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Razões para assistir o filme Com Amor, Simon

Com Amor, Simon é um filme que foi lançado em abril de 2018 e conta a história de Simon Spier, que aos 17 anos de idade leva uma vida aparentemente comum, mas sofre com um segredo: Simon nunca revelou ser gay para sua família e amigos. Então as coisas tornam-se mais difíceis quando ele se apaixona por um dos colegas de escola e, de forma anônima, troca confidências diárias por e-mail. Além de quebrar muitos tabus e mostrar a beleza do amor LGBTQI+, esse filme também traz um romance clichê daqueles que nós adoramos. Por isso separamos 15 motivos pelos quais você deve assistir e apreciar esse longa-metragem que tem muito a ensinar para todos nós!

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É para toda a família

Este é um daqueles filmes para toda a família – a temática LGBT é abordada de forma leve e com uma gentileza sem tamanho. Todos irão divertir-se.

LGBT não é um tabu

Embora Simon tenha um dilema a respeito de assumir-se ou não, situação que causa angústia em tantos de nós, o filme deixa claro de uma forma muito tocante que fazer parte da comunidade LGBT não é um tabu – é algo comum.

 

O elenco é fantástico

O protagonista, Nick Robinson, encarna Simon de um jeito tocante do início ao fim do filme. Além disso, também temos a atuação fantástica de Jennifer Garner e Josh Duhamel, que interpretam os pais de Simon, além de outras atuações inesquecíveis.

O amor é puro

Gente, vamos ser sinceros: o amor não tem gênero, cor, etnia. O amor é puro e é só amor, por mais que a sociedade tente fazer com que pareça tabu. Simon mostra isso pra gente de forma bem clara. Todos queremos ser amados.

Tão comum que não é comum

Foto Com amor, Simon

O filme é tão singelo, bonito e simples em sua forma de conversar com o público que não é nada comum. Fora de clichês sobre o que é ser gay e o que é ser hétero, o roteiro é simplesmente tocante.

Aborda e critica estereótipos

Elaborado de forma descontraída e juvenil, o filme critica os tais estereótipos do que é ser gay e mostra que gay não tem “cara” e nem fará “coisas de gay”. As pessoas são quem elas são. Ponto final.

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