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Saudades de casa

Ficar ao lado da família, fazer programas especiais, jantar todos os dias assistindo televisão... São muitas as coisas que realizamos em casa e que fazem os dias especiais. Que tal voltar para o seu lar?

Carinho na implicância

Compreendi que cresci quando as perguntas "com quem vai sair?", "isso são horas?" e "posso saber aonde você foi?" se transformaram de implicância em amor. E hoje, sem ter hora para chegar, sem ninguém para perguntar, me faz sentir saudade do carinho que recebia até mesmo na implicância do dia a dia.

Para onde voltar...

O maior consolo para a saudade que abrigo no peito é saber que existe um lugar para o qual eu sempre posso voltar e que da casa dos meus pais eu levei as maiores lições que eu poderia carregar.

O que perdemos

A parte mais difícil de se aventurar na vida é que perdemos a estabilidade do lar, o conselho do pai, o carinho do irmão e o colo de mãe.

Valor da família

Só reconhecemos o valor da família quando nos vemos distantes. Não por uma questão de conforto, mas puramente de afeto e amor.

Controle de saudade preventiva

É preciso tentar imaginar a falta que sentiremos dos nossos pais, dos almoços em família, de pescar com o avô e até dos "é pavê ou pacumê" de nossas tias, só assim poderemos viver e valorizar cada momento como um controle de saudade preventiva.

Sinônimo de casa

Saudade que dói é aquela em que o sinônimo de "casa" é o coração de alguém que está a milhões de quilômetros de distância.

Sinal de que está em casa

Existem poucas coisas tão puras e verdadeiras quanto ser recepcionado pelo seu cachorro ao chegar em casa. A presença dele é o maior sinal de que não importa onde estejam, se estiverem juntos, vocês estão em casa.

Estômago e coração

Sentir falta da comida de avó não é só sentida pelo coração, mas também pelo estômago. É passar por diversos restaurantes na esperança de encontrar aquele tempero único que além de nos alimentar com energia, também nos alimenta de amor.

Voltar para casa

Ninguém tem noção do amor que desenvolvemos pela família até ser obrigado a se afastar dela. Seja porque chegou a hora ou não, não importa onde seja a nossa nova casa, sempre há um vazio no peito que só pode ser preenchido ao voltar para aquelas pessoas que nos aguardam chegar em casa.

Sem trégua

Morar sozinho é o marco de uma conquista, mas também o marco da maior saudade. No primeiro momento, a felicidade pela independência é o que domina, porém, com o passar do tempo, a solidão do cuidado dos pais em cada canto da casa é uma saudade que não sem trégua.

Eterna dependência

Quando jovens, desejamos a liberdade e a independência, mas ao crescer entendemos que a verdadeira liberdade consiste em encarar as responsabilidades e preocupações. E que por mais que nos imaginemos independentes, os nossos corações sempre serão dependentes de afeto.

Interior e exterior

O lado bom de termos o mundo exterior e interior é que por mais que os nossos entes queridos não possam estar fisicamente ao nosso lado, ainda assim, eles podem viver nos nossos corações.

Saudade profunda

Xingar o juiz de futebol com o pai, caçoar a irmã, saborear a comida da mãe... Esses são pequenos momentos do dia a dia que hoje não se percebe, mas que em um amanhã próximo se tornarão a marca de saudade mais profunda.