uma mulher que teve filhos e está apta para amamentar. Ainda que essa fase seja de suma importância, há desinformação sobre as principais características desse processo. Entre os mitos e verdades, é preciso reconhecer o que realmente irá ajudar uma mãe durante a amamentação. Será que você já compartilhou um mito? Será que você já foi prejudicada por ele? Antes que você possa responder a essas perguntas, leia todo o conteúdo que preparamos. Você vai se informar sobre amamentação para só compartilhar informações verídicas e confiáveis. Leia com atenção e divulgue para as mães que você conhece!

Alimento da vida

Bebê deitado na cama e dormindo com as braços abertos

Não há dúvidas de que o leite materno é tudo que um bebê precisa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a amamentação exclusiva até os seis meses de idade do bebê, podendo estender-se até os dois anos, junto com outras fontes complementares de alimentos. Mas quando o assunto é aleitamento, dúvida é a palavra que rege a vida de toda mãe nessa fase. Em meio a tantas informações, palpites, e até mesmo “crendices”, fica praticamente impossível saber o que é verdade e o que é mito. Listamos aqui alguns mitos e verdades, para acabar de uma vez por todas com essa confusão, que aflige tantas mamães, principalmente as de primeira viagem.

É o alimento ideal para a saúde do bebê de até 6 meses

Verdade. O leite materno possui todos os nutrientes de que um bebê necessita até os 6 meses de vida. É composto de água e de todos os minerais essenciais à sua saúde e sobrevivência, auxiliando no desenvolvimento do sistema imunológico e na prevenção de infecções. Além disso, o ato da sucção ao mamar trabalha a musculatura facial, viabilizando a correta formação da arcada dentária. Com isso, o resultado são crianças que falam, mastigam e respiram melhor, em relação às que não tiveram a mesma oportunidade.

Sinta a beleza da amamentação!

Faz bem para a saúde da mãe

Mulher segurando bebê e sorrindo

Verdade. A amamentação ajuda a mulher a retomar o peso anterior à gravidez. Isso ocorre por dois motivos: amamentar tem um gasto calórico alto e promove a produção de hormônios que fazem o útero se contrair, e com isso, ir voltando ao seu tamanho natural. Além disso, pesquisas indicam que mulheres que amamentam têm menos chances de desenvolver câncer de mama ou de ovário.

Cerveja preta estimula a produção de leite

Mito. A recomendação padrão é que a lactante se hidrate bastante, bebendo muita água. O que ajuda na produção de leite é a sucção frequente do bebê, ou seja, quanto mais o bebê mama, mais leite haverá. Sem falar que é importante ressaltar: não é recomendada a ingestão de nenhum tipo de bebida alcoólica no período da amamentação.

A lactante deve revezar os seios durante a amamentação

Bebê sorrindo na cama

Mito. Geralmente é o que mais se ouve, até mesmo entre as próprias mães. Não há necessidade de trocar o seio, o ideal é que o bebê consiga mamar até atingir o leite posterior (que é rico em açúcar e gorduras, essenciais para a saciedade e ganho de peso). Se o outro seio não for esvaziado e se isso for causa de dor e incômodo, a lactante pode fazer a retirada do leite, podendo guardar ou fazer doação.

O leite materno tem efeito contraceptivo

Nem mito, nem verdade. O que ocorre é que na amamentação ocorre um aumento da prolactina, que é um hormônio inibidor da ovulação. Mas para que seja uma ação efetiva, é necessário que a amamentação seja regular. Quando o bebê começa a mamar com menos frequência, as chances de engravidar retornam. Nesse caso, se não for um desejo engravidar novamente, é necessário adotar algum método de prevenção. Lembre-se de que é necessário consultar seu médico para encontrar a melhor alternativa, pois existem anticoncepcionais que não podem ser usados durante a amamentação, e também é preciso realizar exames para saber se a mulher tem condições de tomar contraceptivos orais.

Você pode comer de tudo durante a amamentação

Bebê amamentando enquanto segura mão da mãe

Verdade. Não existem restrições alimentares, a princípio. Se a mãe suspeitar de que algum alimento possa estar causando desconforto no bebê, o ideal é experimentar suspender o consumo e verificar se esse mal-estar continua ou não. Como ocorre um gasto calórico grande nessa fase, é necessário que a mulher adote uma alimentação balanceada e rica em diversos nutrientes. Apenas deve-se ter certo cuidado com a ingestão de alimentos estimulantes. Portanto, não é recomendável entrar em dietas por conta própria. Dietas restritivas são indicadas somente em casos de problemas de saúde preexistentes (que obviamente não têm relação com o aleitamento), como diabetes e outras doenças crônicas.

O bebê precisa mamar a cada 2 horas

Mulher amamentando bebê no quarto

Mito. Não existe hora marcada para amamentar. O mais indicado é a amamentação em livre demanda – que é oferecer o peito sempre que o bebê sentir fome. Aos poucos, ele vai ajustando a frequência das mamadas. No entanto, se o bebê continuar sentindo fome mesmo depois de várias mamadas, é necessário verificar se ele está acessando todas as fases do leite. Bebês que costumam dormir muito podem ser acordados para mamar, para evitar qualquer problema metabólico.

Amamentação prejudica os seios

Nem mito, nem verdade. Porém muito relativo. Os seios não ficam flácidos ou caídos por conta da amamentação, mas sim pela série de transformações sofridas pela mulher durante todo o processo da maternidade, que se inicia na gravidez (pode haver ganho de peso, e com a consequente perda dos quilos ganhos durante a gestação, a pele pode ficar mais flácida, mas não tem relação com o ato de amamentar). De todo modo, é essencial que a mulher saiba da relevância da amamentação, e que a saúde de seu bebê é mais importante do que tudo.

Veja alguns cuidados especiais para os bebês!

Amamentar é fácil

Mulher na sala segurando bebê no colo

Mito. Apesar de ser um ato natural, amamentar exige paciência por parte da mãe, em especial nos primeiros dias pós-parto. É um processo cansativo que pode gerar estresse, ansiedade... sem falar na possibilidade de machucados, rachaduras, entre outros problemas. Mas quando o bebê conseguir fazer a pega correta, tudo começará a entrar nos eixos. Serão noites e dias de muito cansaço, até que tudo se estabeleça. Mas também serão períodos de entrega, muito amor e a certeza de estar fazendo o melhor para seu bebê. Para amenizar um pouco todas essas questões, existem cursos para gestantes que abordam essa etapa. Mas para quem não pode arcar com esse custo, uma boa dica é conversar com o médico durante o pré-natal e com as enfermeiras no pós-parto.

Mãe é mãe.

Uma verdade que vale ressaltar: amamentar é um processo lindo, que fortalece o vínculo entre mãe e bebê. Mas se por algum motivo você não conseguiu amamentar, mesmo após tentar todas as opções, ou por motivos de saúde, não se sinta menos mãe ou menos conectada com seu filho. Você fez o que pôde, e não deixará de ser uma mãe maravilhosa para seu bebê. O seu amor por ele é que vai inspirar toda a criação que você dará ao longo de suas vidas.

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