Mensagens Com Amor Menu Search Close Angle Birthday Cake Asterisk Spotify PPS Book Download Heart Share Whatsapp Facebook Twitter Pinterest Instagram YouTube Telegram Copy Up Check

Siga-nos

Os beijos mais famosos da história

Culturas e épocas variam e o estilo de vida das pessoas sempre muda, mas não dá para negar um fato: os seres humanos adoram beijar. A prática do beijo é ancestral - registros mostram que há mais de 4000 anos já se beijava - e teve muitos significados ao longo da história. O beijo até já foi considerado imoral, mas nunca saiu de moda. Um beijo pode ser de amizade, companheirismo, paixão e pode até mesmo salvar uma vida! Os quinze beijos a seguir se tornaram famosos na história, seja por terem sido marcantes, românticos ou por terem sido imortalizados em obras de arte. Saibam quais são e a história por trás deles.

continue lendo
Compartilhar

O que é o beijo?

História

Há relatos históricos que mostra que o beijo já era uma forma de expressão desde 2500 A.C., na antiga Mesopotâmia. Os gregos, inclusive, eram um povo bem “beijoqueiro”, mas foram os romanos que disseminaram a prática. Para eles, existiam três categorias de beijo: o basium (entre conhecidos), o osculum (entre amigos) e o suavium (beijo dos amantes). E hoje em dia os beijos ainda seguem mais ou menos essas regras e também tem suas variações, dependendo da pessoa que receberá o beijo e da parte do corpo que é beijada.

Conheça fatos importantes sobre o beijo

Literalmente uma obra de arte

"O Beijo", de Gustav Klimt

Todo mundo que aprecia obras de arte já deve ter se deparado com este quadro, que é bastante romântico e profundo. “O Beijo” é feito com óleo sobre a tela e traz um casal... Beijando-se! Atualmente ela pode ser vista na Österreichische Galerie Belvedere, em Viena, na Áustria.

Não tão romântico quanto parece

Dia da Vitória em Times Square

Esta fotografia, que teve a sua primeira versão publicada na revista Life e que até ganhou uma representação feita pelo artista Kobra, não carrega o romance que aparenta ter. Se olharmos com atenção, nota-se que o marinheiro, George Mendonsa, segura a jovem Greta Zimmer Friedman, uma enfermeira, à força. Na verdade, eles eram desconhecidos e George aproveitou que Greta passava na rua para comemorar com um beijo a vitória recém-anunciada dos Estados Unidos sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial.

Eternizados no mármore

"O Beijo", de Rodin

Quando foi finalizado, em 1889, a obra foi proibida em diversos museus por ser considerada muito explícita para a época. Atualmente, a obra que traz dois personagens de A Divina Comédia, de Dante, está no Museu Rodin, em Paris, na França.

Na cidade-luz

O Beijo do Hotel de Ville, de Robert Doisneau

Que Paris é uma cidade inspiradora para o romance não é segredo para ninguém e essa imagem ilustra isso. Apesar de parecer uma simples foto de um jovem casal se beijando, a fotografia do francês Doisneau ficou famosa mundialmente e virou símbolo do romance e do amor na capital francesa.

 

Suspeito

O beijo de Judas, de Giotto

E provável que praticamente todas as pessoas do mundo que conheçam a história de Jesus Cristo, mesmo que de forma rasa, saibam que Judas o traiu. Após a Última Ceia, Judas, então, beijou Jesus para identifica-lo para os soldados que viriam a prendê-lo. A obra de Giotto, do século XIV, representa este fatídico momento.

Simples beijo, muitos significados

Leonid Brezhnev e Erich Honecker

Se até hoje dois homens se beijarem causa estranheza para alguns (não que estejam com razão), imagine há 40 anos. A fim de comemorar os 30 anos da República Democrática da Alemanha, Leonid Brezhnev, líder soviético, e Erich Honecker, presidente da Alemanha Oriental, deram um beijo na boca que chocou a quem fazia parte da Europa Oriental, uma vez que este cumprimento era comum entre grandes figuras soviéticas.

Quase um beijo

“Beijo da Vida“, por Rocco Morabito

Esta fotografia não é de um beijo, considerando que não há a intenção de “acariciar” a pessoa com os lábios. Porém, há afeto, indubitavelmente. Na foto, tirada em 1967, J.D. Thompson, que operava uma linha de alta tensão, faz uma respiração boca a boca no colega que havia tomado um choque de alta voltagem. Como o próprio nome já diz, o parceiro de trabalho de Thompson sobreviveu ao acidente.

Faça amor, não guerra

Casal se beijando em Vancouver, por Rich Lam

Reagir alguma derrota esportiva com violência vai totalmente contra ao espírito esportivo, mas infelizmente alguns torcedores se deixam levar pela raiva. Em junho de 2011, um homem beija a sua namorada no chão das ruas de Vancouver enquanto o caos estava instaurado por conta das ações violentas acerca da Taça Stanley, na qual o time da cidade fora derrotado. Dizem que a moça estava com medo dos policiais e que o beijo foi dado para acalmá-la.

Primeiro beijo? Exponha seus sentimentos sobre esse momento que tanto esperou!

Beijo coreografado

“Dirty Dancing – Ritmo Quente”, de Emile Ardolino

Olha ele aí de novo! Além de Ghost, Patrick Swayze protagonizou outro beijo bastante importante do cinema – desta vez em “Dirty Dancing – Ritmo Quente”, em que ele interpreta um instrutor de dança que vira objeto de paixão de Frances "Baby" Houseman (Jennifer Grey), que passa o verão no resort onde Johnny Castle (Swayze) trabalha. Mas olha a curiosidade: dizem que os atores não se davam nem um pouco bem no set de filmagem, o que mostra que a atuação para as cenas mais quentes foi muito boa. Certo?

Paixão em alto-mar

“Titanic”, de James Cameron

Titanic é bem feito, é emocionante e envolvente. Não é à toa que imperou como a maior bilheteria do cinema até ser desbancado pelo “irmão” “Avatar”, do mesmo diretor. Sendo assim, é claro que o maior romance das telonas teria espaço aqui. Não faltam cenas de beijo entre o casal protagonista Jack Dawson (Leonardo DiCaprio) e Rose Dewitt Bukater (Kate Winslet) na película, mas a mais famosa é, sem dúvidas, a que ele a beija na proa do navio – e, mal sabiam as personagens que pouquíssimo tempo depois aquele “monumento” naufragaria tão violentamente.

Mais do que só um beijo

“Moonlight – Sob a Luz do Luar”, de Barry Jenkins

Sim, é este o filme que “tirou” o Oscar de La La Land em 2017. Não é uma história “fofa”, de fato, mas é necessária. O longa traz a infância e juventude de Chiron (Trevante Rhodes, que interpreta o personagem adulto), um menino que cresce em Miami em meio ao narcotráfico, a mãe drogada, as agressões sofridas na escola e o dilema de sua sexualidade. Na cena do beijo, Chiron beija seu colega na praia, onde dá o seu primeiro beijo e, de fato, expõe sua orientação sexual.

Mostre que você precisa dos beijos do crush!

fechar