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Lívia de Bueno

Ela é de Niterói e começou a carreira na televisão quando ainda estava cursando a faculdade de jornalismo. Mas foi se apaixonar mesmo por esse mundo quando deu uma chance para o teatro!

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Sua última novela

Lívia de Bueno

Eu era neta da Fernanda Montenegro e filha do José Mayer. Foi maravilhoso estar em cena com eles. O Zé é uma cobra criada da TV, além de ser muito bem-humorado e a Fernanda não é à toa que é considerada a nossa maior atriz. Ela realmente é um ser humano único. Elegante, generosa e contadora de histórias. Aprendi muito com os dois.

Sem tabu

Lívia de Bueno

Acho importante o filme levantar essa polêmica. Nunca existiu um mundo sem drogas e temos de lidar com a vontade das pessoas. O assunto precisa ser falado sem tabu.

Carreira

Lívia de Bueno

Na minha família não tem artistas. Sempre quis fazer carreira no Jornalismo, mas na faculdade fui chamada pra fazer a Oficina de Atores da Globo e um potencial artístico latente despertou em mim. Fiquei bastante confusa na época, mas terminei a faculdade. Fui ter certeza de que queria ser atriz quando estudei teatro. O teatro me deu a confiança para levar a atuação como profissão.

Alimentação

Lívia de Bueno

Eu amo me alimentar bem! Não só pela estética, mas pela saúde. Não olho as calorias, mas a informação nutricional. Aprendi a ler rótulos. Evito glúten, lactose e açúcar e sempre presto atenção na combinação dos alimentos. Leio muito sobre o assunto e acompanho redes sociais sobre alimentação saudável.

Estilos

Lívia de Bueno

Já fui surfista, patricinha, mas o momento em que me tornei mais livre e intensa foi quando convivi com os meus amigos DJs. Peguei o final da onda das raves. Gosto muito de música eletrônica. Cheguei a pensar em ser DJ, mas meu lugar é na pista mesmo.

Liberdade da Lara

Lívia de Bueno

Eu era uma patricinha de Niterói descobrindo esse mundo, que abriu minha cabeça e me fez deixar o moralismo de lado. Mas é preciso ter equilíbrio e responsabilidade para lidar com essa liberdade. Você tem de descobrir sozinho o seu limite. Acho que me saí bem nesse aspecto. Não me machuquei. Foi uma delícia ter revivido isso na pele da Lara. Com a liberdade dela e sem medo.

 

Escolhas

Lívia de Bueno

Caí de paraquedas na TV, sem qualquer embasamento teórico e fazendo papéis pequenos, pouco interessantes. Não tive a oportunidade de entender a TV na época. Em Oscar Freire 279, em que vivo uma personagem cheia de paradoxos, que vai de encontro ao moralismo da sociedade, consegui isso na TV. Antes, só o teatro havia me dado esse prazer. Foi aí que eu passei a me levar a sério como atriz e consegui papéis interessantes como a Lara e a Dora, de Oscar Freire 279. É bem complicado ser ator.

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