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João Kleber

João Kleber é famoso pelo programa "Teste de Fidelidade", mas possui uma bagagem profissional que muitos não lembram ou não sabem. Confira aqui tudo o que ele tem para contar.

02/08/1957
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Teatro

João Kleber

Já fazia muito tempo que eu não pisava no palco. No Brasil, isso não acontecia desde 2001. Desde que comecei a fazer televisão, ouvi cobranças de voltar ao teatro. Estou resgatando o início da minha carreira.

Televisão

João Kleber

Fiz TV em Portugal, onde morei por oito anos. Também fiz algumas apresentações fechadas para a Record Europa, na Espanha, e também no Japão. Neste momento estou avaliando propostas de duas emissoras. Só não voltaria a fazer o Teste de Fidelidade.

 

Traição

João Kleber

Quando eu estou num relacionamento, eu sou um bom marido. Quando eu estou em uma relação séria, séria-séria, casado, ou numa relação muito séria, eu jamais trairia. Eu até brinco dizendo: “Uma mulher já dá trabalho, duas então você já imagina”. E eu sou uma pessoa pública, qualquer coisa que eu faço, vira notícia. Eu acho importante abrir o jogo. Chegar e dizer: “Eu não estou feliz, não dá para continuar”. Eu tive três casamentos, e nos três eu fiz isso. Namoro é a mesma coisa.

Contratado

João Kleber

Eu estou contente, em vários aspectos. Primeiro, foram oito anos fora do Brasil. E este retorno foi extremamente positivo, desde quando o Amilcare e o Marcelo me chamaram. Eu fui o primeiro contratado da RedeTV! em 1999, o primeiro programa que ficou pronto foi o meu, então eu tenho esse carinho, esse apego pela RedeTV!.

Audiência

João Kleber

Quando eu saí em 2005, não foi por culpa minha, foi por uma forma estranha, que graças a Deus foi solucionada, aquelas coisas daquele ranking, aquela perseguição toda, acabou. O pior é você sair do ar em primeiro lugar em audiência, isso é constrangedor. Mas por onde eu passei, na Europa, o “Teste” fez sucesso.

Cautela

João Kleber

Quem me conhece, sabe que sou uma pessoa trabalhadora, sou uma pessoa religiosa, tenho um respeito com as pessoas. Tenho um temperamento forte? Tenho, mas hoje eu não conto até mil, eu conto até dez milhões antes de tomar qualquer decisão.

Arrependimento

João Kleber

Me agrada a ideia de fazer uma edição semanal ou mesmo mensal, apresentando atrações e criando esquetes de humor. E pensar que o Boni me fez essa proposta, lá na Globo, nos idos de 1991... Ah, se arrependimento matasse!

Ídolos

João Kleber

Meus ídolos de infância eram Chico Anysio e o Jô Soares. Eu comecei na rádio Jovem Pan com 14 anos em um programa de crônicas de futebol. Com 17 anos, eu fui parta a Globo e aos 20 era redator de humor, e minha vontade sempre foi trabalhar com humor.

Programas Populares

João Kleber

Há uma perseguição contra programas populares, porque o que eu faço é entretenimento. Eu não faço nada que prejudique ninguém, que faça mal a ninguém. Quando eu entrei na Rede TV, no dia 1° de agosto de 1999, eu já dizia isso, que nós teríamos que conquistar a classe C e D. E hoje, o sonho das emissoras é esse. É só ver o programa da Fátima Bernardes, as novelas como Avenida Brasil. Os programas se tornaram populares.

Teste de Fidelidade

João Kleber

Eu estava com minha ex-mulher em Nova York, e nós presenciamos uma briga de um casal por ciúmes. Eu então conversei com a Mônica Pimentel, que era minha diretora da Rede TV! na época, e ela disse: Por que você não cria um programa que tenha esse negócio de infidelidade?. E nós fomos formatando.

Concorrentes

João Kleber

Eu respeito muito os meus concorrentes, cada um luta pelo seu, ter concorrentes como o “Fantástico”, como o “Domingo Espetacular”, Silvio Santos, e dar a audiência que dou aqui, é uma vitória da RedeTV!. Eu fico muito feliz, mesmo.

Leveza

João Kleber

Eu queria pegar um público jovem que acompanhava o “Teste” antigamente, que era muito novo, tinha 11, 12 anos. E o público saudoso do programa agora está vendo um nova versão, até pelo horário. Eu queria ficar mais solto, ficar mais leve, brincar mais.

Portugal

João Kleber

Mas eu amo Portugal, adoro Portugal, até hoje eles assistem o “Teste” pela internet, comentam comigo, pedem minha volta, mas agora é complicado, porque antigamente eu tinha o “Teste” e eu ficando 15 dias aqui, 15 dias em Portugal. Agora com o programa da manhã é complicado. Mas nada impede que eu faça um acerto, sou muito grato ao povo português, porque foi por lá que tive a oportunidade de conhecer a Europa trabalhando, fiz a Record Europa, inaugurei a Record no Japão, foi bem legal, mas do Brasil, eu não saio mais.

Sobre o Teste

João Kleber

Ah, antigamente eu ficava triste. Hoje eu fico mais tranquilo, já me acostumei. Cada um fala o que lhe é conveniente. Eu digo que o "Teste" é uma mágica. O David Coperfield, que é mágico, usava muito isso. Ele deixava no ar se era armado ou se era verdadeiro sua mágica. Mas todo mundo lota os shows dele. Eu faço isso no "Teste", porque essa polêmica sempre vai existir. Agora, o que ninguém pode negar é que o programa virou uma grife, uma coisa incrível, que é conhecida no mundo inteiro. Ele é questionado, mas não é depreciado.

Re-Retrospectiva

João Kleber

Esse especial da Globo que eu tive, ele entrou na Memória Globo, entre os destaques nos anos 90 foi muito bom. Eu escrevi e o Roberto Talma dirigiu e foi incrível. Ter um especial de humor de fim de ano na Globo, pra mim, foi um motivo de prestígio muito grande.

Privilégio

João Kleber

Como profissional, eu digo que tenho uma carreira incrível: trabalhar com o Jô Soares, com o Chico Anysio, fundar uma emissora de televisão, ganhar da Rede Globo, chegar ao primeiro lugar de audiência como eu cheguei, depois ir para Europa, conquistar o público europeu, voltar para o Brasil, fazer sucesso e renovar o meu público, levando o “Teste” para um lado de lado mais de humor, é um privilégio. Então, eu sempre digo que sou um privilegiado.

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