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Frases de celebridades que lutam contra as drogas e o alcoolismo

O vício em álcool e nas drogas se tornaram uma questão de saúde pública. Cada vez atingindo uma parcela maior da sociedade, essa doença prejudica não só a vida de quem possui o vício, mas de todas pessoas à sua volta, por isso é importante se lembrar de lutar para a conscientização do uso dessas substâncias. A temática ganhou os holofotes dos debates quando celebridades passaram a endossar ainda mais essa luta. Utilizando da sua visibilidade para tratar de um assunto tão delicado, esses famosos tem ajudado o tema a ganhar espaço. Confira frases de celebridades que lutam contra as drogas e o alcoolismo e reflita sobre a importância de trazer essa discussão para o dia a dia! Combata esse vício

Luta contra as drogas

Não é fácil lutar contra vícios, ainda mais quando nosso psicológico está abalado. Mas buscar ajuda e falar sobre o tema são os primeiros passos. Eles são fundamentais para a recuperação e até mesmo uma cura. No entanto não é nada fácil falar sobre o drama, ainda mais quando ele é pessoal, pois envolve exposição e externalização de algo que pode ser considerado uma fraqueza. Aqui você acompanha as frases de famosos que se encheram de coragem e assumiram sua condição, numa luta emocionante e muitas vezes bastante complicada.

Afinal, existe o "beber socialmente"?
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Difícil reconhecer Bárbara Borges Foto de Bárbara Borges

“A relação que tinha com o álcool, que foi evoluindo para exageros, não ‘dá mais match’, não é mais compatível com a Bárbara de agora. Foi difícil enxergar isso? Fooooooi! Uma luta! Uma luta real, comigo mesma! Porque essa relação foi desenvolvida muito além do hábito social de ‘tomar uma cervejinha’”. Com um depoimento corajoso e emocionado em seu Instagram, em 7 de janeiro de 2019, a atriz falou sobre uma fase difícil que atravessou na sua relação com as bebidas alcoólicas, sobre a necessidade de estar sempre sob o efeito de álcool para sentir ou inibir sentimentos.


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Perigo daquilo que agrada Walter Casagrande Foto de Walter Casagrande

“Ninguém se vicia em coisa ruim. Eu sou um dependente químico, que vivo em recuperação, mas eu me viciei em uma coisa que eu adoro. Eu gosto de drogas. Num determinado período, eu curti com aquilo, eu me diverti, foi legal, só que é um processo que avança, que você perde o controle”. Em uma matéria veiculada na “Veja”, de 27 de janeiro de 2017, o ex-jogador de futebol fala sobre a sua dependência em drogas, os desafios da tentativa de recuperação para se livrar da dependência química. E ainda falou sobre a dificuldade que o dependente tem de admitir que é viciado, pois acredita que a qualquer momento pode “sair dessa”. Mas na prática, é bem diferente.


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Quando a droga é “moda” Vera Fischer Foto Vera Fischer

"Depois que decidi largar, não teve volta. Essa é uma decisão construída ao longo do tempo, então quando é tomada, já está enraizada na gente. Essa fase passou na minha vida – agora estou em outra”. Esse depoimento da atriz, de dezembro de 2018, foi relembrado na matéria veiculada em janeiro de 2019 na plataforma “Universa”, do UOL. A atriz, que passou por cinco internações em clínicas de reabilitação, disse que começou a usar cocaína nos anos 1980, quando o consumo da droga era “moda”.


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Drogas lícitas Selton Mello Foto de Selton Mello

"Eu tomei remédio para emagrecer durante dez anos. Eu tomava para os filmes e não tomava para a vida. E isso foi enlouquecendo a minha cabeça, tinha insônia, depressão, um caos todo. Quando você toma remédio, parece que até uma sopa te engorda. O negócio é a cabeça". Esse depoimento do ator, dublador e diretor, feito em 2010 para o programa "Marília Gabriela Entrevista”, mostra que o perigo não está só nas drogas ilícitas. Remédios vendidos em farmácia também viciam. Um simples analgésico pode te tornar um dependente químico. No caso de Selton, o objetivo foi profissional, e lhe causou grandes danos psicológicos. Fica o alerta para quem se automedica por problemas de autoimagem. Cuide-se!

