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Rodrigo Pandolfo

Após assistir ao espetáculo Auto da Barca do Inferno, Rodrigo Pandolfo decidiu ingressar na companhia de teatro da escola. Hoje, além do teatro, o ator fez grandes papéis na televisão e no cinema nacional. Saiba mais sobre ele.

Apoio da família

Rodrigo Pandolfo

Minha mãe demorou um ano pra entender que esse desejo era uma realidade. E quando a ficha caiu, foi a maior parceira que tive. Com 15 anos me mudei pra cá e a partir daí minha família sempre me estendeu a mão para quaisquer que fossem as minhas escolhas.

Aberto às possibilidades

Rodrigo Pandolfo

Agora, eu estou mais seguro do que quero para minha carreira. Não sou humorista, embora tenha feito vários papéis nessa linha. Minha formação é o teatro, minha veia é alternativa, eu gosto de experimentar.

Elogios de gente de peso

Rodrigo Pandolfo

Impulsiona. Acreditar que sou essa "grande promessa" é que pode ser um problema. Sou o que sou. A promessa é hoje, agora, resultado de cada trabalho. Procuro sempre o caminho do meio: conquistar segurança no trabalho sem achar que sou super-homem.

Atuando em "Agora sim!"

Rodrigo Pandolfo

Foi super interessante, estamos super felizes. É uma lisonja ter esta oportunidade de participar da primeira série brasileira da Sony produzida pela Mixer em São Paulo.

Minha Mãe É Uma Peça: O Filme

Rodrigo Pandolfo

Ouso dizer que foi o personagem que mais consegui brincar e estudar ao mesmo tempo. Estudar muito com a ajuda do Pedrinho. Fui para Piraporinha, no interior de São Paulo, ver como era a galera que morava lá, conversar com os meninos que poderiam ser parecidos com o Bernardo em termos de personalidade. Assisti uma missa, fiz umas coisas lá e foi muito interessante. Realmente foi um processo que tive um pouco mais de tempo, o que é muito difícil da gente ter. A gente teve ensaio, o que é muito raro, num palco de teatro. Então isso foi muito especial. Só tenho a agradecer.

Apelidos

Rodrigo Pandolfo

Começando pela minha família, me chama de Igo. Só que daí começou Panda e os amigos foram transformando isso em várias vertentes: Pandolino, Pandão, Pandinha, Pandolfolfo.

Papéis sem muito destaque

Rodrigo Pandolfo

No início da carreira, você precisa trabalhar, não tem muita margem de escolha. É claro que você sabe que tipo de trabalho quer fazer, mas nem sempre ele cai no seu colo, aí você aceita outros.

Ator e diretor

Rodrigo Pandolfo

Eu sempre procurei uma visão de diretor em meus trabalhos. Busco um distanciamento em relação à cena, ao conjunto. Logo que entrei na Casa das Artes de Laranjeiras, para estudar teatro, fui assistente de direção do João Fonseca. Depois, em uma montagem profissional, voltei a ser assistente dele. Logo, a ideia de dirigir sempre existiu na minha cabeça, mas foi engavetada porque muitos trabalhos de ator apareceram.

Contracenando com Sabrina Sato

Rodrigo Pandolfo

A Sabrina foi uma gratíssima surpresa. Ela chegou me engolindo, mas mandou ver com segurança, pedindo ajuda quando precisava. E a gente ali, jogando e brincando o tempo todo com muita tranquilidade e felicidade. Ela foi uma companhia lotada de alegria e humildade. O sorriso nunca saiu do seu rosto. Ela chegou muito disponível e disposta a fazer o melhor possível. Nos divertimos o tempo todo e procuramos jogar junto sempre

Do interior do Mato Grosso para o Rio de Janeiro

Rodrigo Pandolfo

É uma mudança... Isso já é positivo levando em conta a experiência de respirar um novo ar, receber novas informações. Mas sempre é difícil. Tudo o que é novo demanda esforço, trabalho, tempo de adaptação. Fora a glória e a dor da mudança, existe a glória e a dor da conquista na carreira artística. Raramente se consegue emprego fácil, rápido. É um trabalho intenso e sem fórmulas.

Mudança para São Paulo

Rodrigo Pandolfo

Faz todo o sentido morar em São Paulo nesse momento. É uma cidade que tem um trabalho de grupo interessante, um teatro de pesquisa muito forte, sem falar nas outras tantas ofertas da vida cultural. O Rio me abraçou muito, as portas se abriram para mim e sou verdadeiramente grato, mas São Paulo tem uma identidade diferente e que me interessa mais nesse momento.

Reconhecido pela crítica

Rodrigo Pandolfo

Confesso que tive medo no início. Pensei que isso significaria um fardo, algo que servisse de pressão em relação aos meus projetos. Trabalho, acima de tudo, precisa ser divertido. Eu tento controlar essa angústia que sempre envolve a relação entre o ator e o personagem. Não dá para sofrer, enlouquecer. Então, desde o início, eu procurei encontrar esse lugar para a leveza. Se começar a pesar, eu mesmo dou uns tapas na minha cara.

Grande promessa para as telinhas

Rodrigo Pandolfo

Acabei descobrindo que se eu devo alguma coisa a alguém, é a mim mesmo. Então, o excesso de cobrança ou a falta dela, é um equilíbrio que eu busco dentro de mim dia após dia.

Quando surge a oportunidade

Rodrigo Pandolfo

No inicio de carreira, você quer é trabalhar. Então, se virei um “ator versátil” foi porque abracei as oportunidades que surgiram. Eu sempre me preocupei com a qualidade. Podia ser drama, comédia ou musical. Eu queria trabalhar e estar perto de determinadas pessoas. A televisão foi uma consequência da minha estrada no teatro.

Reconhecimento dos fãs

Rodrigo Pandolfo

O reconhecimento tem se dimensionado em cada novo trabalho. A abordagem é sempre positiva, graças a Deus! É gratificante quando alguém me para pra dizer que está gostando e se identificando.