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História dos direitos LGBT

A comunidade LGBTQ tem hoje um apoio e aceitação muito grandes comparados a alguns anos atrás. Foram muitas lutas e conquistas durante estes anos e tudo graças à pessoas que se comprometeram com esta causa! Entenda toda a história dos direitos LGBTQ com estas mensagens!

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O começo da batalha

Apesar da existência da homossexualidade vir de muitos anos antes de Cristo, a luta por direitos LGBT ganhou maior visibilidade em 28 de junho de 1969, nos Estados Unidos. Nessa data memorável, manifestantes gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, dentre outros membros da comunidade, começaram a se rebelar contra a truculência policial nos Estados Unidos. O episódio ganhou o nome de Rebelião de Stonewall, um marco histórico no movimento LGBT, que durou seis dias e foi uma resposta ao desrespeito que estava acontecendo na época. Policiais estavam invadindo bares gays em Nova Iorque, intimidando os membros da comunidade LGBT, agredindo fisicamente e humilhando-os por sua orientação sexual.

O Dia Internacional do Orgulho LGBT

Sair às ruas para protestar por direitos não foi uma decisão fácil para a comunidade LGBT. Na época, ser gay era um tabu e muitos viviam no armário. O episódio tornou o dia 28 de junho o Dia Internacional do Orgulho LGBT, e, até hoje, manifestantes lembram com orgulho do que foi o primeiro passo na luta a favor de direitos para a comunidade. Existem muitas pessoas, pelo mundo todo, que saem nas ruas por melhorias na lei, não só nesse dia, mas graças a ele.

LGBT pelo mundo! Conheça a história!

A voz que ganhou o mundo

A comunidade LGBT que até então se reunia apenas para socializar, decidiu usar sua voz e protestar por direitos. O abuso de poder não acabou de primeira, mas os atos chamaram atenção da mídia e mudaram completamente a forma com que os gays eram tratados. O movimento LGBT ganhou força no Brasil nos anos 70, em meio à ditadura civil militar. Nessa época, o jornal Lampião da Esquina foi fundado e falava abertamente sobre homossexualidade, além de outras questões sociais. Em 28 de junho de 1997, surgiu a Parada do Orgulho Gay, que reuniu cerca de 2 mil pessoas nas ruas de São Paulo e apresentou o lema: somos muitos e estamos em várias profissões.

Religião nunca foi desculpa para o ódio

Como a maioria das pessoas sabe, na Bíblia, existem escritos que condenam a prática, mas também condenam diversas coisas as quais hoje em dia fazemos e condena mais ainda quem se sente Deus e julga o próximo. Muitos membros da comunidade LGBT são religiosos e muitos grupos religiosos protestam a favor da vida dos homossexuais, porque sabem que ninguém tem o direito de matar. Está nos mandamentos. Existem fiéis que não concordam com a prática, mas não acreditam em punitivismo, e buscam uma fé mais inclusiva, onde o lema é: Deus é amor e só Ele pode julgar.

A homofobia

Em muitos lugares do mundo, se assumir homossexual é assinar um atestado de perseguição. Existem países que prendem, torturam e matam membros da comunidade LGBT. O Brasil é um dos países que mais mata homossexuais no mundo, mesmo que a lei seja mais avançada aqui do que em outros lugares. A homofobia vem da ideia de que o gay, lésbica, bissexual, travesti, transexual, entre outros, não têm o direito de viver em sociedade, mesmo que ela tenha espaço para todos e que exista desde sempre.

Conheça o significado da bandeira LGBT

A lei contra o LGBT

No século XIII, a primeira lei punitivista ao LGBT pertenceu ao império de Gengis Khan, onde a sodomia levava seu praticante à morte. Na inquisição, em 1533, também surgiram leis anti-homossexuais em Portugal. Até hoje ainda existem 72 países onde a homossexualidade é criminalizada. Em 13 deles, ela pode levar a pena de morte.

A perseguição nazista

Assim como os judeus, os gays foram perseguidos na época do Holocausto. Entre o final do século 20 e o início do século 30, não havia tanto punitivismo com os homossexuais. A Alemanha era um dos lugares onde a liberdade sexual sempre foi forte: Berlim era conhecida como a capital gay. Foi assim até que Hitler chegou com o nazismo, e gays passaram a ser caçados como animais e levados aos campos de concentração. Poucos sobreviveram às torturas nazistas, que iam desde piscinas cheias de água sanitária para eles serem limpos até trabalho braçal nas pedreiras. Triângulos rosas eram costurados nas suas vestimentas para identificá-los.



