Mensagens Com Amor Menu Search Close Angle Birthday Cake Asterisk Spotify Play PPS Book Download Heart Whatsapp Whatsapp Facebook Twitter Pinterest Instagram YouTube 9 Giga Up

Hovik Keuchkerian

Nascido no Líbano, Hovik Keuchkerian possui descendência armênia e espanhola. Apesar de, ainda criança, ter que sair fugido do país em que nasceu por conta de uma guerra civil, nunca deixou esse acontecimento atrapalhar a sua vida. Com uma trajetória incrível, possui diversos trabalhos. Além de ser ator, também é escritor, boxeador e comediante! Assim, se tornou uma celebridade na Espanha, país onde cresceu e mora até hoje. Há pouco tempo, entretanto, passou a ser conhecido em diversos países pelos telespectadores que acompanham a famosa série La Casa de Papel. Saiba tudo sobre esse talentoso artista!

Quem é Hovik Keuchkerian?

Você pode ter ouvido falar de Hovik Keuchkerian por conta de seu personagem na famosa série La Casa de Papel. Contudo, o ator, que possui origens armênias e espanholas, é bastante conhecido por seus trabalhos incríveis que envolvem não somente a atuação, mas também o boxe, a comédia e até mesmo a escrita.

Deserto

Ator fala sobre sua experiência no deserto em filmagem de um longa-metragem:

"O deserto te dá tudo. Quando você está no deserto, tudo vem sozinho. Não posso lhe dizer que vivi a dureza do local porque estava com todo o equipamento, não estava sozinho. Não foi uma jornada pessoal. Mas o deserto ajuda você a entrar no espírito do que você tem que fazer".

Origem

Hovik comenta sobre sua fuga de Beirute por conta de uma guerra civil:

"Eu era muito pequeno, mas meu irmão mais velho, dois anos mais velho que eu, se lembra de mais coisas. Eu tenho pouquíssimas lembranças de Beirute e não tenho nenhuma memória do conflito porque meu pai nos levou embora de lá no começo da guerra".

Refúgio

O ator dá a sua opinião sobre os refugiados:

"Esse é um problema universal que continuará a crescer. Para as pessoas que querem deixar seus países para ter um futuro, ninguém pode culpá-los por isso. O que deve ser feito é resolver os problemas no local de origem. Nós nos acostumamos ao excesso, e devemos remover tudo que nos resta e resolver as coisas nesses países".

Boxe

Em entrevista, Hovik fala sobre como começou a praticar o boxe:

"Eu joguei basquete, quebrei meu tornozelo e comecei a praticar kickboxing. Chegou um momento em que eu não queria treinar com a bola e queria ter a sensação de subir em um ringue. Quando finalmente subi, foi algo único e eu estava com muito medo. Normalmente, na vida, quando algo me assusta, continuo até que o sentimento possa ser mais ou menos controlado. Mas toda a minha carreira de pugilista foi uma universidade brutal, e aplico tudo que aprendi à tudo".

O boxe e a atuação

Hovik explica como aplicar as lições do boxe em outras áreas da vida:

"Minha universidade tem sido o boxe. Não apenas no nível interpretativo ele tem muitas semelhanças, mas tudo o que qualquer boxeador aprende ele é capaz de filtrá-lo, analisá-lo e colocá-lo em outro lugar, e isso ajuda você a ser um ator e ser qualquer outra coisa na vida".

Oportunidades

O ator ainda continua a falar sobre o trabalho:

"Quando eles me chamaram para o elenco, recebi um presente, porque era uma série que qualquer ator do mundo gostaria de estar na terceira temporada. Foi um presente e uma oportunidade e mais um passo em minha carreira. Estou encantado, e à parte a equipe trabalha maravilhosamente. Sinto um privilégio absoluto em fazer parte da equipe de La Casa de Papel e ter entrado na Netflix com essa série que tem sido um sucesso mundial".

Conheça Alba Flores, a atriz que contracena com Hovik em La casa de Papel

Viagens

O ator fala sobre seu sentimento em relação à viagens:

"Eu não gosto de viajar, mas tenho que ir ao Líbano e à Armênia porque é a terra dos meus antepassados. Eu devo isso ao meu pai".

Inspiração

Também escritor, Hovik fala sobre sua inspiração para o livro “Lokura”:

"A morte é a única coisa que resta a descobrir. É o grande desconhecido. Não sei se é uma libertação, se tudo acaba com isso, se transcendemos para algum lugar... Saber o que vem a seguir é algo que me atrai muito. Quando estou bem, tenho um sorriso; Se eu estiver errado, eu me preocupo... Meu livro “Lokura” basicamente fala sobre isso, sobre sair daqui voluntariamente".

Leia também sobre o Professor de La Casa de Papel