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Sofrendo por amor

Como escreveu Vinicius de Moraes: "Amor só é bom se doer". Se você está sofrendo por amor, tenha calma, porque mesmo quem vive um relacionamento perfeito passa por problemas. É preciso contorná-los e buscar conforto para o seu coração.

Medo

Tenho medo, sinto medo,
Talvez seja medo demais,
Mas não quero sofrer tudo de novo.
Eu me tranco em mim para não correr o risco de sofrer
Tudo o que já sofri
Prefira aguardar uma real certeza
Sem viver suas ilusões
Que trazem momentos de tristeza
Uma vez já não sei o que será da próxima vez?
Prefiro não testar, não saber, não arriscar.
Me fechar para o mundo
E viver apenas o meu mundo,
Que se resume em amar em silêncio
Com medo do que as palavras possam revelar
Ou até mesmo do que meus olhos possam me entregar
Vou ficar na minha, amando você, sofrendo sozinha
Até o dia em que meu medo desaparecer.

Imprevisto

E pensar que tudo mudou
Achando que tudo morreu
Mas ali, em meros instantes
Talvez não mais do que
Breves segundos
O que estava apenas escondido
Resolveu reaparecer
A vida às vezes é meio assim
Surpreendente
Eu acho que não estou
Preparada para essa tal vida
Quando o mar está calmo
Chega uma maré alta
E quase te afoga
O salva-vidas não está perto...
E a ilusão vira realidade
(ou será a realidade uma nova ilusão?!)
Aquilo que surpreende
Que não prevemos,
Sem planejamento surge do nada
E me faz lembrar
Que você ainda é surpreendente
Meu tudo.

Encontros

Busquei uma resposta,
Encontrei a dúvida
De uma incerteza
Cercada de mistérios e
Rodeada de segredos.
Busquei um sorriso
Encontrei a seriedade da vida perversa
E tão incerta ao olho nu.
Busquei meu amor,
Encontrei-o no meu olhar
Num dia que me contemplava
Frente ao espelho.
Busquei minha vida,
Encontrei-a em você,
Busquei minha tristeza,
Encontrei-a em você
Porque em você mora
A tristeza da minha vida.
Sem encontrar uma resposta
Busquei seu amor
Encontrei seu olhar
E me contentei com a
Segurança que eles
Me passaram...
Neles encontrei um brilho notável
Que me serviu de consolo...
Você não me ama...
Mas você me olha...

Não vivo

Estou perdida diante do meu próprio caminho...
Sufocada com o meu próprio respirar
Brigada com meu próprio amor
Confusa diante de minhas próprias certezas
Questionando minhas próprias perguntas
Me afogando em minhas próprias lágrimas
Confusa com minhas próprias respostas
Sou inútil a mim mesma.
Inerte ao que se passa.
Trancada em meu próprio sentimento.
Já não vivo para mim,
Já não sou eu quem vivo,
O que vive em mim
É somente parte de você.

O sensato, o inútil

Seria inútil,
Ou quem sabe insano,
Ou até idiotice...
Dizer que te amo
É mesmice inútil,
Dizer que não te conheço
É burrice total;
Ir atrás de você,
Insanidade mental.
Tudo isso não passaria
De uma asneira pra você.
E tudo o que sei
É que você guarda
Um segredo no olhar
E um medo inconstante
De me dizer a verdade
O que será o insensato?
O que devo então fazer?
Dizer que te odeio,
Que te esqueci
E ficar longe de você?
Pode ser até o correto,
O certo a se fazer.
Mas não é o que
De sincero eu sinto
E se não é sincero,
É pura asneira,
Idiotice, coisa inútil
E insana... Mas
Então, o que pode ser inútil
E nada idiota?
A pergunta é sempre a mesma
E como resposta encontro
O seu silêncio em seu olhar.

Sinto falta

Me faz falta o seu olhar por perto,
Seus gestos incertos,
Embora misteriosos,
Seu olhar sincero ou fingido
Mas com brilho (e isso que me importa).
Sinto falta das suas palavras,
Mesmo que sejam tolas
E algumas falsas,
Suas ações impensadas
Embora parecendo farras,
Rodeadas e cheias do mais misterioso mistério
Sinto falta
Do toque de suas mãos,
Que frias ou quentes
Não deixavam de me acalmar,
E até do seu jeito infantil,
De menino inocente,
Para que eu possa protegê-lo sempre
Me faz falta sua presença
Que me consolava nos momentos de dor
Sinto falta de você, pois assim eu não existo
Já que você é uma parte de mim.

Entre mentiras e verdades

Pra ser sincera, a mentira já é a roupa que visto todos os dias.
A roupa me protege o corpo...
A mentira me protege das verdades que machucam a alma
Se eu disser que já esqueci,
Vai ser mais fácil,
Vai ser bom,
Vou ser feliz.
As minhas próprias mentiras
Encobrem as dores verdadeiras
Da alma mentirosa.
Se eu disser que estou feliz diante dessa farsa,
Estarei mentindo
Mas não é mais simples e mais fácil?
Então digo: sou feliz, já te esqueci!

Tortura!

É muito angustiante te ver e ter que me calar,
Te ignorar, fingir não te ver
Para não correr o risco de te abraçar,
Te beijar e te dizer o que meu coração sempre quis te falar,
Mas meu orgulho nunca permitiu.
Como é duro saber que eu tenho que me fingir de forte
E fingir que não sinto algo tão grande.
Queria largar meu orgulho,
Usar minha coragem, correr ao seu encontro,
Olhar fundo nesses seus olhos de brilho especial
E deixar sair do fundo do meu coração
A verdade que até hoje escondi:
Nunca te esqueci, passei apenas a te amar mais ainda.