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Depressão pós-parto

A depressão pós parto é mais comum do que você pode imaginar. Não, você não está louca! Não ignore os sinais, procure ajuda e viva o melhor dessa nova fase. E lembre-se sempre, você não está sozinha !

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Fique atenta aos sinais

A depressão pós-parto não tem uma causa única. Os fatores variam desde mudanças físicas que a mãe enfrenta, como a falta de apoio da família, até dificuldades para amamentar e problemas financeiros. Identificar a depressão nem sempre é fácil, mas é preciso estar atento aos sinais: sentimento de tristeza e desespero constantes, inquietação e falta de energia podem ser indícios da doença.

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Participação ativa do pai

O apoio e os cuidados do pai não são importantes somente para a criança, mas também para a mãe. A falta de ajuda, desinteresse ou até mesmo uma relação emocionalmente abusiva são fatores que podem levar a mãe a desenvolver uma depressão pós-parto. Por isso, uma participação ativa do pai é extremamente importante, pois pode evitar que a nova mamãe passe por algum descontrole emocional.

Busque auxílio médico

Não confunda depressão pós-parto com fraqueza ou despreparo. A doença pode se manifestar de diferentes formas e sintomas e é necessário procurar ajuda médica. Quanto mais rápido a mamãe começar o tratamento, maiores são as chances de uma recuperação rápida e completa. O importante é não ter medo ou vergonha de admitir que as coisas andam difíceis e que é necessário buscar auxílio.

Desequilíbrio de hormônios

Irritabilidade, choro frequente, transtornos alimentares e de sono, sentimento de desespero ou desmotivação podem ser sinais de que você está enfrentando uma depressão pós-parto. Dentre os vários fatores que causam a doença, um que se destaca é o desequilíbrio de hormônios que ocorrem com a gravidez.

Prevenção

A depressão pós-parto não pode ser evitada, mas pode ser prevenida. Uma dica é: não tente abraçar o mundo sozinha. Busque ajuda de alguém para que você consiga manter um bom sono e alimentação saudável. Na medida do possível, não deixe de praticar exercícios físicos mais leves. Evite cafeína, álcool e medicamentos. Não basta cuidar do bebê, é preciso cuidar de você também.

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A importância do tratamento

É preciso falar sobre depressão pós-parto. Quando identificada, a doença deve começar a ser tratada imediatamente. Caso contrário, a relação mãe-filho pode ser estranha e distante desde o início e afetar a relação familiar. Além da falta de tratamento ser ruim para a mãe, as mães que não se tratam dessa condição estão propensas a criar filhos com problemas comportamentais.

Quais especialistas podem ajuda?

Se você desconfia que está com depressão pós-parto ou conhece alguém que parece estar nessa condição, alguns especialistas podem ajudar a identificar. São eles: psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas, ginecologistas e obstetras. É importante abrir o jogo durante a consulta e explicar todos os sintomas. É interessante que alguém acompanhe a paciente durante a consulta.

 

Quem está mais propício a desenvolver?

Você sabia que qualquer mulher pode desenvolver a doença? Contudo, têm prevalência as que já passaram por algum transtorno psiquiátrico, como as que já tiveram depressão, sofreram abuso físico ou psicológico, gravidez indesejada ou qualquer outro histórico de traumas. E, também, quem já teve depressão pós-parto em uma primeira gravidez está mais suscetível a ter na próxima.

Intensas modificações

Os sintomas da depressão pós-parto podem começar antes mesmo do nascimento. A gestação é um período de intensas modificações no corpo e na vida da mulher que podem ocasionar muitos autoquestionamentos. Por isso, é importante ficar atenta a todas as fases da gestação, além dos períodos que sucedem o nascimento.

Apoio familiar

É importante lembrar que a responsabilidade sobre uma criança não cabe somente à mãe. O pai tem as mesmas obrigações com o filho. Sem contar que é importante o apoio de pessoas próximas logo após o nascimento, como avôs e avós, para ajudar com os cuidados da mãe e do bebê. O apoio da família pode ajudar (e muito) na prevenção da doença.

Maternidade real

É necessário desconstruir aquela imagem romantizada da maternidade perfeita. As novas mamães enfrentam muitas dificuldades e passam por um período de redescobrimento e autoconhecimento. A maternidade não é um momento encantado como pregam por aí. É necessário que a mulher reconheça suas limitações e desista da ideia de tentar construir um mundo ideal.

Há quanto tempo duram os sintomas?

É normal que logo após a chegada do bebê a mãe sinta tristeza, baixa autoestima, falta de prazer nas atividades diárias, entre outros sintomas. Isso porque a maternidade é uma mudança radical na vida da mulher e leva um tempo até a adaptação. Entretanto, se esses sintomas durarem mais de 2 semanas, é preciso buscar ajuda médica para avaliar a situação e identificar uma possível depressão.

Baby blues X depressão pós-parto

Você sabe a diferença entre baby blues e depressão pós-parto? A expressão baby blues refere-se a uma leve tristeza causada logo após o nascimento da criança. É um fator comum, considerado leve e que passa em poucos dias. A depressão pós-parto, por outro lado, é uma tristeza aguda e que perdura por semanas, até mesmo meses, e a doença deve ser tratada com medicamentos.

Primeiro passo

Caso a mulher não perceba que está diferente ou não queira buscar ajuda médica, cabe ao companheiro e à família buscar ajuda. É importante dar o primeiro passo para garantir a saudade da mãe e do bebê. Marque uma consulta médica e inicie o tratamento adequado o quanto antes.

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Proximidade

Os familiares e amigos devem estar muito próximos da gestante. Devem se preocupar, mostrar interesse e acompanhar de perto as mudanças que a fase acarreta. Quando existe esse acompanhamento familiar, qualquer indício de depressão poderá ser identificado. É importante cuidar de quem amamos, principalmente em momentos de mudança.

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