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A angústia no meu coração

Não deixe a dor, a angústia e o medo tomarem conta de seu coração e da sua vida. De todas as dores, a do coração é a pior. Então lute, mesmo que não esteja preparado. Tudo vai melhorar!

Às vezes, tenho tanto medo

Eu sei que eu quase não demonstro isso que eu sinto, sei que parece coisa da minha cabeça, sei que vocês pensam que é frescura da minha parte, mas não é. Não é algo racional que eu posso controlar, entendem? Não é. Às vezes, eu tenho tanto medo que mal consigo sair de casa. Sei que pareço uma pessoa comum, mas esse medo me domina de tal forma que nem sei como me mover – só de visualizar um ônibus lotado de gente ou uma rua movimentada, meu coração dispara e eu começo a suar frio. É pura e simples agonia, então, tenham paciência comigo.

Essa ansiedade que me tira o ar

Eu, sinceramente, fico ainda mais triste quando alguém diz para mim que tem ansiedade porque, geralmente, a pessoa não tem. Ansiedade não é você não dormir pensando num evento feliz e importante, ansiedade não é o coração disparar quando você vê a pessoa amada. Ansiedade é você perder o ar sem entender o porquê, é essa angústia que toma conta do meu coração, do meu peito. É essa dor que faz com que eu me sinta insegura e duvide de mim. Ansiedade é algo que eu não desejo para ninguém, nunca, nem para meu pior inimigo.

Queria ser compreendida

Às vezes, sinto como se ninguém no mundo me compreendesse. Às vezes, acho que sou a única pessoa que sente toda essa angústia, essa tristeza reprimida em sorrisos artificiais. Eu queria mesmo é ser compreendida, é arrumar um espaço na minha vida para fazer terapia, para que alguém realmente pudesse me ouvir e, quem sabe, fingir que me entende. Queria que fosse muito mais fácil viver a vida, que o tempo passasse mais devagar e que eu soubesse aproveitá-lo. Queria entender direito o que se passa dentro de mim – se nem eu entendo, como alguém irá me entender?

Levantar da cama é uma luta

Eu sou uma pessoa forte. Na verdade, sou uma pessoa extremamente forte. Mas isso não importa nesse mundão em que a gente vive – aqui, você pode ser esmagado por qualquer pessoa, inclusive por aquele seu melhor amigo tímido. Assim, todos os dias, levantar da cama é uma luta. Todos os dias, eu me esforço um pouco mais para viver essa vida que eu não aprovo, mas que tenho que viver. Todos os dias eu tento um pouco mais – tento ir além. Minha dor pode parecer frescura para você, mas é ela que me faz mais forte.

Eu sou forte

A cada batalha que eu venço, sinto que sou mais forte. A cada passo que eu dou para fora de casa, sinto que venci mais uma guerra. Minha vida nunca foi fácil e sinto que nunca será, mas se tem uma coisa que eu sei que sou é forte. Sou forte por tentar todos os dias ser uma pessoa melhor. Sou forte porque quero ir mais longe, porque sigo meus sonhos e porque vou atrás de meus objetivos. Sou forte porque não ligo para ventos pesados ou montanhas altas: eu simplesmente vou. Se tiver triste, vou triste mesmo.

Às vezes, o medo me paralisa

Eu sei que vocês acham que eu sou uma pessoa sensível demais, que faço muito drama, certo? Mas não é isso. Às vezes, o medo me paralisa. Ele chega assim, devagarzinho, sem dizer que estava vindo, sem dar sinal de que irá aparecer. Quando me dou por mim, ele já está aqui, tomando conta de toda minha mente, do meu sistema nervoso, das minhas cordas vocais. Quando dou por mim, estou parada, no meio da rua, sem saber de onde vim e para onde estava indo. Isso não me faz uma pessoa fraca, mas sim alguém diferente. Apenas diferente.

Não quero mais sofrer

Não quero mais ser tão sensível. Não quero mais essa angústia dentro do meu coração. De todas as dores, essa é, sem dúvida, a pior de todas. Não quero mais tantas dúvidas dentro do meu peito, esse não saber que me machuca e me faz parar de viver o presente para correr atrás de um futuro que ainda não existe. Estou tão cansada dessa melancolia infundada, tão cansada dessas dores que machucam meu coração. Espero que uma hora tudo isso vá embora. Espero de verdade.

