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Dia da Criança Africana

16 de junho é quando se comemora o Dia da Criança Africana, em homenagem a um acontecimento trágico. Essa data é importante para pensarmos sobre educação, linguagem e poder. Aprenda mais sobre esse dia e faça parte dessa luta pela educação.

Linguagem é poder

O Dia da Criança Africana, celebrado em 16 de junho, é uma data para pensarmos sobre o poder que a linguagem exerce sobre um povo. Em qualquer lugar do mundo, todas as pessoas deveriam poder aprender gratuitamente sua língua materna, não só a língua de seus colonizadores.

Independência

Em 16 de junho, Dia da Criança Africana, é quando temos a oportunidade de começar a entender a importância de aprender a própria língua para se tornar uma nação independente. Crianças foram assassinadas por essa causa e devemos honrar a memória delas lutando.

Pelo fim da violência

Nenhuma manifestação deveria terminar em morte. Mas em 1976, dia 16 de junho, a luta das crianças africanas por melhores qualidades de ensino terminou assim. Hoje, no Dia da Criança Africana, essa luta deve ser reconhecida e reforçada para que a paz sempre prevaleça nesse tipo de disputa.

Uma memória a honrar

O Dia da Criança Africana, celebrado em 16 de junho, é uma oportunidade para honrar a memória das crianças que foram mortas nesse mesmo dia, em 1976, e a memória do povo africano, mantida por meio do idioma dele. Ancestralidade é o que define a identidade de uma pessoa e nunca deveria levá-la à morte. Pela manutenção da história, pelo respeito!

Um dia importante

Sendo uma data pouco divulgada pela mídia, 16 de junho, o Dia da Criança Africana é um dia essencial no calendário. É por meio dele que mostramos que um protesto movido por crianças em prol da educação terminou em violência. É por meio dele que sabemos do que as pessoas são capazes para dominar outros povos. Que isso nunca mais se repita!

Pelas famílias

Hoje, 16 de junho, Dia da Criança Africana, meus pensamentos não estão somente nas crianças africanas que morreram nesse mesmo dia, em 1976. Meus pensamentos estão nas famílias delas e na memória que elas criaram ao lutar pela educação. Mesmo com a vida abreviada, elas foram o futuro da nação.

Ensino para todos e todas

Os problemas na educação não começaram há pouco tempo. Em 16 de junho de 1976, crianças africanas foram assassinadas durante uma manifestação a favor do ensino da língua africana. Hoje, Dia da Criança Africana, cabe a nós avaliar o que mudou desde então, tanto no que diz respeito à educação quanto no que diz respeito aos protestos.

Ensinem suas crianças

Hoje, Dia da Criança Africana, 16 de junho, ensine as crianças sobre o que pessoas da idade delas já conquistaram. Conte sobre os protestos das crianças africanas pela educação e sobre a forma como elas foram interrompidas. Mostre que o mundo pode mudar, nem que seja pela memória de pequenos heróis e heroínas.

O futuro do mundo

A cada 16 de junho, Dia da Criança Africana, que eu comemoro, mais tenho certeza de que o futuro do mundo está nas mãos das crianças negras. As que tiveram seus sonhos negados, as que sequer puderam sonhar. São essas crianças que vão mudar o mundo.

O valor do idioma

Se hoje, 16 de junho, Dia da Criança Africana, é possível aprender o idioma africano nas escolas de lá, devemos agradecer às crianças que morreram lutando por isso, em 1976. Essa memória permanecerá na história como uma conquista, muito mais do que como uma derrota.

A força da ancestralidade

Para uma pessoa cuja cultura sempre foi a dominante, pode ser difícil compreender a importância de ressaltar as próprias origens. Não foi o caso das crianças que morreram protestando pelo ensino de sua língua materna, em 16 de junho de 1976. É por elas que eu resisto e luto pela educação, neste Dia da Criança Africana.

A língua que eu falo representa quem eu sou

16 de junho, Dia da Criança Africana. Esse dia sempre me faz refletir sobre a minha origem, sobre o que eu penso a respeito das pessoas e sobre os sistemas de poder e de opressão. É o que me motiva a falar a minha língua materna e a estudar sobre as minhas origens como forma de honrar a memória do meu povo.