Curiosidade: até hoje o triângulo rosa é usado como símbolo de resistência pelo movimento LGBT.

 

A política inclusiva

Pouco tempo depois do movimento ganhar voz nos EUA, existiu um homem que decidiu usar a política para lutar pelos direitos da comunidade LGBT. Seu nome era Harvey Milk, um ativista que foi covardemente assassinado em 1978, após conquistar seu posto como supervisor municipal. Ele, que já fazia protestos com membros da comunidade, usou a sua voz a favor deles durante anos antes da candidatura. Ao verem Milk nos palanques, ganhou não apenas voz, mas deu vida ao movimento. Infelizmente, ele exerceu apenas onze meses do seu mandato, em São Francisco, onde Dan White, o assassinou. Ele se tornou um ícone no movimento e é conhecido até hoje como um dos maiores influentes políticos LGBTs da história. Após a morte de Milk, as pessoas novamente foram às ruas protestar. Seu assassino foi condenado.



Você pode saber mais sobre a história do ativista no filme: ‘Milk, a voz da igualdade’.

Cada letra da sigla importa

Muitos se confundem na hora de usar a sigla do movimento, isso porque era chamado de GLS, que significava Gays, Lésbicas e Simpatizantes. Isso mudou quando a ONU adotou a sigla mais conhecida, LGBT: Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais. Hoje em dia, a versão mais completa da sigla é LGBTPQIA+. Sendo o L de Lésbicas, o G de Gays, o B de Bissexuais, o T de Travestis, Transexuais e Transgêneros, o P de Pansexuais, o Q de Queer, o I de Intersex, o A de Assexuais e o + para incluir pessoas que não se sintam representadas pelas outras letras. Uma forma inclusiva de acolher todos aqueles que precisam.

Frases contra homofobia!

Ser gay não é doença!

O termo homossexualismo é ofensivo na comunidade LGBT, com a seguinte explicação: no passado, o sufixo ‘ismo’ era uma conotação médica para doenças mentais. Durante muito tempo, houve tratamentos agressivos na área psiquiátrica, alguns inclusive que levaram gays à morte. Apenas em 1990, a OMS (Organização Mundial de Saúde) excluiu o “homossexualismo” de sua lista de distúrbios mentais, passando assim a se chamar homossexualidade.

O direito de ir e vir

O que a comunidade LGBT busca até hoje é aceitação: acima de qualquer pauta, eles querem o direito de ir e vir, como todos os heterossexuais têm. Apesar da violência atingir todos em uma sociedade, a violência contra o LGBT é direcionada, fruto de discursos de ódio que crescem no mundo. Um gay morre por estar de mãos dadas com seu namorado, héteros que são confundidos com gays já sofreram homofobia estando próximos aos seus pais, irmãos, amigos. É uma caça às bruxas, onde a vida do LGBT parece valer cada vez menos.

As pautas do movimento

Descriminalizar a homossexualidade e punições pela prática, em lugares do mundo onde ainda é proibido. Criminalizar a homofobia, transfobia, lesbofobia, bifobia, mostrando que uma pessoa não tem o direito de agredir a outra por sua orientação sexual ou identidade de gênero. Nome social para pessoas transexuais, fim da “cura gay”, casamento civil igualitário, adoção de casais homoafetivos, porque toda pessoa tem direito de existir, sem isso ser considerado uma doença e de viver, ter uma família, um futuro.

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Acima de tudo: o direito de existir!

Quando uma pessoa se ama e é amada, não deveria incomodar ninguém. A comunidade LGBT quer amar e ser amada, inclusive pela sociedade, quer ser reconhecida, representada e respeitada. Se uma pessoa ama alguém do mesmo sexo ou se identifica com um gênero, isso não muda absolutamente nada na vida de ninguém além dela. É aquela velha história: você não precisa concordar com tudo, mas deve respeitar todos. O direito de existir não deveria ter que ser uma luta diária, mas, enquanto for a comunidade LGBT, terá voz.

A castração química

Existem muitos casos famosos de homofobia de grandes nomes da sociedade, pessoas que deram a sua vida em nome de uma causa que ainda precisa avançar muito. Até os anos 60, a homossexualidade era ilegal maior parte dos EUA. Um dos casos mais conhecidos é o de Alan Turing, conhecido como o pai da computação: ele foi quimicamente castrado por ordens do governo após ser descoberto como homossexual.



Você pode saber mais sobre a história dele no filme: ‘O Jogo da Imitação’.

Livros nacionais que representam a comunidade LGBT

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