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Paulinho Moska

Batidas suaves, letras que fazem você parar e pensar, misturas entre teatro, canção, fotografia... Confira um pouco sobre Paulinho Moska, se apaixone pelo seu trabalho e compartilhe!

27/08/1967
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Hobby

Paulinho Moska

O meu hobby é tirar fotos do meu rosto refletido em objetos de metal dos banheiros dos quartos que me hospedava. Cada hotel que eu parava, eu fazia uma série. Eu fiz mais de 4 mil fotos!

Somente Nela

Paulinho Moska

Estar apaixonado é uma coisa louca
Que alguém lhe passa e você mal dorme
Se perto desse alguém a eternidade é pouca
Distante cada instante é um tempo enorme...

Pluralista

Paulinho Moska

Sou um pluralista. Desde criança não me sentia atraído por nenhuma especialização. Nunca quis ser médico, ou arquiteto, ou engenheiro. Sempre quis ser artista, mesmo antes de conhecer essa palavra.

 

Tudo ao mesmo tempo

Paulinho Moska

Gostaria que me vissem como um artista contemporâneo, que mistura linguagens e busca uma assinatura (mais do que ser reconhecido como um músico ou poeta ou fotógrafo ou ator). Sou tudo ao mesmo tempo sem ser o melhor em nada.

Diálogo

Paulinho Moska

Uma canção é um diálogo. As coisas que um compositor escreve geralmente são muito íntimas, que a gente só falaria para um amigo. Depois, falando com as pessoas nos meus shows, eu escuto histórias sobre as minhas canções que realmente me fazem acreditar que eu estou conversando com elas. E esse retorno é a parte mais interessante de tudo!

Muito Pouco

Paulinho Moska

Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero...

Apaixonado

Paulinho Moska

Estar apaixonado é parecer um ser ridículo
E não estar, com isso, nem aí
Você se sente solto e livre mesmo num cubículo
Tal como eu me sentia bem ali...

Diversidade

Paulinho Moska

Fazia coleção de tudo: chaveiros, maços de cigarro, tampas de garrafa, selos, bonecos, de tudo. E sempre gostei da ideia de diversidade. Hoje me sinto cada vez mais assim.

Formação

Paulinho Moska

Gravei oito discos de estúdio, mas me formei em teatro, fui para o cinema, depois estudei filosofia, comecei a ler sobre os mais variados temas, desde religião e cinema à própria literatura, ficção, romance. Todas essas linguagens foram, cada vez mais, se juntando. Recentemente tenho trabalhado com fotografia, criei um programa de televisão, que está em seu quinto ano (o Zumbido). Ele foi para a rádio há um ano.

Trabalho amplo

Paulinho Moska

Aprendi que meu trabalho, por ser assim muito amplo, não é de rápido consumo. Exijo do público que me olhe um pouco com lente de aumento para que ele possa mergulhar dentro do tratado poético que lanço quando edito um trabalho.

Um novo olhar

Paulinho Moska

Acho que isso é uma característica do nosso tempo. A tecnologia permite que nós possamos nos expressar com práticas em que não somos profissionais: eu fotografo sem saber fotografar, faço vídeos... Acho que a gente tem que ser metido mesmo. O leigo oferece um novo olhar para as coisas.

Inspiração em outras coisas

Paulinho Moska

Nós estamos um pouco presos neste cotidiano urgente; do dinheiro, do sucesso, do trabalho, de conseguir ser o vencedor. Eu gosto de buscar minha inspiração em outras coisas: no vazio, no acaso, nos espaços vagos, na abstração...

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