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Séries feministas

A cada ano as produções do cinema, televisão e internet, tentam se adaptar ao mundo moderno e estão preocupadas em estar em consonância com as causas de nosso tempo. A luta das mulheres por igualdade de direitos é uma delas. Conheça onze séries feministas que você tem que assistir!

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1. “The Handmaid’s Tale”

“The Handmaid’s Tale” (ou “O Conto de Aia”, em português brasileiro) é uma série criada por Bruce Miller e baseada no romance de mesmo nome da autora Margaret Atwood. Trata-se de uma distopia, em que, em um mundo onde a infertilidade toma conta da civilização, o governo autoritário passa a subjugar mulheres, as quais são impedidas de trabalhar, possuir propriedades ou sequer ler. As mulheres fecundas são chamadas de “aias” (handmaids) e são submetidas a estupros ritualísticos a fim de engravidarem. A série ganhou oito Emmys em 2017, incluindo de Melhor Série Dramática.

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2. “Orange Is The New Black”

“Orange Is The New Black” é uma série original da Netflix, desenvolvida por Jenji Kohan, e estrelada por Taylor Schilling e Laura Prepon. Baseada em casos reais, conta a história de Piper Kerman e sua experiência em uma prisão feminina de segurança mínima. A série concentra uma grande gama de personagens femininas, das mais variadas realidades e vivências (mulheres pobres, lésbicas, negras, latinas, transexuais, dependentes químicas, com problemas psiquiátricos etc.), e suas lutas para sobreviver a um lugar tão opressivo quanto a prisão.

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3. “My Mad Fat Diary”

“My Mad Fat Diary” é uma série britânica de comédia, escrita por Tom Bidwell e dirigida por Tim Kirkby e Benjamin Caro, baseada no livro o "My Fat, Mad Teenage Diary", escrito por Rae Earl. A série conta a história de Rae, uma garota obesa de 16 anos que, ao sair de um hospital psiquiátrico, vê-se em um mundo no qual não se encaixa muito bem. Entretanto, aceita o desafio de enfrentá-lo, sem perder a esperança de alcançar seus sonhos de amar e ser amada. Diferente de outras séries de comédia, a obesidade aqui não é tratada como algo cômico; pelo contrário, é uma série que busca combater a gordofobia, utilizando o bom e ácido humor inglês.

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4. “Unbreakable Kimmy Schmidt”

“Unbreakable Kimmy Schmidt” é uma série norte-americana, criada por Tina Fey e Robert Carlock, estrelada por Ellie Kemper e Tituss Burgess. A série conta a história de Kimmy Shcmidt, que é sequestrada, junto com outras três mulheres, por um homem que se dizia um reverendo e as assustava dizendo que o mundo havia acabado. Contando dessa forma, fica parecendo que a série é um drama. Entretanto é pura comédia: a história passa a ser contada a partir do momento em que é resgatada e passa a viver em New York, onde conhece seu novo colega de quarto, Titus Andromedon, sua inquilina, Lillian Kaushtupper, sua chefe, Jacqueline White, dentre outros. A série é inusitada e nonsense, mas cuidadosa ao rir do opressor e não do oprimido, versando sempre em assuntos importantes, como machismo, racismo e homofobia.

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6. “The L Word”

“The L Word” é uma série americana criada e escrita por Ilene Chaiken e retrata a vida de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais em Los Angeles (Califórnia). A série foi bastante revolucionária por, enfim, mostrar ao mundo a vivência de mulheres lésbicas, que, até então, eram completamente ignoradas pela grande mídia e só existiam em seus pequenos grupos, formando sua própria cultura.

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7. “One Day at a Time”

“One Day at a Time” é uma série original da Netflix, criada por Gloria Calderon Kellett e Mike Royce, baseada em uma sitcom de mesmo nome (dos anos 1975-1984). O enredo é sobre uma família cubana que vive nos Estados Unidos. Penelope Alvarez é uma veterana, divorciada e sofre com TEPT (transtorno de estresse pós-traumático), mãe de Elena e Alex. Todos moram com a matriarca da família, Lydia. A série trata de temas delicados como racismo, xenofobia, machismo, homofobia (na adolescência) e até religião e guerra, mas sempre com bom humor e um roteiro bem feito e despojado.

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5. “Orphan Black”

“Orphan Black” é uma série criada por Graeme Manson e John Fawcett, e brilhantemente estrelada por Tatiana Maslany, que interpreta dezenas de personagens – grande parte delas, fixas. O enredo se trata de uma ficção científica, em que Sarah Manning, uma jovem rebelde, cheia de problemas pessoais, descobre ser um clone, fruto de um projeto governamental. Assim, ela entra em uma jornada para buscar cada vez mais irmãs – isto é, outros clones – para entender mais a fundo sobre sua verdadeira história e origem. Esta série, além de abordar diversas mulheres fortes e determinadas como protagonistas, mostra-as em diversas realidades e vivências.

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8. “Las Chicas del Cable”

“Las Chicas del Cable” (também conhecida como “As Telefonistas”, no Brasil) é uma série espanhola, distribuída pela Netflix, criada, escrita, dirigida e produzida por Ramón Campos. Trata-se da história de quatro jovens mulheres na década de 50 que foram trabalhar na primeira telefonia da Espanha, em Madri. A série se passa justamente em uma época em que a segunda onda do feminismo estava desabrochando pelo mundo, quando as mulheres lutavam pela entrada no mercado de trabalho, direitos reprodutivos e de sexualidade.

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9. “Samantha!”

“Samantha!” é uma série brasileira de comédia, original da Netflix, criada por Felipe Braga. Conta a história de Samantha, uma ex-apresentadora mirim que vive em uma nostalgia de quando era famosa, na década de 80, e vive fazendo loucuras para retomar essa fama. A série, além de relembrar os absurdos que víamos na TV nos anos 80, traz grandes sacadas e cutucadas no nosso comportamento atual dentro do contexto brasileiro.

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10. “Anne with an E”

“Anne with an E” é uma série canadense criada por Moira Walley-Beckett e baseada no livro de 1908, “Anne de Green Gables”, de Lucy Maud Montgomery. Conta a história de uma menina que, depois de treze anos sofrendo na angústia pela espera de sua adoção, é mandada para morar com uma mulher “solteirona” e seu irmão. Assim, valendo-se de sua imaginação e pureza, passa a mudar a comunidade com a qual passa a vida, trazendo muita aceitação e esperança.

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11. “How to Get Away with Murder”

“How to Get Away with Murder” é uma série norte-americana criada por Peter Nowalk e tem como produtora executiva a famosa Shonda Rhimes (a mesma de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”). Brilhantemente estrelada por Viola Davis, a série é centrada na advogada criminal e professora universitária Annalise Keating, famosa por sempre conseguir defender réus em caso de assassinato, nos casos mais difíceis possíveis. Entretanto, ela e seus alunos – que trabalham em seu escritório – acabam se envolvendo eles mesmos em um caso de assassinato, do qual lutam para saírem ilesos.

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