Meu coração está apertado

Tem dias em que eu sinto um aperto aqui no peito, sabe? Bem no coração. Às vezes, sinto que esse aperto ainda vai me matar – como um infarto. É claro que a parte racional do meu cérebro sabe que não é nada, mas minha ansiedade me engana. Minha ansiedade me diz que é algo sério e aperta ainda mais meu coração. Tem dias que viver é muito mais difícil, mas eu estou aqui, lutando, sempre tentando ir além, sempre buscando o melhor para mim e para minha família. Este coração apertado não me para e eu tenho orgulho de quem eu sou, mesmo quando isso acontece, mesmo quando sinto dor.

Queria ficar feliz

Eu não queria ser uma pessoa melancólica. Sinceramente, eu daria tudo para ter uma mente igual a de pessoas plenamente felizes. Eu daria tudo para ser feliz como essas pessoas são. Eu queria mesmo é ficar feliz, me sentir completa simplesmente por ser quem eu sou. Tenho alguns momentos felizes, não me entenda mal, mas é que não consigo deixar de lado essa melancolia, então, na maior parte do tempo, é uma felicidade triste, uma felicidade com medo de acabar, sabe? Como se eu não estivesse vivendo plenamente minha vida.

Estar deprimido cansa

Ser feliz é a melhor coisa que existe. Estar totalmente feliz consigo mesma, acreditar que se pode ir mais longe, realmente tentar de novo e de novo e de novo. Estar deprimido cansa – você fica ali, remoendo seus pensamentos, remoendo, remoendo, e fica cansando de tanto pensar. Estar deprimido deixa você ainda mais deprimido e, por isso mesmo, eu queria deixar de estar deprimida. Queria que esse meu cérebro entendesse que tem alguns assuntos em que ele não pode nem deve pensar, que, às vezes, a gente tem que deixar pra lá – mas ele não entende.

Preciso de ar

Tem vezes em que eu simplesmente não consigo ficar em lugares fechados, sabe? Tem vezes em que eu, simplesmente, preciso de ar. Preciso caminhar por um lugar aberto, com poucas pessoas ao meu redor. Às vezes, eu só preciso de uma pausa. Uma pausa rápida, para não surtar. A vida da gente é tão corrida. São tantas coisas que a gente precisa enfrentar diariamente que é difícil demais não ficar ansiosa, não ficar deprimida. É difícil demais viver o presente, deixar o passado no passado e não viver pensando no futuro. Por isso tudo, por toda essa dificuldade, eu sei que preciso de ar.

Minhas lágrimas são minha sensibilidade

Para muitos, minhas lágrimas demonstram fraqueza demais. Para mim, por outro lado, demonstram sensibilidade e fortaleza – se estou chorando é porque já guardei demais. Minhas lágrimas mostram que sou um ser humano sensível, alguém que tem empatia e compaixão pelo outro, pelo mundo. Minhas lágrimas mostram que estou pronta para qualquer batalha, mas que também sofro pelas tristezas da vida. Sou forte o suficiente para compreender que minhas limitações me tornam uma pessoa ainda mais admirável.

A vida não é fácil

A cada dia que passa eu tenho mais certeza de que a vida não é fácil. Não é fácil lidar com gente diferente de você, gente que pensa, que vive, de forma diferenciada. Não é fácil ser uma pessoa sensível em meio a uma sociedade desapegada. Não é fácil se importar com o outro quando as pessoas não se importam nem consigo mesmas. Viver é uma tarefa para guerreiros corajosos, disso eu tenho certeza. Assim, a cada dia que eu vivo, me sinto vencendo uma batalha de RPG, daquelas grandes mesmo, que a gente tem que usar uma jogada especial e tudo. Viver é um jogo e a gente tem que aprender a jogar para sobreviver.

Estou sempre lutando

Todos os dias, eu luto. Todos os dias eu tento ser melhor do que eu fui no dia anterior. Eu sempre estou lutando contra esses medos que, muitas vezes, dominam meus pensamentos. Estou sempre lutando contra fantasmas da minha mente que nem fazem sentido. Todos os dias da minha vida são uma luta constante contra a ansiedade, o medo e a angústia. Nem todos os dias eu venço – às vezes, é mais produtivo ficar na cama do que ir chorar no banheiro do trabalho. Mas todos os dias eu tento. Todos os dias eu luto e vou continuar lutando.

Uma hora, a dor vai embora

Não me preocupo mais em sentir dor. Eu sei que, em algum momento, vai parar de doer. Sei que, em algum momento, meu peito vai se regenerar e eu vou me sentir melhor. Sou forte, apesar dessas dores que corrompem o meu peito. Sou forte o suficiente para saber que, em algum momento, as coisas vão ser melhores. Sou o que poderia chamar de “melancólica otimista” porque, honestamente, acho que as coisas uma hora melhoram.