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Fabiana de Oliveira

Fabiana Alvim de Oliveira, que ficou conhecida como Fabi Alvim, nasceu no Rio de Janeiro. Ela fez carreira no voleibol brasileiro, na posição de líbero, foi bicampeã olímpica em Pequim 2008 e Londres 2012. Ela começou a praticar o esporte na adolescência, e se aperfeiçoou na posição de defesa, devido ser baixa. Fabi participou de diversas disputas defendendo a seleção brasileira, e recebeu 15 prêmios individuais. Fabi se aposentou em abril de 2018, e hoje foca seus esforços em palestras de motivação e aconselhamento. Além disso, veja citações de entrevistas da atleta onde ela fala de sua vida no esporte. Informe-se sobre a vida e carreira da campeã Fabiana de Oliveira.

07/03/1980
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Ainda sobre sua jornada

Ela é uma ex-jogadora de voleibol brasileira, bicampeã olímpica em Pequim 2008 e Londres 2012. Atuava na posição de líbero e se aposentou como jogadora em abril de 2018.

Carreira

Fabi começou a jogar vôlei com 13 anos, na escola, e logo começou a treinar nas categorias de base, em 1992, no Flamengo. Por ser muito baixinha, se especializou na defesa e começou a se destacar com a criação da posição de líbero em 1998.

Relacionamento

Fabi Alvim é casada desde 2014 com a gerente de seleções da Confederação Brasileira de Vôlei, Julia Silva.

Gravidez

O sonho de Fabi e Julia sempre foi de serem mães. Em 2018 fizeram um tratamento de fertilização in vitro numa clínica no Brasil, e a Maria Luiza nascerá em junho de 2019.

Conquistas da Seleção Brasileira

Participou das principais conquistas da Seleção Brasileira, incluindo as medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008, em Pequim, e nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012. em Londres.

 

Prêmios individuais

A jogadora Fabi Alvim já ganhou 15 prêmios individuais:

• melhor líbero do Grand Prix 2002;

• melhor líbero do Sul-Americano (2003 e 2007);

• MVP do Sul-Americano 2009;

• melhor líbero dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008;

• melhor líbero e melhor defesa do Torneio de Voleibol Final Four 2008;

• melhor líbero do torneio Montreux Volley Masters 2009;

• melhor recepção da Superliga pelo Campos 2002/2003;

• melhor líbero da Superliga pelo Campos 2002/2003;

• Melhor Jogadora da final da Superliga pelo Rexona-Ades 2007/2008;

• Melhor Passe da Superliga pelo Rexona-Ades 2007/2008;

• melhor líbero da final da Superliga pelo Rexona-Ades 2008/2009.

• Melhor Defesa da Superliga pelo Rexona-Ades 2008/2009;

• Melhor Defesa da Superliga pelo Unilever (Ex Rexona Ades) 2010/2011;

• melhor recepção da Copa do Mundo de Voleibol 2011;

• melhor líbero do Mundial de Clubes 2016.

Dificuldades da profissão

Fabiana ainda comentou das dificuldades que passou na profissão: “As dificuldades para me tornar profissional foram inúmeras, pois antes não existia o líbero e eu era muito baixa. Mas as dificuldades fazem parte da vida dos atletas e persistir é o que importa.”

Fãs

Fabi Alvim, durante entrevista com o WCB News

A esportista fala sobre o seu relacionamento com os fãs, sempre de forma carinhosa e atenciosa: “Os fãs são a razão para lutarmos. Eles reconhecem nossos esforços e se inspiram na gente. Acho que eles são fundamentais para o sucesso do vôlei junto com todos os atletas.”

Melhor jogo

Fabi comenta sobre o seu melhor jogo da Seleção: “O melhor foi a final em Pequim, onde o time jogou muito e foi o primeiro ouro. O segundo, em Londres, também foi inesquecível.”

Pior jogo

Ainda sobre os jogos, ela comenta o pior jogo que atuou: “O pior foi a derrota do Pan do Rio em 2007 na minha cidade. Minha família e amigos estavam presentes e isso me deixou muito triste. Não coloco esses jogos como piores atuações, mas vejo como me senti nesses momentos. Atuação individual não importa, mas sim a maneira como o time se comportou.”

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