Mensagens Com Amor Menu Search Close Angle Birthday Cake Asterisk Spotify Play PPS Book Download Heart Whatsapp Whatsapp Facebook Twitter Pinterest Instagram YouTube 9 Giga Up

Razões da Ditadura da Beleza

Apesar das conquistas, a mulher ainda é vítima, especialmente dos padrões, da moda e da sociedade. O mundo atual segue uma verdadeira ditadura da beleza. Desviar dela é essencial para a autoestima feminina!

Mude o foco

A elevação da autoestima é um processo gradual. Saiba por onde começar.

-Tenha uma visão realista (nem pessimista nem otimista demais) de si mesma, visando metas de beleza e corpo atingíveis com o seu biotipo.

-Tenha claro onde quer chegar e o que quer comunicar através da sua imagem física.

-Mantenha-se o mais fiel possível aos seus objetivos, levando em conta que todo ser humano é passível de falhas.

-Dê ao corpo a dimensão que ele realmente tem na sua vida, sem depositar nele toda e qualquer razão para felicidade ou infelicidade. O corpo é uma parte do ser e não todo o ser.

-Tente afastar-se de lógicas 8 ou 80: ou sou perfeita ou não valho nada.

-Lembre-se: sempre que nos comparamos a alguém só enxergamos o resultado final e não o processo que a pessoa passou para alcançar o objetivo.

Aprenda a aceitar

Procure ver as coisas de maneira mais real - aceite suas fragilidades e inseguranças. Mude o que for possível e olhe sempre aquilo que você tem de positivo. Busque confiar e olhar para o que já fez de bom para que pensamentos negativos sobre você possam ser modificados.

Faça algo que você gosta

Investir em uma atividade prazerosa é uma forma de mudar a autoimagem. Se você adora dançar, e leva jeito para a coisa, dance. Com isso, vai ser olhada com admiração e vai construindo uma imagem positiva de você mesma.

Sintomas da falta de autoestima

-Sentimento de insegurança. Geralmente, a pessoa tem muita dúvida e incerteza na tomada de decisão.

-Pouca ou nenhuma autoconfiança. Mesmo estando em um emprego ruim, o indivíduo não faz esforços para sair de lá, pois não acha que tem capacidade para conseguir algo melhor.

-Excesso de autocrítica. Só enxergar seus próprios defeitos, e ignorar as qualidades.

-Intolerância à frustração. Esta característica fica evidente no ambiente de trabalho, quando a pessoa recebe uma crítica. Se sei que sou boa, o que o outro fala é importante, mas não é determinante para a definição que tenho de mim mesma. Quando sou frágil, qualquer pessoa que me critica acaba comigo. Eu posso acabar comigo – até porque o que eu falo pouco importa para mim –, mas quando o outro fala, não consigo lidar, porque valorizo muito mais a opinião dele do que a minha.

-Tendência a relacionamentos destrutivos. A pessoa pensa que não é merecedora de coisas boas e, portanto, só se relaciona com pessoas ruins, que fazem mal.

-Permissividade. Há dificuldade na imposição de limites.

-Dificuldade em aceitar elogios.

-Vulnerabilidade emocional muito grande, o que leva à dependência afetiva.

-Sentimento crônico de insatisfação. Nunca nada está bom.

-Sentimento de inferioridade. Qualquer um é melhor que eu.

-Necessidade de aprovação. Você achou que eu falei bem? Este texto está bom? Esta roupa fica bem em mim? São questionamentos frequentes da pessoa sem autoestima.

Modelos

Na batalha para se aceitar, não ajuda muito viver cercada de modelos de beleza praticamente impossíveis de copiar.

Influência

Influenciadas pela mídia e preocupadas em corresponder aos inatingíveis padrões de beleza que são apresentados, inúmeras mulheres mutilam sua autoestima e, muitas vezes, seus corpos, em busca da aceitação social e do desejo de se tornarem iguais às modelos que brilham nas passarelas, na TV e nas capas de revistas.

A gente chega lá

Pollyana Assumpção

Lembro de um episódio de Girls que a Hannah fala que ninguém pode ofendê-la com qualquer xingamento porque todos esses xingamentos ela mesma já tinha feito a si mesma antes. É duro se identificar com uma fala assim, mas um texto desse só é escrito porque já foi um sentimento real da Lena Dunham assim como de todas as mulheres. Por isso, obrigada a todas as moças que mostram seus pelos, suas gorduras localizadas, suas peles com marcas, quem tem coragem de mostrar que tá tudo bem não ser igual as revistas e ao cinema, que é possível sim tirar autoestima de dentro de si mesma. Tá tudo bem também amar maquiagem, salto alto, estar depilada, usar hidratante. Tá tudo bem se sentir bem da melhor forma possível com seu corpo. Só não tá tudo bem sofrer por causa disso. Mas tudo bem, um dia a gente chega lá.

Esqueça as comparações

Tudo bem admirar as qualidades das outras pessoas e querer copiar as coisas boas, mas nem sempre o caminho escolhido por uma pessoa que a gente curte é o que vai nos fazer felizes. Por isso, o mais importante é saber o que você deseja. Tenha a coragem de decidir seu próprio destino, baseando-se nos seus valores e nas suas vontades. Que tal olhar mais para dentro de si mesma?

Dúvidas femininas

Pollyana Assumpção

Como viver em um mundo que nos diz o tempo todo que não somos bonitas? Como acordar feliz de manhã e sair de casa com pessoas o tempo todo falando sobre seu cabelo, seu rosto, sua barriga, suas coxas? Como se sentir depois de ser esculachada pelo cara que você gosta porque ele não te acha bonita o suficiente? Como ser normal e manter uma autoestima elevada com o mundo inteiro te bombardeando e te chamando de feia? Como não se sentir oprimida por toda a propaganda gordofóbica travestida de propaganda saudável quando você só quer comer um pão de queijo recheado e ser feliz? Como tirar do estômago forças para viver?

Qual é o seu valor?

A pergunta é simples: qual é o seu valor? Se tiver dificuldade ou não soube responder, não se assuste, é muito comum que isso aconteça. Normalmente temos muito mais facilidade em atribuir valores aos outros do que nos mesmos. Por que isso acontece? A autoestima surge através de relações positivas e negativas desde o nosso nascimento.

Dados

Revista Donna

A parcela de mulheres felizes com sua aparência é assustadoramente pequena. Uma pesquisa feita em diversos países por uma multinacional cosmética apontou que só 4% das entrevistadas se consideravam bonitas. É uma característica peculiar ao jeito feminino de encarar o espelho que explica o fenômeno.

Espelho

Revista Donna

Espelho, espelho meu, existe alguém mais crítica com a aparência do que eu? Sim, e aos montes. Nesse exato momento, existem mais mulheres se martirizando por uma barriga flácida do que se considerando bonitas apesar dela.