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J. D. Salinger

Jerome David Salinger foi um escritor norte-americano. Sua obra mais conhecida é o romance intitulado The Catcher in the Rye, publicado em 1951 nos Estados Unidos. Confira suas frases!

01/01/1919 27/01/2010
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Bobagem

J. D. Salinger

De qualquer maneira, é bobagem, mesmo. Mesmo se a gente vivesse um milhão de anos, não conseguiria apagar nem metade dos "vai se ferrar" escritos pelo mundo. É impossível.

Abandonam a busca

J. D. Salinger

Esta queda para a qual você está caminhando é um tipo especial de queda, um tipo horrível. O homem que cai não consegue nem mesmo ouvir ou sentir o baque do seu corpo no fundo. Apenas cai e cai. A coisa toda se explica aos homens que, num momento ou outro de suas vidas procuram alguma coisa que seu próprio meio não lhes podia proporcionar. Ou que pensavam que seu próprio meio não lhes poderia proporcionar. Por isso, abandonam a busca. Abandonam a busca antes mesmo de começá-la de verdade. Tá me entendendo?

Dane-se

J. D. Salinger

Acho mesmo que, se um dia eu morrer e me enfiarem num cemitério, com uma lápide e tudo, vai ter a inscrição "Holden Caulfield", mais o ano em que eu nasci e o ano em que morri e, logo abaixo, alguém vai escrever "dane-se". Tenho certeza absoluta.

 

Tarde louca

J. D. Salinger

Foi esse tipo de uma tarde louca, terrivelmente fria e sem sol nem nada, que você se sentiu como se estivesse desaparecendo toda vez que você cruzava a estrada.

Morte

J. D. Salinger

Pomba, só porque uma pessoa morreu não quer dizer que a gente tem que deixar de gostar dela... Principalmente se era mil vezes melhor do que as pessoas que a gente conhece e que estão vivas e tudo.

É só experimentar

J. D. Salinger

Não se pode achar nunca um lugar quieto e gostoso, porque não existe nenhum. A gente pode pensar que existe, mas, quando se chega lá e está completamente distraído, alguém entra escondido e escreve "vai se ferrar" bem na cara da gente. É só experimentar.

Maluquices

J. D. Salinger

Fico imaginando uma porção de garotinhos brincando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo. Milhares de garotinhos, e ninguém por perto - quer dizer, ninguém grande - a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o quê que eu tenho de fazer? Tenho que agarrar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto. Só isso que eu ia fazer o dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo. Sei que é maluquice, mas é a única coisa que eu queria fazer.

Boa sorte

J. D. Salinger

Depois que fechei a porta e fui andando para a sala, ele ainda gritou alguma coisa para mim, mas não pude entender direito. Tenho certeza quase absoluta que ele gritou "boa sorte!". Espero que não. Tomara que não tenha sido isso. Eu nunca gritaria "boa sorte" para ninguém. Se a gente pensa um pouquinho na coisa, vê que um troço desses soa um bocado mal.

Estupidez ou não

J. D. Salinger

Eu costumava pensar que ela era muito inteligente na minha estupidez. A razão pela qual eu fiz a peça foi porque ela sabia muito sobre o teatro e peças de teatro e literatura e todas essas coisas. Se alguém sabe muito sobre todas essas coisas, você leva um bom tempo para descobrir se eles são realmente estúpidos ou não.

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