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Documentários sobre mulheres incríveis

A sociedade em que vivemos é patriarcal. Isso significa que homens e mulheres assumem lugares diferentes na sociedade, nos quais uns dominam as outras, respectivamente. Como consequência disso, muitas vezes as mulheres são invisibilizadas e não têm seus trabalhos reconhecidos como importantes. Para mudar o imaginário das pessoas sobre essa questão e para colocar as mulheres no lugar de destaque em que elas merecem estar, muitos documentários incríveis foram feitos. A seguir, você pode conferir os melhores deles para ampliar a sua cultura, conhecer mulheres incríveis e se inspirar para ser parte da mudança que precisa existir no mundo!

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Força feminina

Todo mundo gosta de conhecer a história das pessoas que admira. Ainda mais quando se trata de histórias de mulheres incríveis, corajosas e fascinantes. Mulheres à frente de seu tempo, que batalharam por muitas das conquistas que temos atualmente. Selecionamos, aqui, documentários sobre algumas dessas mulheres marcantes, para você assistir e se inspirar. Prepare a pipoca e a autoestima!

Conheça outras 12 produções sobre mulheres poderosas

“As Hiper Mulheres” – 2011

O documentário brasileiro é um registro sobre o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), que acontece na iminência de um falecimento, para manter vivo o canto, que é passado de forma oral, de geração para geração. O projeto, que é resultado de uma convivência de 8 anos na tribo, foi desenvolvido pela ONG Vídeo nas Aldeias. Uma importantíssima obra, não só por se tratar do protagonismo feminino, mas, principalmente, por abordar a cultura indígena, que vem sendo massacrada ultimamente.

“What Happened, Miss Simone?” – 2015

Narra a vida da cantora de jazz e pianista Nina Simone. Nina era conhecida por seu ativismo e luta contra o racismo e por direitos civis, que eram refletidos em suas produções. O documentário conta com gravações inéditas, diários e depoimentos de pessoas próximas. Além de ser uma cantora brilhante, Nina foi, e é, inspiração para todos que lutam por direitos iguais, em especial as mulheres negras. Imperdível, necessário!

“Amy” – 2015

Realizado pelo premiado cineasta Asif Kapadia, a obra retrata a vida e a morte da cantora e compositora britânica Amy Winehouse. Vencedor do Oscar 2016, na categoria Melhor Documentário em Longa-Metragem. Com a duração de duas horas, o filme biográfico mostra, por meio de imagens de arquivo da família, como foi a vida da cantora em meio à fama, aos familiares, à depressão e à dependência química, até o ano de sua morte (2011). Dona de uma voz poderosa, Amy teve uma vida conturbada, entre altos e baixos, que culminou com sua morte no auge de sua carreira.

Leia frases da inesquecível Amy Winehouse

“Admirável Miss Mundo” – 2013

O documentário narra a vida da israelense Linor Abargil, Miss Israel e vencedora do concurso Miss Mundo 1998. Seis semanas antes da competição, Linor foi sequestrada, amarrada, estuprada repetidas vezes e esfaqueada por um agente de viagens apresentado pela agência que respondia por sua carreira. Após vencer o concurso, voltou para seu país e teve a ideia de fazer um documentário autobiográfico, mas que também mostrasse histórias de outras mulheres que sofreram o mesmo. Linor é inspiração e exemplo na luta contra a violência sexual.

“Maidentrip” – 2013

Acompanhe a trajetória de Laura Dekker, adolescente holandesa, nascida na Nova Zelândia e a pessoa mais jovem a velejar ao redor do mundo sozinha (iniciou a viagem aos 14 anos, tendo a finalizado aos 16). O documentário mostra o planejamento da viagem, a compra e a reforma do barco, a luta na justiça para a autorização e situações durante a jornada – desde as mais simples, provisões e dia a dia no barco, até momentos tensos e reflexivos. Esse documentário mostra foco, autocontrole, habilidades para lidar com imprevistos e maturidade; mas, antes de mais nada, nos ensina sobre a busca para realizar nossos sonhos e se jogar no mundo sem medo do desconhecido.

“Doméstica” – 2012

Dirigido por Gabriel Mascaro, o documentário tem como intuito mostrar as relações entre empregados domésticos e seus patrões. Mas, em vez de usar a ótica das empregadas, o diretor entrega as câmeras para sete adolescentes filmarem o dia a dia de suas empregadas por uma semana. A diferença entre classes acaba sendo um dos temas do documentário, mas é abordada de forma inteligente e objetiva, sem demagogia. Produzido antes da PEC das Domésticas, o documentário pode ser um belo comparativo das realidades trabalhistas de antes e depois, e também do reflexo social e cultural proveniente desse fato.

 

“Girl Rising” – 2013

Lançado em março de 2013, o documentário conta a história de 9 meninas entre 7 e 16 anos, que vivem em comunidades de países pobres e sua luta pelo acesso à educação. Meninas de culturas, religiões e países diferentes (Camboja, Nepal, Índia, Egito, Peru, Haiti, Serra Leoa, Etiópia e Afeganistão), mas que têm em comum algum tipo de violência ou restrição sofrido e o sonho de estudar e construir um futuro melhor, ou, simplesmente, um futuro. O filme é dirigido por Richard E. Robbins, produzido por Martha Adams e conta com a narração das prestigiadas atrizes Meryl Streep, Anne Hathaway, Kerry Washington e Selena Gomez.

“Em Busca de Iara” – 2013

Esse documentário sobre a vida de Iara Iavelberg cai como uma luva em tempos atuais, em que muito se discute sobre a ditadura militar, com opiniões polêmicas e discussões acaloradas. Com roteiro de Mariana Pamplona, sobrinha de Iara, o filme conta a história da professora e psicóloga que se engajou na luta armada contra a ditadura. Militou na Organização Revolucionária Marxista Política Operária (Polop), na Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), na VAR-Palmares e no Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8). Foi companheira de Carlos Lamarca, sendo uma das mais procuradas pelos órgãos de repressão. Depois de perseguida, Iara finalmente foi encurralada, e, segundo a versão do regime, ela teria cometido suicídio, tendo atirado contra o próprio peito. O filme desmonta essa versão. E a família dela, após muita luta, conseguiu reiniciar a investigação e realizar a exumação do corpo de Iara, em que o suicídio foi considerado “improvável”.

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