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Nicette Bruno

Confira as frases da atriz Nicette Bruno e conheça um pouquinho mais sobre a sua vida, família, fé e trabalho.

07/01/1933
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Quando Paulo ficou doente

Nicette Bruno

Descobrimos a doença em um exame de rotina. O médico explicou sobre umas coisas atípicas, disse que tinha algo no mediastino e nos encaminhou para um especialista. É uma paulada, mas a gente tem que ser forte. Não pode se deixar envolver por isso e se desesperar. Não pode, não deve, porque não leva a nada.

A vida é isso

Nicette Bruno

Tenho que aprender com aquilo para poder superar, senão eu sucumbo junto. Eu me mantive forte. Vou dominando e superando e passando por cima, porque a vida é isso, ninguém vem para cá viver em um mar de rosas.

Nem dava bola

Nicette Bruno

Na primeira vez que vi Paulo, nem prestei atenção, ele fazia teste para participar do espetáculo e eu era a titular da companhia. Depois me falaram: “Olha, Paulo está gostando de você”. E eu: “É mesmo, que maravilha”. Aí é que fui olhar para ele com outros olhos, e o achei bonitão.

Sempre arrumada

Nicette Bruno

Eu sempre acordo e me preparo para tomar café com Paulo de forma agradável, não como uma coisa descabelada. Os homens não precisam ver a gente de bobes na cabeça, não tem casamento que dure. Paulo já me viu de bobes no trabalho. Em casa, nunca.

Dedicação integral

Nicette Bruno

A cada filho que nascia eu me dedicava inteiramente no primeiro ano de vida, o que acho fundamental para dar estabilidade emocional à criança. Nunca deixei filho em mão de babá, mas tive muita ajuda de minha mãe.

 

Super vaidosa

Nicette Bruno

É uma obrigação você estar arrumada para as pessoas que te cercam, então, estou sempre arrumada para meu marido e sempre de salto alto, salto baixo nunca. Até meu chinelo é de salto alto, daqueles com pomponzinho na frente. Hoje, fui fazer ginástica, coloquei tênis e falei: “Meu Deus, que horror!”.

Ensinamentos da vida

Nicette Bruno

A gente tinha projeto de vida, de constituir uma família, mas não sabia como ia ser. Eu fiquei casada e não engravidei. Só depois de dois anos é que apareceu a Bárbara. A vida vai ensinando, as dificuldades, que foram muitas, vão ensinando também.

Gravidez

Nicette Bruno

Fiquei grávida cinco vezes, mas perdi dois filhos. Antes de Paulinho, tivemos um menino que sobreviveu horas. Depois, quando a Bárbara engravidou, acho que descuidei com todo aquele rebuliço de ser avó e fiquei grávida de novo. Tinha 42 anos e ia ser mãe e avó. Perdi esse bebê com seis meses de gravidez, era outro menininho.

Dois caminhos

Nicette Bruno

Dor é dor (emociona-se). Você aprende na vida por dois caminhos: pelo amor e pela dor. Paulo está melhorando a cada dia, ainda está em tratamento, mas graças a Deus não está mais fazendo quimioterapia. Foi muito difícil, mas não esmorecemos, não nos entregamos.

Nicette Bruno

Se eu tenho fé, se acredito na vida e tenho certeza de que a vida não começa no berço e não termina na tumba, isso me impulsiona. A doutrina espírita nós dá força. Tenho certeza de que não estou desamparada.

Doutrina espírita

Nicette Bruno

Nasci em uma casa espírita e sempre me apeguei a Deus como força maior. Meus filhos também foram criados na doutrina. Eles viam todo o nosso trabalho social e aprenderam a dividir, repartiam suas roupas e brinquedos.

Mãos dadas e namoro

Nicette Bruno

Foi uma paixão, mas aos poucos. Numa festa, ele me pediu para recitar um poema, recitei. Ele estava em uma salinha e disse: “Eu tinha pedido para você recitar para mim, não para essa gente toda”. Fomos dançar e, quando terminou a música, já estávamos de mãos dadas e aí começou o namoro.

Baixinha

Nicette Bruno

Sempre fui muito baixinha, tinha 1,52 metro, hoje devo ter diminuído. Vou ao médico fazer exame e digo: “Não meça minha altura”. Não me meço e não me peso – não vamos amargar vida. Mas nunca me preocupei em esconder a idade.

Juntos o tempo todo

Nicette Bruno

Queríamos construir uma família e, naquela época, era preciso casar. Quando namorávamos, nós ficávamos juntos o tempo todo. Chegava na hora melhor, ele ia para a casa dele e eu, para a minha (risos).

Filhos sem carência

Nicette Bruno

As crianças acompanhavam nossa vida profissional. Antes de viajar, Paulo fazia uma gravação para ouvirmos as vozes dele quando estivéssemos longe. Eles foram se acostumando, nunca tiveram carência de espécie alguma. Nunca precisei mandar filho estudar.

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