Confira dicas para se livrar do vício
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Três décadas de dependência Barbara Gancia Foto de Barbara Gancia

“Tenho uma doença que sei que é progressiva, incurável e mortal. A progressão é comparada a uma vela nova, apagada. Ela representa o momento em que alguém começa a beber. À medida que ela vai bebendo, a vela vai queimando. Se parar, deixa de queimar. Mas se voltar, mesmo após ter ficado décadas sem ingerir álcool, ela continuará queimando de onde parou”. Numa entrevista reveladora e cheia de detalhes, concedida à plataforma “Universa”, do UOL, em 2018, a jornalista e apresentadora Barbara Gancia conta sobre seu vício em álcool, da mistura com cigarro e cocaína e sobre a consciência de que não pode esquecer o vício. Foram 30 anos de dependência, internações, perdas profissionais e sequelas de saúde.


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O fundo do poço Marcello Antony Foto de Marcello Antony

“Foi duro me ver na capa de uma revista sendo praticamente tratado como o causador do tráfico e da violência, além de ser mencionado durante uma semana no ‘Jornal Nacional’, em que faziam questão de enfatizar a palavra maconha. Mas foi bom porque eu cresci. Estava no fundo do poço, não tinha para onde ir. O chão onde estava me serviu como mola para eu ir lá para cima e ver tudo com clareza”. Em entrevista ao jornal “Extra”, em 2009, o galã global comentou sobre sua prisão em 2004 quando comprava maconha em Porto Alegre. Antony falou da estigmatização de quem consome drogas e também sobre o fato de o episódio ter sido importante para que ele fizesse uma reflexão sobre sua vida e carreira.


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Doença Débora Duarte Foto de Débora Duarte

"Não era um vício. Vício é algo moral. Era dependência química, doença, assim como a relação do obeso com a comida". Com participações expressivas em novelas como “O Espigão”, “Anjo Mau” e “Corpo a Corpo”, a atriz, que é enteada de Lima Duarte, se viciou em cocaína nos anos 1980, tendo sofrido de dependência por 12 anos, até se internar em uma clínica de reabilitação e atualmente se declarar “limpa”.


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Coragem e redenção Fábio Assunção Foto de Fábio Assunção

“Um dos grandes problemas da dependência é as pessoas terem vergonha de falar sobre ela, porque dificulta o processo de reequilíbrio. (...) Qual a dificuldade de entender que o vício faz parte dos buracos que a gente tem na alma? O vício não é uma questão de caráter, ou de uma escolha. Não é você aceitar uma propina. É impulsão, compulsividade”. Talvez um dos atores mais comentados quando o assunto é dependência química, Fábio Assunção nunca fez questão de esconder ou abafar as notícias sobre seu vício em cocaína. Pelo contrário, sempre falou de forma aberta e corajosa, como nesse depoimento ao jornal “O Globo” em agosto de 2019. Inclusive participou de uma série no papel do pai de uma jovem viciada em crack. A série, segundo o ator, muitas vezes lembrou a ele a sua jornada com a dependência.


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Lição para os filhos Dinho Ouro Preto Foto de Dinho Ouro Preto

"Uma vez fumei crack, queria ver como era, mas eu odiei, passei mal à beça. Foi uma vez só. Depois que fui ao fundo do poço, fui ao psiquiatra, tomei remédio. Com meus filhos o assunto ainda não surgiu, ainda são pequenos. Vou dizer a eles: ‘Não bebam, não fumem, não tomem drogas’. Apesar de achar que não vai ocorrer nenhuma das três coisas. O que se pode fazer é não demonizar o negócio, explicar quais os perigos". Em uma entrevista ao “Jornal da Tarde”, em 2010, o líder e vocalista da banda de rock Capital Inicial falou sobre as experiências com drogas e bebidas, que se tornaram um vício para ele por muitos anos. A forma para educar os filhos sobre as drogas, segundo ele, deve ser o diálogo, falar abertamente, mas sem mitificar.


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Aceitação social Marina Filizola Foto de Marina Filizola

“Juntei na balança 500 gramas de efedrina, lidocaína, cafeína e benzocaína (...). Tudo bem fresquinho, na temperatura perfeita. Juntei com o meio quilo de porcaria que tinha chegado em nossas mãos, e em poucos segundos, virou quase um quilo venenoso da pior das piores drogas que o mercado poderia ter. Salpiquei a mistura final com remédio para matar vermes e baratas (...)”. Esse é um trecho do livro de autoria da modelo e escritora – que é herdeira da família Filizola, (fabricante de balanças) –, citado na entrevista a “Folha de S. Paulo” em 2016. Nele, Marina conta sobre como a cocaína entrou na sua vida (aos 15 anos, como uma forma de “fazer amigos”) e como ela foi do céu ao inferno com a dependência química.


