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Björk

Procura algo irreverente? Então escute Björk. Com seu estilo de música particular, ela conquistou fãs em todo o mundo e logo deve aparecer aqui no Brasil. Confira.

Exposição

Björk, sobre exposição de seu trabalho.

Pediram pra que eu fizesse a exposição antes e na primeira vez eu disse “não”. Tinha razões pra isso. Eu não queria olhar muito para trás e também porque é complicado mostrar música em um museu visual. É complicado retratar minha música nesse ambiente.

Disco

Björk, sobre nome do novo disco.

“Vulnicura” é latim e significa “aquele que carrega um ferimento” ou “alguém que carrega um ferimento”.

Hip-Hop

Björk

Começou a circular um boato de que estava gravando um disco de hip-hop. Achei bem engraçado. Pode olhar, não uso nenhum bling-bling [ela mostra o pescoço para provar que não usa jóias]. Nunca pensei em fazer um álbum de hip-hop. Apesar de essa, talvez, ser uma ideia interessante.

Fim de Relacionamento

Björk

A história desse disco é principalmente sobre o fim de um relacionamento e de alguma maneira é um álbum de coração partido e o processo de cura depois disso. As seis primeiras músicas do disco estão em ordem cronológica. Não foi planejado, mas elas são a documentação de uma relação desmoronando.

Patriarcal

Björk

Para mim a consciência, a alma da civilização ocidental, é muito patriarcal, isso existe, e sinto que ela está paralisada com culpa sobre todo o dano feito ao meio ambiente, mas ao invés de começar a trabalhar nisso e fazer algo a respeito.

Apocalipse

Björk

Eu acho que pra mim é difícil entender porque a maioria dos filmes de Hollywood agora é sobre apocalipse. E eu acho isso muito chato.

Situação

Björk, sobre danos ao meio ambiente.

É uma situação importante e nós não temos tempo pra ter pena de nós mesmo ou ter vaidade. É muito importante começar agora!

Solitária

Björk

Eu acho que eu tenho muito extremos, eu acho que eu também sou muito solitária. Tipo, eu escrevo a maioria das minhas músicas sozinha e a minha relação com a minha voz também é muito solitária. Então geralmente eu já escrevi a maioria das músicas sozinha e editei eu mesma no meu computador.

Admirações

Björk

Eu sempre adorei gente tipoa Beyoncé e a Rihanna e eu fico muito animada quando gente como Kelela e outras pessoas que eu realmente gosto se tornam mainstream.

Estágio

Björk

Mas há também um estágio em cada álbum em que estou pronta para colaborar e é mais pro final que chamo todos os convidados pra minha festa e a minha casa que eu preparei por muito tempo!

Amor à Música

Björk

Eu acho muito romântico ir à uma loja de discos e conversar com as pessoas que trabalham lá. Nós podemos conversar por uma eternidade sobre as músicas que estão saindo e não importa realmente qual é a sua idade, porque pessoas de 95 anos ainda estarão muito animadas quando sair o que quer que seja…Então, no fim do dia é sobre amor à música, sabe?

Fim do Dia

Björk

Mas no fim do dia, arte, música – vou falar sobre música já que sou musicista – sempre vai ser um dos elementos vitais para os humanos. Não há como viver sem isso. E não é sobre hierarquia, sabe?

Natureza

Björk

Acredito que muitos conflitos derivem do fato de não admitirmos nossa natureza animal.

Hemisférios

Björk

Minhas melodias e minhas músicas vêm do hemisfério direito do meu cérebro, a metade menos racional e mais intuitiva.

Carros

Björk

Fui criada pela minha mãe, que era da geração hippie. Entre os hippies, reinava um forte sentimento de culpa. Independentemente do que a gente fizesse, iria dar errado, não deveríamos usar carros.

Danos Ecológicos

Björk

A própria civilização ocidental que causou todos esses danos ecológicos. Então eu acho que é muito importante começar AGORA a definir que tecnologia vai funcionar com a natureza no século XXI no qual nós possamos salvar o máximo, e que ainda dê e transformamos isso em uma coisa otimista e criativa.

Música Underground

Björk

Acho que o underground é a minha casa. Desde que eu era uma adolescente na Islândia, no nascimento do primeiro selo indie da Islândia… Tinha um selo grande na Islândia que estava sempre colocando música comercial no mercado e não havia nenhuma alternativa e nós pensamos “a gente precisa resolver isso” e sinto que tenho feito a mesma coisa desde então.

Filmes

Björk

Eu vi um filme chamado “Interstellar”, que gostei muito, mas ele também é assim, especialmente a cena na biblioteca, realmente tem essa coisa na qual o subconsciente do filme está paralisado com culpa e eles simplesmente decidem pegar uma nave muito, muito boa e ir para a próxima galáxia! (risos) Então eles não vão limpar a bagunça que eles mesmo fizeram. Eles só dizem “Ok, vejo vocês mais tarde!” .

Internet

Björk

Você tem um período novo no começo em que tudo é excitante porque não há regras (risos) e alguns anos depois você tem que definir isso. E eu acho que esse é o caso com a internet.

Reação

Björk

É perigosa essa onda apocalíptica porque ela é muito narcisista com um dose de pena de si mesmo dentro, o que não faz nenhum sentido, mas eu acho que é jeito humano natural de reagir.

A Morte

Björk

Eu acho que talvez seja uma coisa de mulher, eu acho que as mulheres não têm tanto medo da morte quanto os homens. Mas eu acho que mulheres, porque elas dão a luz e são mais emocionais, precisam mais se conectar com o resto do universo, é diferente.

Mágica

Björk

E o que é meio mágica sobre a internet é que ela destroi a hierarquia, mas agora essa hierarquia está meio que sendo reestabelecida, então é interessante observar que papel cada pessoa vai desempenhar.

O Mesmo

Björk

De alguma maneira, não mudou muita coisa, sabe? Eu ainda tenho contato com esses amigos da Islândia com os quais eu comecei o selo, porque o selo ainda está na ativa e ainda assinamos bandas e coisas assim e e ainda é uma situação bastante semelhante hoje em dia.

Continuidade

Björk

Quando volto a me acomodar em casa, estou pronta para qualquer novidade. Por essa razão, geralmente vou para o lado oposto do que realizei antes, ainda que sempre exista certa continuidade.

Espiritualidade

Björk

Os políticos e os líderes religiosos, os palestinos e os israelenses deviam sair mais para dançar. Antes, era natural conhecer o transe, aliviar a pressão e atingir esse afastamento espiritual. Hoje, as pessoas precisam ficar completamente bêbadas para descobrir esse estado.

Direito

Björk

Para mim, o negócio é dizer: temos que viver o presente. Somos pagãos, não tem a ver com voltar atrás, mas sim com admitir as coisas. Por exemplo, ficamos animados com a lua cheia e, se saímos para dançar, nos comportamos de maneira mais louca do que em outros dias. E é normal, devemos nos dar o direito de ser assim.

Separação

Björk

É por isso que fico com raiva das organizações religiosas, elas sequestraram a espiritualidade. Todo mundo é capaz de chegar a ela sem entrar em uma igreja. Tentar nos separar da natureza é uma péssima forma de compreender as coisas.