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Luta árdua Leo Dias Foto de Leo Dias

“Acho que a lição que tiro disso tudo é que estou amadurecendo, estou buscando um Leonardo mais centrado, que não precisa de bengalas, que não precisa nem de homem, nem de cocaína, nem de nada. Mas eu precisava desse acode químico”. Leo Dias, que já teve passagens pelo jornal “Extra”, pelas revistas “ Contigo!”, “Amiga” e “Chiques e Famosos”, além de portais como “Yahoo!” e “UOL” e do programa “Fofocalizando”, do SBT, deu esse depoimento para o canal do YouTube “Na Lata”, de Antonia Fontenelle. O jornalista trava uma batalha contra a dependência e, entre idas e vindas, tenta tirar uma lição de tudo que já viveu, mas sabe que se livrar do vício é uma luta sempre árdua

Aprenda a manter o controle e enfrente essa batalha
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Pegando pesado Rita Lee Foto de Rita Lee

“Cheguei a um ponto tipo Chorão (do Charlie Brown Jr., que foi encontrado morto em seu apartamento no dia 6 de março), sabe? Eu adorava o Chorão. E entendo muito bem o inferno que ele passou. Conheci aquilo de perto. Sinto muito não ter estado com ele no final. Ele estava sozinho… Eu passei por essa barra, mas não estava sozinha. Tinha meus três meninos e o Roberto, minha mãe, meu pai. Mas só fui me afastar mesmo das drogas há uns sete anos, quando Ziza (a neta) nasceu”. Esse trecho, de uma entrevista concedida à revista “Marie Claire” em 2013, é um relato sobre o período em que a Rainha do Rock Brasileiro se viu completamente afundada nas drogas, chegando a ser internada em uma clínica de reabilitação porque já tinha ultrapassado todos os limites do vício, e já não achava aquilo legal, por conta dos filhos pequenos.


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Sem final feliz Chorão Foto de Chorão

“Eu quero que você me prometa que, se acontecer alguma coisa comigo, você vai ficar bem”. “Acho que não sirvo para ficar com ninguém mesmo. Ninguém me entende, sou um destruído na vida”. Essas duas frases foram ditas pelo líder e vocalista da banda Charlie Brown Jr., veiculadas no Jornal “CGN”, em 2013. Não necessariamente são depoimentos sobre o vício, mas um reflexo da solidão e depressão que dominavam a vida do astro. Chorão sempre teve uma vida conturbada desde a juventude, mas era de um brilhantismo ímpar. Apesar da fama de brigão, os mais íntimos afirmavam que ele era uma pessoa bem generosa. A mistura de depressão, ansiedade e drogas só pôde resultar em um fim nada feliz: Chorão morreu de overdose em março de 2013.


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Outro desfecho ruim Cassia Eller Foto de Cassia Eller

"No momento, só sirvo para ganhar dinheiro. Não consigo me relacionar com ninguém". Essa foi uma das frases, veiculada na matéria da “Folha Online” em 2002, que Cassia Eller teria proferido à sua companheira, Maria Eugênia Martins, na última conversa que as duas tiveram, antes da morte da cantora. A essa altura, ela já estava deprimida e sob os efeitos da dependência em drogas, que tinha começado há alguns anos. Antes de falecer, ela estava tentando se desintoxicar. Apesar de amigos afirmarem que ela teria bebido e aparentado usar cocaína no dia anterior ao de sua morte, Cassia morreu em decorrência de paradas cardíacas, e afirma-se que o laudo não encontrou substâncias em seu organismo.


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Sem medo de falar Nando Reis Foto de Nando Reis

“Eu me envolvi muito com isso. Usei muita cocaína e álcool. Estou há um ano e três meses sem beber, porque eu também achei que estava dando muito problema. Essa percepção de quão tóxicos estavam se tornando esses dois elementos na minha vida, que sempre se misturaram com a minha relação de trabalho”. Em entrevista à revista “Trip”, de 2014, Nando Reis fala também que o álcool sempre esteve presente em sua vida, já que bebia desde pequeno. Contou sobre a luta para se livrar das drogas (em especial, a cocaína) e também afirmou que, muitas vezes, ainda sentia vontade de usar cocaína para compor. Em outras entrevistas, o cantor e compositor nunca teve medo de falar abertamente sobre o vício e jamais fugiu de perguntas quanto ao fato.


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É difícil sair do vício Rodrigo Santos Foto de Rodrigo Santos

“Sair é difícil. Quase morri, tive vontade de me matar”. Com essa frase forte, dita em uma palestra no Colégio Maxi (Cuiabá), em 2016, o baixista da banda de rock Barão Vermelho fala sobre a dificuldade de abandonar a dependência química. Desde muito jovem, quando iniciou sua carreira musical, ele experimentou vários tipos de drogas lícitas (como o álcool) e ilícitas (como maconha e cocaína). Ao todo, foram mais de 20 anos de um vício que prejudicou sua carreira e quase fez com que ele perdesse a vida. Só começou o árduo processo de desintoxicação quando os outros integrantes da banda lhe deram um ultimato. Atualmente ele usa essa experiência para alertar jovens sobre o vício.

Enfrente o vício de frente! Levante e recomece.
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Auto sabotagem Ana Cañas Foto de Ana Canãs

"As pessoas me viam e falavam que eu estava me auto sabotando, o que é bem provável que eu tivesse mesmo fazendo, porque eu só bebia antes dos shows. Eu não era uma pessoa que ficava bebendo o dia inteiro". Ana Cañas, considerada uma revelação musical, falou sobre ter entrado no alcoolismo, aos 26 anos, depois do falecimento de seu pai (em 2006), que era alcoólatra. Numa entrevista à revista "Trip", em 2014, Ana afirmou que aquilo era um ato de auto sabotagem, pois até os 25 anos não havia posto uma gota de álcool no organismo. Segundo a cantora, suas salvações foram a Bíblia e o cantor Ney Matogrosso, que lhe deu uma espécie de ultimato, afirmando que ela estava jogando o talento fora “em troca de um porre”.


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Tem que aceitar a doença Dennis Carvalho Foto de Dennis Carvalho

"É difícil aceitar a doença e vencer a vergonha de que você precisa de tratamento". Palavras de um dos maiores diretores da TV brasileira, em entrevista à revista “Veja”, em 2017. Dennis mencionou que começou a usar cocaína aos 24 anos, e graças ao ultimato de seu terapeuta decidiu pela internação em uma clínica de reabilitação, onde ficou por um mês. Para ele o maior problema com a dependência é você perder a vergonha e reconhecer que tem a doença.


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Colocar a vida nos eixos João Gordo Foto de João Gordo

“Tive uma overdose em janeiro de 2000 e decidi parar de usar. Logo na sequência, no entanto sai para uma turnê mundial com o Ratos de Porão e enfiei o pé na jaca de novo. Pesava 200 quilos. Aliás eu era uma jaca de tão gordo que estava. Tive outra overdose. Daí a Vivi (Viviana Torrico), que hoje é minha mulher, resolveu se declarar para mim quando estava no hospital. Nós nos casamos e hoje temos dois filhos: Victoria e Pietro. A partir daquele momento as coisas começaram a entrar nos eixos”. Esse é o trecho de uma entrevista com o vocalista da banda Ratos de Porão, divulgada no jornal “Metrópoles”, em 2017. Ele se considera um sortudo por ainda estar vivo, pois sua dependência em drogas o levou a mais de uma overdose e a uma internação na UTI. Sua vida só começou a entrar nos eixos quando vieram o casamento e os filhos.

Controle sua mente e retome a direção da sua vida!
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Mistura explosiva Raul Seixas Foto de Raul Seixas

“Após a festa acabar e todos irem embora eu continuava bebendo e cheirando, sabendo que pela manhã tinha que pegar o avião e ir para o outro estado para outro show à noite. Bebia sozinho ou com alguém até o ponto de chegar a quebrar o hotel”. Esse é um dos trechos de um relato escrito pelo próprio Maluco Beleza, em 1987. Nesse relato, o cantor ainda fala que, como a farmácia não vendia mais éter a ele, ele usou a filha de sua companheira para comprar pra ele. O éter etílico foi o ponto alto do seu vício. Devido ao alcoolismo, Raul contraiu diabetes, hipertensão e pancreatite. Em 1989 ele perdeu a batalha contra os problemas e sofreu uma parada cardíaca, vindo a falecer.


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Caindo em si Renner Foto de Renner

"Não bebi mais (desde o acidente) e nem vou beber. Tenho que falar isso para mim. Não tenho crise de abstinência, só estou ansioso para dar continuidade à minha vida". Essa foi a constatação do cantor sertanejo Renner, que fez sucesso em dupla com Rick, em entrevista ao programa "Domingo Espetacular", com trechos divulgados no site de notícias “Purepeople”, em 2015. O cantor chegou a provocar um acidente de trânsito por dirigir embriagado e precisou ser internado em uma clínica de reabilitação. Após o acidente, seu companheiro de música Rick, anunciou o fim da dupla, após 30 anos de parceria.

Conheça o dia do alcoólico superado!
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